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Publicamos abaixo e indicamos a você o artigo “Liderança 4.0” do professor da BLB Brasil Escola de Negócios Léo Bruno. Este estudo foi apresentado no mês de junho de 2019 no 18º Congresso de Gente e Gestão promovido pela ABRH/AM. Boa leitura! Primeiramente, devo dizer que todas as vezes que tenho de abordar este tema […]
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Publicamos abaixo e indicamos a você o artigo “Liderança 4.0” do professor da BLB Brasil Escola de Negócios Léo Bruno. Este estudo foi apresentado no mês de junho de 2019 no 18º Congresso de Gente e Gestão promovido pela ABRH/AM. Boa leitura!
Primeiramente, devo dizer que todas as vezes que tenho de abordar este tema eu fico muito constrangido, visto que muito se pensa, muito se fala, muito se escreve e pouco se faz em termos de liderança. Vejamos por que através de alguns fatos. O planeta tem hoje em torno de 7,5 bilhões de habitantes, sendo que dois terços, ou seja, cinco bilhões de habitantes, neste exato momento, estão passando fome e morrendo, e, portanto, não estão nem no mercado de trabalho, nem no mercado de consumo; logo, desde o homo sapiens até nossos dias prevalecem as desigualdades e iniquidades. Se considerarmos os outros 2,5 bilhões de habitantes, veremos que as desigualdades e as injustiças continuam, uma vez que 1,5 bilhão de habitantes têm um rendimento anual entre US$ 1.500,00 a US$ 15.000,00 por ano, e o outro um milhão ganha acima de US$ 15.000,00 por ano, sendo que a moda desta distribuição está pouco acima dos US$ 30.000,00 anuais. Referimo-nos às parcelas economicamente ativas destas populações.
Analisemos agora a atuação das lideranças no âmbito das nações. Se considerarmos o indicador das Nações Unidas, a saber, o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, veremos que a grande maioria das nações, no intervalo de “0” a “1” (quanto mais próximo de “1” melhor), situam-se abaixo de 0,85, que é o mínimo desejável para se assegurar que a nação esteja razoável no que tange à educação, saúde e distribuição de renda. Se considerarmos o caso do Brasil, por exemplo, veremos que o IDH é abaixo de 0,85, decorrente do fraco desempenho nas três partes do índice, sendo que a má distribuição de renda é a mais nociva de todas. Isso se justifica, uma vez que, medindo-se pelo índice de Gini, que vai de “0” a “1” (nesse caso, quanto mais próximo de “0” melhor a distribuição da renda), o Brasil situa-se em torno de 0,60, que é a causa-raiz da pobreza crônica em que vive a maior parte da população brasileira, desempregada ou subempregada. Já dizia o falecido Sabin, “a pobreza é a pior doença que existe”. Quando se levanta o aspecto subemprego, foca-se o fato de que a maior parte dos assalariados no país tem um salário mensal inferior a 1,5 salário mínimo (subemprego). Aí cabe a pergunta: como sustentar uma família com essa renda mensal, assegurando qualidade de vida mínima a ela, ou seja, como assegurar educação, saúde, vestimenta, alimentação e lazer, considerando-se uma família de quatro membros? Seria cabível agora a pergunta: por que essas situações permanecem dessa forma por tanto tempo? Existe a explicação, que não justifica essa inação, que tem a ver com as posturas que a sociedade toma, que podem ser sintetizadas como a seguir:
Vamos agora entrar no âmbito das lideranças nas organizações. A Figura 1, a seguir, ilustra os valores pessoais que têm a ver com a vida organizacional e foram propostos por Spranger, um pesquisador de Harvard, há algum tempo.

Nas últimas cinco décadas, vem sendo feito levantamentos do perfil de valores pessoais, à luz da categorização de Spranger, de presidentes das maiores e melhores empresas no globo, e o último resultado pode ser visto na Figura 2, a seguir, sem o valor apelidado de Religioso que está sendo estudado à parte devido a sua complexidade:

Observando-se a Figura 2, percebemos que existe um desequilíbrio entre os valores considerados, com predominância do valor Econômico sobre os demais. Note-se que esse perfil tem-se mantido imutável nas últimas cinco décadas, o que é preocupante, pois os valores Estético e Social são os menos pontuados, sendo que eles têm a ver com criatividade/inovação e pessoas, que são elementos essenciais face às demandas da era do conhecimento e inovação na qual nos encontramos – Indústria 4.0. Além disso, devemos sempre nos lembrar de que os sistemas e os recursos materiais tornam as coisas possíveis, mas são as pessoas que fazem com que elas aconteçam.
Outro aspecto relevante a ser ressaltado é que as pessoas decidem de acordo com, ou influenciadas pelo perfil de valores pessoais que esposam. Observando-se a Figura 2 novamente, notaremos que se trata de um perfil de GESTOR, cuja primeira preocupação quando decide é com resultados e a última com o impacto de suas decisões sobre as pessoas. Se, por outro lado, estratificarmos da amostra as respostas dos presidentes das melhores empresas em desempenho econômico-financeiro, e construirmos novamente o perfil médio, notaremos que as pontuações dos vários valores irão gravitar em torno de 12, que é a média da escala para cada valor. Teremos, então, o perfil de um LÍDER, ou seja, um perfil equilibrado, uma vez que todos os valores pessoais considerados são importantes para o desempenho das empresas.
Devemos nos preocupar, portanto, em quebrar o paradigma vigente de liderança, que é baseado em poder e autoridade, e focado apenas em um dos stakeholders, que é o acionista, e que, por via de regra, leva-nos à prática de jogos de “ganha-perde” em nossas organizações. Esses se tornam, inevitavelmente, jogos de “perde-perde”, com o passar do tempo, prejudicando, portanto, o desempenho dessas organizações, e trazendo grandes perdas à sociedade.
Um novo paradigma sugerido recentemente no 8º Fórum Global de Liderança, patrocinado pela UNESCO em junho de 2006 em Istambul, define liderança como sendo “um processo de influência, levando ao desenvolvimento humano e social”, devendo o líder ser:
Esse novo paradigma nos levará ao estabelecimento de jogos de “ganha-ganha” nos quais todas as partes interessadas saem ganhando, de forma contínua.
Liderança, nas palavras de Adel Safty, cadeira de Liderança da UNESCO, “em última instância tem a ver com o desenvolvimento humano; além disto ela não pode ir; menos do que isto não é liderança”.
Dessa forma, o atual cenário aponta para organizações que privilegiam valores equivocados, uma vez que esse é o perfil de executivo que perdura há décadas. Isso ocorre por três motivos: tal perfil é aceito nas organizações sem contestação, os conselhos de administração cobram dos executivos predominantemente resultados econômico-financeiros, e as próprias empresas que, ao selecionar “talentos” no mercado, optam por esse tipo de profissional.
Por tudo isso, ainda perpetua no universo organizacional um perfil de executivo totalmente inadequado às demandas da sociedade para as empresas do Século XXI. Não resta dúvida, portanto, que a liderança continua a ser, há milênios, um artigo de luxo no planeta. Outro aspecto é que liderança não é cargo, como quer mostrar a literatura a respeito do assunto, confundindo, por exemplo, cúpula das organizações como liderança. Como resolver este problema? A resposta é simples, apesar de a solução ser complexa: por meio do investimento na educação da população. Líderes se formam desde os primeiros anos da escola. Líderes que desenvolvam competência e autonomia nas pessoas, assegurando o desenvolvimento de sucessores, o crescimento prudente das empresas e, sobretudo, seu desempenho diferenciado, assegurando empresas longevas de forma sustentável. É neste momento que entra em ação a importância do uso de modelos no desenvolvimento e implantação de liderança nas organizações. Sabemos que modelos são reducionistas, porém quando eles são adequadamente construídos eles separam as poucas variáveis vitais das triviais permitindo, assim, o entendimento uniforme dos conceitos usados no modelo, bem como seu uso permite mensurações, auxiliando na definição de entregas críticas com métricas e metas ao longo de todos os níveis hierárquicos da organização, ou seja, todos passam a ter foco e trabalhar em prol do atingimento das metas estratégicas definidas no Planejamento Estratégico da organização, com o mesmo sendo desdobrado assegurando diálogo contínuo entre superiores imediatos e subordinados, forçando o relacionamento entre eles para possibilitar o processo de influência. Um modelo extremamente eficaz é o de Liderança Situacional de Hersey e Blanchard que já foi utilizado no treinamento de mais de 14 milhões de executivos em mais de 30 países.
Particularmente no momento atual, onde vivemos a quarta revolução industrial, com grande influência da evolução tecnológica (Inteligência Artificial/Robôs, Business Intelligence, internet das coisas etc.), ainda teremos como protagonista principal o lado humano das organizações, ou seja, mais importante do que hardware e software sempre teremos o peopleware. Aliás, as pesquisas atuais têm demonstrado que o grande desafio no desenvolvimento de lideranças é o lado comportamental (soft skills), mais do que o lado técnico e analítico, que serão mais bem desempenhados por avanços tecnológicos.
Para finalizar gostaria de abordar o tema motivação. Ninguém motiva ninguém, a motivação vem de dentro das pessoas, porém uma das características marcantes do líder é criar ambientes motivantes, e isso é feito através da estruturação do trabalho das pessoas aumentando gradativamente o escopo e a complexidade do trabalho (desafios), tendo um comportamento que leva os colaboradores aos sentimentos de pertença, ser compreendido, ser apreciado, fazer a diferença e ver que a vida no trabalho faz sentido. Como resultados para a organização teremos mais compromisso por parte de todos, maior produtividade e melhor bem-estar, tudo isso vai levar a organização à diferenciação em todos os aspectos.
Léo Bruno
Professor da BLB Brasil Escola de Negócios, consultor e membro do Global Leadership Forum da UNESCO.
Referência
BRUNO, Léo F. C. Personal Values and Leadership Effectiveness. Journal of Business Research, Vol. 1, No. 6, June, 2008.
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Desconhecer as Normas Brasileiras de Contabilidade, as chamadas NBCs, é uma das principais razões que levam à abertura de processos éticos e disciplinares nos Conselhos Regionais de Contabilidade no País. Profissionais e organizações contábeis muitas vezes não se atualizam e estudam as normas, fragilizando um sistema que deveria ser seguro para a empresa e para os […]
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Desconhecer as Normas Brasileiras de Contabilidade, as chamadas NBCs, é uma das principais razões que levam à abertura de processos éticos e disciplinares nos Conselhos Regionais de Contabilidade no País. Profissionais e organizações contábeis muitas vezes não se atualizam e estudam as normas, fragilizando um sistema que deveria ser seguro para a empresa e para os executivos.
É por essa razão que os conceitos precisam caminhar junto com a prática, para que o profissional de contabilidade tenha embasamento para trabalhar de acordo com o que a norma prevê.
A adoção das NBCs auxilia o contador para a melhor compreensão e a explicação de relatórios e demonstrações contábeis, dando ainda a possibilidade de aumentar a coesão com o mercado internacional. Isso sem falar na maior transparência às práticas contábeis, que trazem inúmeros benefícios para as empresas.
Regulamentadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), as Normas Brasileiras de Contabilidade unem regras, metodologias e considerações a respeito do que os profissionais atuantes no Brasil devem cumprir na área. É muito importante dizer que o não cumprimento dessas normas institui transgressão disciplinar sujeita a penalidades.
As NBCs incluem, além das normas, como o nome sugere, os chamados Comunicados Técnicos (CT) e as Interpretações Técnicas (IT). Enquanto estas planeiam as normas, inclusive com exemplos quando necessário, os primeiros são emitidos quando situações surgidas a partir de atos governamentais afetam, mesmo que temporariamente, as Normas Brasileiras de Contabilidade.
Para isso tudo, o Conselho Federal de Contabilidade sustenta Grupos de Trabalho que atuam constantemente para revisão e elaboração das NBCs, um processo permanente que leva em conta a realidade do contador e as diretrizes internacionais.
As Normas Brasileiras de Contabilidade seguiam, até 2006, o disposto na Lei nº 6404, de 1976, que trazia alguns procedimentos contábeis e ensinava os profissionais a respeito da contabilidade e das manifestações contábeis que deveriam ser feitas.
Em 2007, a Lei nº 11.638 transformou o cenário, fazendo com que a contabilidade brasileira passasse por um movimento de adaptação ao novo cenário internacional, num processo de convergência com as normas de contabilidade seguidas lá fora.
Alguns anos depois, em 2011, o Conselho Federal de Contabilidade elaborou a resolução n° 1.328/11, que apresentou uma nova composição para as Normas Brasileiras de Contabilidade, distribuindo-as em dois grupos: Profissionais (NBC-P) e Técnicas (NBC-T).
As primeiras, as Profissionais, estabeleceram regras de exercício profissional e classificaram-se em:
Já as Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas que falamos acima, constituem conceitos, procedimentos e regras aplicados na Contabilidade que se classificam em:
A norma NBC PG12 foi emitida pelo Conselho Federal de Contabilidade no final de 2014, apresentando o programa de Educação Profissional Continuada (EPC).
A norma já se aplicava aos auditores que possuíam a necessidade de atualização em razão das próprias características da profissão.
Em 2015 foram aplicadas poucas novidades e, mesmo assim, ainda restritas a um determinado grupo de profissionais. Em 2016, porém, outros profissionais e outras questões relativas à normatização foram incluídos.
De acordo com o próprio Conselho de Contabilidade, a Educação Profissional Continuada passou a ser reconhecida como uma atividade formal, com objetivo de manter, atualizar e expandir os conhecimentos e competências técnicas e profissionais da área.
As diretrizes da NBC PG12 têm a finalidade de provocar a educação dos profissionais da contabilidade, além de ser responsável pela criação de cadastros de qualificação técnica para estimular os processos de educação e a ampliação de parcerias com entidades de regulação e fiscalização da área contábil.
A EPC é obrigatória desde 2016 para um grande número de profissionais. Além dos auditores independentes, que já precisavam passar por, no mínimo, 40 horas de educação profissional continuada por ano-calendário, a partir daquele ano, todos os contadores com atuação como responsáveis técnicos em demonstrações contábeis ou que exerciam funções de chefia ou gerência na área contábil das empresas sujeitas à contratação de auditoria independente pela Comissão de Valores Mobiliários, pelo Banco Central do Brasil, pela Superintendência de Seguros Privados ou consideradas de grande porte, também passaram a precisar passar pela EPC.
Em 2018, os peritos contábeis também foram incluídos na norma, tendo que cumprir com atividades que garantem a pontuação obrigatória anual.
Essas atividades devem ser diversificadas e estar ligadas ao perfil do profissional. O objetivo maior é que estejam adequadas à experiência e à atuação profissional, buscando a melhorar o currículo do contador, de acordo com as melhores práticas do mercado.
Os profissionais da área contábil podem participar de cursos e treinamentos internos ou externos, além de reuniões técnicas internas de firmas de auditoria credenciadas que podem ser presenciais, a distância ou poderão misturar as duas modalidades.
A BLB oferece diversos cursos em sua Escola de Negócios, muitos deles certificados junto ao Conselho Federal de Contabilidade, e que permitem que os alunos obtenham pontos para cumprir com a norma. Clique e saiba mais.
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Os treinamentos in company BLB Escola de Negócios são a melhor alternativa de educação corporativa para empresas que estão em busca de qualificação para seus colaboradores, afinal, na era da transformação digital, tudo muda muito rápido. Estar em sintonia com os avanços nas práticas gerenciais e de governança é fundamental para se manter competitivo e em condições […]
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Os treinamentos in company BLB Escola de Negócios são a melhor alternativa de educação corporativa para empresas que estão em busca de qualificação para seus colaboradores, afinal, na era da transformação digital, tudo muda muito rápido. Estar em sintonia com os avanços nas práticas gerenciais e de governança é fundamental para se manter competitivo e em condições de crescer.
Na linha do que aponta a pesquisa Deloitte sobre educação corporativa, cada vez mais as empresas estão destinando recursos para formar e aperfeiçoar profissionais em seus quadros. Em média, as empresas pesquisadas estão investindo cerca de R$ 2 milhões por ano só para educar seus colaboradores.
Conheça as vantagens de investir no maior patrimônio que a sua empresa pode ter: o conhecimento. Avance na leitura para saber mais sobre o assunto!
Inovação é assunto muito sério. As empresas de ponta e as startups mais bem-sucedidas do mundo sabem disso. É o que comprova a lista da Forbes, que destaca as dez empresas brasileiras que mais investem em inovação.
Isso significa que a capacidade de acompanhar as mudanças no mercado é um elemento indispensável, da mesma forma que a gestão de pessoas e o controle financeiro são fatores que determinam o sucesso ou o fracasso do negócio.
Nesse aspecto, os treinamentos in company são a melhor resposta para quem precisa agregar capital intelectual às suas equipes. Como nas melhores universidades corporativas, sua empresa disponibilizará aos colaboradores toda uma infraestrutura pedagógica.
A diferença é que são cursos desenvolvidos conforme demandas muito específicas. Enquanto a educação corporativa é mais ampla e genérica, cursos in company atendem a propósitos mais focados.
Seus profissionais de contabilidade precisam se manter atualizados em relação às mudanças nas regras contábeis? A educação in company é uma boa resposta não só nessa, mas em outras áreas da sua empresa.
Os treinamentos in company BLB Escola de Negócios estão alinhados às mais modernas práticas de ensino. Em tempos de informação instantânea, seria contraproducente esperar que líderes, gestores e funcionários investissem em formação recorrendo apenas às instituições de ensino tradicionais.
As empresas podem e devem fazer mais pelas pessoas que são parte da sua história, e é por isso que podemos destacar os seguintes aspectos como vantagens dos nossos cursos:
Reduzir os custos em educação não equivale a poupar gastos na formação em si, mas em fazer uso mais inteligente dos seus recursos.
Não seria mais produtivo desenvolver um material didático e aulas de maneira a preencher 100% as lacunas de formação do seu pessoal? Sua empresa pode até estimular os colaboradores a fazer matrícula em outras instituições de ensino por meio de convênios, mas nem sempre o conhecimento adquirido fora é útil para objetivos muito específicos.
É por isso que o custo-benefício dos treinamentos in company é superior, afinal, são soluções educacionais desenvolvidas de acordo com as necessidades da sua empresa.
O fator tempo é e sempre será decisivo. Considere que, quando o aperfeiçoamento de pessoas depende de cursos que acontecem fora do seu espaço, perde-se tempo em deslocamentos, que poderia ser muito mais bem aproveitado.
Não menos importante, cursos desenvolvidos considerando as suas demandas respondem exatamente às dúvidas dos seus colaboradores. Assim, o tempo reservado representa ganhos reais, uma vez que é usado para agregar conhecimento realmente útil e aplicável ao dia a dia.
Uma pesquisa da LeadPix Survey revela que as experiências aprendidas são a principal fonte de motivação no ambiente de trabalho. Até mesmo em empresas nas quais aparentemente os empregados se sentem motivados, não se pode descuidar da necessidade de prover formação e aperfeiçoamento.
Nem sempre o profissional defasado tem consciência de sua própria desatualização face às mudanças, e cabe a você ajudá-lo na tarefa de aprimorar suas competências em regime permanente. O resultado disso são pessoas mais motivadas, com sede de saber e de aplicar o que aprenderam nas suas rotinas — o que, no final, gera retorno para todos.
Outra vantagem que deve ser destacada é que treinamentos in company são elaborados partindo das necessidades que a sua empresa apontar. Não se trata de aulas já estruturadas, mas de conteúdo programático compilado e redesenhado para se ajustar ao que você deseja.
A BLB Escola de Negócios foi fundada em 2015 pela BLB Brasil Auditores e Consultores, com o objetivo de proporcionar aprendizado prático e experiências transformadoras, potencializando executivos e empresas para as oportunidades no universo dos negócios.
Hoje, é um dos braços do Grupo BLB Brasil e oferece cursos nas áreas de contabilidade, tributos, finanças, gestão e liderança em diferentes modalidades presenciais e a distância.
Tem como diferencial a metodologia de ensino “Experience Learning” desenvolvida pela escola Perestroika. Esse é um método de aprendizado que valoriza o conhecimento empírico, por meio de ferramentas em que o aluno não só estuda o que deve ser feito, mas aprende com a prática.
Antes de implementar um curso, a BLB Escola de Negócios aplica um questionário de expectativa para os inscritos, o que pode resultar em um treinamento in company ou não. São perguntas que partem do geral para o específico, começando com:
Mediante as respostas, professores elaboram conteúdos personalizados que dialogam com esses objetivos. Essa estrutura curricular desenvolvida sob demanda resulta em tempo mais bem utilizado e aproveitamento total dos recursos investidos.
Atendendo às exigências de um mercado em constante modernização, a BLB Brasil Escola de Negócios atua com cursos nas áreas de:
Você também poderá optar por um dos cursos regulares que oferecemos no nosso site, caso entenda que algum deles se ajusta às necessidades dos seus colaboradores. Tenha certeza de que todos eles foram desenvolvidos para pessoas como você, que estão em busca de aperfeiçoamento com a última palavra em educação corporativa.
A cada dia, em cada tarefa executada, superação é o que nos move, provando que pessoas preparadas e comprometidas fazem diferença nas empresas.
Outra prova de excelência são as impressões que os profissionais das empresas parceiras têm sobre nossos cursos. O analista Daniel Teixeira, da Montecitrus, destaca que “o curso foi estruturado exatamente para atender às demandas específicas da empresa. Todo o conteúdo tratou exatamente dos interesses contratados, e só temos a elogiar”.
Para facilitar ainda mais o acesso da sua empresa aos nossos cursos, temos programas de descontos e facilidades para que todos saiam ganhando com uma parceria de crescimento:
Outros descontos podem ser concedidos, conforme campanhas especiais e pontuais, não sendo cumulativos aos descontos citados acima.
Com os treinamentos in company BLB Escola de Negócios, seus colaboradores, líderes e gestores estarão mais preparados para lidar com a rotina, sem perder de vista a capacidade de inovar. Essa é, afinal, uma característica das empresas bem-sucedidas, e que agora está ao seu alcance.
Para tirar dúvidas sobre os descontos nos cursos e treinamentos in company BLB Escola de Negócios, propor parceiras e saber mais sobre as possibilidades de educação que oferecemos, entre em contato conosco.
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Uma prática de gestão indispensável para estruturação de equipes corporativas eficazes é a utilização do mapa de competências. Ao considerar o estudo de particularidades importantes da personalidade, o mapeamento de competências torna possível conhecer o perfil dos profissionais de forma mais completa e detalhada. Dessa forma, essa perícia permite determinar com maior precisão para qual função de trabalho cada profissional está mais inclinado.
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Uma prática de gestão indispensável para estruturação de equipes corporativas eficazes é a utilização do mapa de competências.
Ao considerar o estudo de particularidades importantes da personalidade, o mapeamento de competências torna possível conhecer o perfil dos profissionais de forma mais completa e detalhada. Dessa forma, essa perícia permite determinar com maior precisão para qual função de trabalho cada profissional está mais inclinado.
Para entender o procedimento, vamos definir o conceito de competência e compreender quais são os elementos que a compõem. Confira!
De acordo com os teóricos da administração, competência é um sistema integrado de três elementos fundamentais (Conhecimentos, Habilidades e Atitudes) que resultam em um desempenho laboral característico.
Trata-se de uma visão de mundo, construída com base no conjunto de experiências pessoais e profissionais, que orienta as ações do funcionário em função de comportamentos anteriormente bem-sucedidos.
Nos currículos, os conhecimentos estão representados nas experiências profissionais conjugados com a formação acadêmica e também as experiências de intercâmbio.
Expressam as condições de o profissional realizar uma tarefa com base em um saber específico. Podem ser classificadas em dois tipos:
São sentimentos favoráveis ou desfavoráveis a pessoas, objetos ou ideias. Durante acontecimentos cotidianos, o indivíduo está predisposto a agir ou reagir de forma coerente com o sentimento interior que nutre por aquela interação social.
O preconceito, por exemplo, é um sentimento desfavorável, normalmente baseado em estereótipos depreciativos ou visões equivocadas, que pode estar direcionado não somente às pessoas, mas às profissões, organizações, clientes e até mesmo aos fornecedores.
Agir com ética, representa o inverso das práticas antissociais, pois significa estar inclinado ao respeito pelo ambiente profissional e pelas normas e leis da sociedade.
Podem ser identificados no currículo pela participação em trabalhos voluntários, causas sociais, clubes recreativos ou associações.
Durante a avaliação do profissional, além da verificação curricular, é possível identificar competências por meio da realização de provas e dinâmicas de recrutamento.
Na outra ponta, é muito importante conhecer todo o processo da cadeia produtiva para que não se perca nenhuma informação relevante para o mapeamento de competências do posto de trabalho.
De acordo com essas informações, é possível, por exemplo, saber qual é o nível de conhecimento a ser exigido dos candidatos e, consequentemente, estimar a faixa salarial e os custos com mão de obra previstos para preenchimento de uma vaga.
Em um segundo momento, por meio da criação de indicadores de produtividade, é possível fazer o acompanhamento das métricas estratégicas corporativas e compará-las com os números produzidos por cada colaborador. O estudo estruturado das competências em função das métricas de produtividade é chamado de gestão por competências.
Essa metodologia, permite ao gestor acompanhar, por meio da análise dos indicadores, a evolução dos funcionários sob a ótica das matrizes de competências definidas para cada função.
A gestão por competências é um processo contínuo de aprimoramento operacional que tem como matéria-prima o conhecimento sistemático da realização das atividades de trabalho em função dos conhecimentos, habilidades e atitudes de cada colaborador em relação ao seu posto de trabalho.
Sabe-se que todas as empresas têm, na convicção do seu criador, a causa determinante de sua criação. Portanto, o planejamento estratégico de cada empresa normalmente está fundamentada na mentalidade dos seus proprietários ou em conjunto com administradores de alto escalão.
Daí provém a importância da formalização dessas decisões por meio de Missão, Visão e Metas corporativas. Para que esses parâmetros sejam colocados em prática, os gestores de recursos humanos, junto aos gerentes setoriais, devem criar documentos bem definidos sobre as competências desejadas para o desempenho das atividades operacionais.
Essa prática reduz custos e potencializa lucros, uma vez que diminui os erros de contratação. Torna mais fácil a identificação de talentos durante o processo seletivo e permite a realocação adequada dos profissionais já contratados.
Além disso, ainda possibilita identificar fragilidades fornecendo informações valiosas sobre procedimentos inconsistentes, permitindo desenhar novos processos e manter a motivação das equipes realocando colaboradores em tarefas de trabalho mais adequadas às suas competências.
Ainda que, no curto prazo, o gestor esteja sobrecarregado e com pouco orçamento disponível, o mapeamento de competências apresenta-se como uma das soluções mais econômicas e sustentáveis para a remodelação de qualquer estrutura operacional.
Conforme vimos anteriormente, o preenchimento de qualquer posto de trabalho requer, minimamente, uma experiência educativa relevante, familiaridade com saberes tecnológicos somados à presença de uma inclinação emocional positiva direcionada à sociabilidade laboral.
Também conhecido como matriz ou mapa de competências, sua elaboração consiste em um estudo apurado dos elementos pessoais e profissionais que permitam o preenchimento do posto de trabalho pelos profissionais mais capacitados. Para melhor compreensão, vamos exemplificar de forma prática.
A descrição de um artigo define as dez habilidades mais encontradas nos cientistas de dados:
Além disso, o estudo aponta que, em geral, os profissionais possuem muitas diferenças entre si, principalmente àquelas relacionadas às áreas de formação e habilidades técnicas. Diante desse cenário, como saber qual profissional é o mais apto para o cargo?
Serão determinantes para tomada dessa decisão os seguintes elementos:
Deve-se conhecer detalhadamente os softwares disponíveis na empresa para realização do trabalho. Mesmo que um cientista de dados conheça as práticas de lógica de programação, em alguns casos pode ser melhor contratar um profissional com larga experiência na linguagem computacional mais compatível com a dos aplicativos utilizados na empresa.
Deve-se ser capaz adequar-se à cultura organizacional empresarial. Ou seja, o profissional deve estar apto a compreender as práticas informais que permeiam as atividades produtivas da empresa.
Em qual indústria e setor (serviços, indústria ou comércio) a empresa atua. O conhecimento do funcionamento de uma indústria tende a favorecer a alocação de profissionais que já tenham experiência no segmento, pois o período para adaptação também tende a ser menor.
Além disso, conhecer os motivos de desligamento das experiências anteriores fornece informação valiosa para compreender o temperamento e as competências de um candidato.
Por fim, devido a todos esses motivos, cada vez mais empresas têm se beneficiado do mapa de competências para realizar o recrutamento em suas empresas e para elaborar a reestruturação operacional por meio desse método de gestão motivador de equipes.
Esperamos que você tenha gostado do nosso artigo sobre mapas de competência e convidamos você a curtir nossas páginas no Facebook e no LinkedIn!
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Saber como elaborar um programa de treinamento é indispensável para promover atividades bem-sucedidas na área de desenvolvimento de pessoas. Não por acaso, trata-se de um conhecimento importante para os gestores e analistas de recursos humanos.
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Saber como elaborar um programa de treinamento é indispensável para promover atividades bem-sucedidas na área de desenvolvimento de pessoas. Não por acaso, trata-se de um conhecimento importante para os gestores e analistas de recursos humanos.
O problema é que nem todos tiveram a oportunidade de aprender as melhores práticas da área. Com efeito, é comum que os profissionais tenham dúvidas e dificuldades na hora de estabelecer as estratégias de qualificação dos colaboradores.
Por isso, este post aborda as etapas do processo de elaboração de um bom programa de treinamento. Ao seguir as instruções abaixo, você poderá planejar e implementar uma capacitação adequada na sua empresa. Confira!
Como você já deve saber, o bom desempenho do colaborador é fruto de um conjunto de fatores — da disponibilidade de materiais até a motivação para exercer as tarefas do cargo. Assim, é bastante comum que o RH lide com uma longa lista de indicadores.
Ocorre que, em meio a tantas preocupações, existe um item indispensável: o nível de conhecimento e técnica necessário para criar o valor exigido pelo negócio. Sem o domínio da serra, não há marcenaria, não é mesmo?
Por isso, um currículo invejável, normalmente, traz um farto domínio teórico e prático sobre os assuntos da função pretendida, especialmente em itens como formação, experiência e habilidades. Trata-se de um filtro do qual as empresas dificilmente abrem mão nos recrutamentos.
No entanto, essa preocupação não pode estar restrita à entrada de colaboradores na organização. Mesmo que, inicialmente, a pessoa domine as melhores técnicas de sua área, os estudos continuam e as novidades surgem a todo momento.
Além disso, nos últimos anos, a tecnologia aumentou a velocidade com que as mudanças acontecem. Atualmente, um profissional que passar um longo período sem se atualizar dificilmente se manterá entre os mais qualificados.
O potencial do capital humano das empresas sofre uma deterioração constante, pois, gradualmente, as pessoas se distanciam das tendências e das práticas mais indicadas para seus cargos. Por isso, é fundamental que as organizações invistam em treinamentos para repor o nível técnico e, se possível, aumentá-lo.
Os treinamentos visam à incorporação de conceitos, informações, atitudes e habilidades pelos profissionais. Geralmente, essas capacitações estão vinculadas ao exercício das atribuições de um cargo, quer seja a função atual do colaborador, quer seja para o seu crescimento contínuo.
Nesse sentido, o primeiro caso é, muitas vezes, chamado de “treinamento em sentido estrito”, enquanto o segundo recebe o nome de “desenvolvimento”. No entanto, a palavra “treinamento” pode se referir a ambos os casos.
Por outro lado, é comum que a qualificação esteja voltada para a obtenção de um conjunto específico de competências previamente mapeadas e compatíveis com as estratégias da organização. É o caso dos treinamentos de reciclagem de contadores, liderança, gestão, entre outros.
Além disso, com o exame detalhado das necessidades técnicas e intelectuais, as exigências são desdobradas a nível geral (negócio como um todo), setorial (departamentos e divisões) e individual (cargos e funções), sempre em busca de entender as particularidades da empresa.
Para tanto, o processo de treinamento — conforme esclarece ldalberto Chiavenato em “Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações” (3ª ed, 2010, pág. 368/369) — está dividido nas seguintes etapas:
1. diagnóstico: é o levantamento das necessidades ou carências de treinamento a serem atendidas ou satisfeitas. Essas necessidades podem ser passadas, presentes ou futuras;
2. desenho: é a elaboração do projeto ou programa de treinamento para atender às necessidades diagnosticadas;
3. implementação: é a execução e a condução do
programa de treinamento;4. avaliação: é a verificação dos resultados obtidos com o treinamento.
A seguir você verá mais informações sobre essas quatro partes, com ênfase em como elaborar um programa de treinamento. Acompanhe!
O passo anterior ao programa de treinamento é o levantamento de quais seriam as necessidades da empresa. Trata-se de buscar os pontos em que as habilidades, as atitudes, as informações e os conceitos do colaborador, do setor ou da organização são insuficientes para atingir o desempenho esperado.
Esse quadro é essencial para evitar o desperdício de recursos. Afinal, de nada adiantaria promover uma capacitação sobre conteúdos desvinculados às atribuições dos cargos, tampouco revisar assuntos em que não há nenhuma defasagem.
Por outro lado, o diagnóstico pode ser realizado de diferentes formas, embora o objetivo seja verificar uma distância entre o que se tem e o que se deveria ter, em termos de competências, resultados e demais indicadores. Os métodos podem ser os seguintes:
Nessa etapa, o segredo é buscar a compreensão das particularidades da organização, de modo que, ao elaborar um programa de treinamento, seja possível chegar a um avanço significativo de eficácia, eficiência e desempenho dos colaboradores.
Com o diagnóstico em mãos, os responsáveis precisam desenvolver um treinamento capaz de reduzir a distância entre a qualificação existente e a necessária.
Esse programa, seguindo a fonte citada acima (pág.376), pode ser estruturado a partir de sete questionamentos.
Atualmente, o mercado oferece um grande número de metodologias para realizar a capacitação — o ideal é que os profissionais de RH conheçam as principais para efetuar uma escolha adequada às necessidades internas. Os principais tipos de treinamento são os seguintes:
Além disso, outro passo importante para auxiliar a implementação do programa é a elaboração de um plano de ação — ou seja, das tarefas que precisam ser executadas para que a estratégia seja bem-sucedida. Então, considere os seguintes passos ao montar um treinamento:
A última parte da elaboração de um programa de treinamento é verificar se as expectativas foram atingidas. Essa análise pode ser feita com diferentes critérios e considera tanto a base de dados formada ao longo das sessões como os acompanhamentos posteriores. Veja alguns pontos importantes:
Vale ressaltar que a análise crítica do programa será fundamental para promover a melhoria das ações futuras. Por isso, busque sempre padronizar as ações bem-sucedidas e corrigir os erros.
Como demonstramos, o treinamento de colaboradores é uma atividade vital para o sucesso e o crescimento da organização. Logo, o desenvolvimento das quatro etapas de elaboração do programa devem ser conduzidas com o máximo de zelo e eficiência.
Não por acaso, conhecimento e experiência são atributos importantes. Afinal, os responsáveis precisam tomar uma grande quantidade de decisões e cada uma delas pode levar ao desperdício dos recursos investidos.
Um erro na escolha do tipo de treinamento, por exemplo, pode causar um desenvolvimento insuficiente das competências — logo, os objetivos estabelecidos não serão alcançados.
Então, é recomendável que os profissionais de RH busquem o auxílio de escolas especializadas em elaborar um programa de treinamento e colocá-los em prática. Só assim as necessidades da empresa serão plenamente atendidas.
Para entender um pouco mais sobre esse serviço, entre em contato com a nossa equipe e veja como podemos ajudar na capacitação dos profissionais da sua empresa!
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O sucesso de um empreendimento está diretamente relacionado com uma boa gestão e um time bem preparado para exercer suas atividades e criar mais alternativas de negócios. Não por acaso, o treinamento e desenvolvimento de pessoas é o caminho ideal para que as organizações consigam ultrapassar os obstáculos e alcançar os objetivos traçados.
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O sucesso de um empreendimento está diretamente relacionado com uma boa gestão e um time bem preparado para exercer suas atividades e criar mais alternativas de negócios. Não por acaso, o treinamento e desenvolvimento de pessoas é o caminho ideal para que as organizações consigam ultrapassar os obstáculos e alcançar os objetivos traçados.
De outro modo, profissionais sem preparo não são capazes de oferecer as competências necessárias para o bom desempenho e crescimento das corporações. A falta de capacitação gera altos custos com falhas e repetição de processos, o que resulta na insatisfação de clientes.
Em razão disso, o treinamento é a ferramenta mais adequada para o desenvolvimento de habilidades e competências nos colaboradores, tornando-os mais produtivos, criativos e inovadores, a fim de que contribuam para que as companhias se tornem cada vez mais competitivas.
Neste artigo, você encontrará os aspectos mais importantes sobre esse tema para melhorar a estruturação e maximizar o quadro econômico e social da sua empresa. Acompanhe!
Embora, muitas vezes, sejam tomados como sinônimos no mundo corporativo, treinamento e desenvolvimento são coisas distintas, com diferentes aplicações. Veja mais detalhes:
Consiste em uma capacitação bastante pontual, orientada para o presente, objetivando mudanças em curto prazo. Por isso, é um método elaborado e aplicado em horas, dias ou, no máximo, semanas.
Com foco no cargo atual, busca melhorar aquelas habilidades e competências técnicas relacionadas com o desempenho imediato, necessário para uma nova demanda, função ou área da empresa.
Também podem ser direcionados para corrigir e otimizar determinadas questões, como nível de produtividade, eficiência, gestão de tempo ou melhoria da qualidade do trabalho.
É uma estratégia contínua de aprendizado que promove transformações e aperfeiçoamento em médio e longo prazo, tanto para o colaborador (individualmente) e para as equipes quanto para a organização e os resultados que ela obtém.
Por meio do desenvolvimento, o empregado evolui ao longo do tempo, passo a passo, a partir das próprias experiências, erros e acertos, sendo conduzido por meio de um processo que, aos poucos, vai agregando qualificação, conhecimento e know-how.
Geralmente, focaliza os cargos a serem ocupados futuramente e as novas habilidades e competências que serão requeridas. Nele, também podem ser realizados alguns treinamentos, bem como o auxílio de um coaching profissional.
Essa é uma ferramenta muito benéfica para a empresa, que passa a contar com funcionários qualificados, mais motivados e engajados, que se sentem parte fundamental dos resultados alcançados.
Para facilitar o entendimento das principais diferenças entre treinamento e desenvolvimento de pessoas, elaboramos a tabela abaixo:
|
Treinamento |
Desenvolvimento de pessoas |
|
Curto prazo |
Longo prazo |
|
Foco em melhorar o condicionamento da pessoa para a execução de tarefas |
Foco no crescimento da pessoa por meio do CHA: Conhecimento, Habilidade e Atitude |
| CHA não é atendido de forma sistêmica |
Ação continuada de aperfeiçoamento do CHA |
| Aprendizagem passiva, na qual o trabalhador recebe o conhecimento pronto para assimilação |
Aprendizagem ativa, na qual o trabalhador é protagonista do seu desenvolvimento |
| As instruções devem ser colocadas em prática imediatamente |
Existe um tempo para a incorporação progressiva do aprendizado |
Mais do que alicerce para os resultados da empresa, a implementação do treinamento e desenvolvimento de pessoas promove engajamento, motivação e, principalmente, retenção de talentos. A seguir, confira seus principais benefícios.
É por meio da capacitação que os colaboradores compreendem os valores, a filosofia e as políticas da instituição. São as informações e os conhecimentos adquiridos no treinamento de equipe que auxiliarão no desempenho das atividades, para que tudo seja realizado de acordo com as normas do empreendimento.
Os profissionais que passam por esse processo ficam aptos a exercerem com mais qualidade as tarefas diárias, já que adquirem um conhecimento mais aprofundado sobre sua área de atuação.
Nesse sentido, a presença no treinamento de funcionários independe do currículo de cada um, ou seja, todos devem participar, do iniciante ao mais experiente. Mesmo os que têm muitas qualificações devem passar por um preparo direcionado para as diretrizes da entidade.
Um bom programa de treinamento ainda proporciona os seguintes benefícios:
O desenvolvimento de pessoas é uma troca de experiências que forma profissionais com mais gabarito e, nesse sentido, a entidade que investe em tal ferramenta de gestão está cuidando do seu principal ativo.
Esse processo incentiva os colaboradores a mudarem posturas e comportamentos, estabelecerem novas conexões e relacionamentos, e buscarem respostas por conta própria, tanto internamente quanto em outros lugares.
O aprimoramento serve ainda para o desenvolvimento de liderança. Assim, os líderes podem multiplicar seus próprios conhecimentos, desenvolvendo novas competências e relacionamentos interpessoais proveitosos.
Dessa forma, a organização passa a contar com trabalhadores mais preparados e que conhecem bem a cultura e diretrizes organizacionais, aumentando as chances de promoções dentro da própria unidade, enquanto a necessidade de recrutamento externo diminui.
Um bom programa de desenvolvimento de pessoas também proporciona os seguintes benefícios:
O capital humano das instituições — desde o mais simples operário ao mais alto executivo — tornou-se vital para o sucesso e a sobrevivência em um mundo de economia globalizada e instável. Ele é o grande diferencial competitivo das entidades bem-sucedidas.
Para garantir os melhores resultados, as organizações precisam de funcionários experientes, ágeis, empreendedores, com ideias inovadoras e dispostos a assumir riscos. São eles que, efetivamente, fazem a teoria se tornar prática e, para conseguir isso, é imprescindível investir em treinamento e desenvolvimento de pessoas.
Por isso, a gestão de pessoas deve criar condições para a formação profissional, permitindo que seus colaboradores possam avaliar o seu poder de contribuição no trabalho e conciliar suas expectativas com as da companhia de forma dinâmica.
Vale ressaltar que a ausência de programas de aprimoramento pode gerar diversos prejuízos para o negócio, já que, quando ocorre somente por meio das experiências diárias, o exercício da função pressupõe a prática de tentativa e erro até que o resultado esperado seja alcançado.
Os processos de treinamento e desenvolvimento de pessoas são ferramentas utilizadas na gestão do capital humano para reter e desenvolver os talentos nas organizações. Contudo, esses procedimentos passam por alguns princípios básicos que jamais devem ser negligenciados, para não haver o risco de fracasso. Os princípios são:
Observe que seis dos princípios estão diretamente ligados às pessoas. Isso mostra o quanto o fator humano é importante na implementação de um processo de gestão do conhecimento.
Se o principal objetivo das empresas é inovar e gerar conhecimento — seja em forma de novos produtos e serviços, seja em forma de melhorias nos processos —, então, o capital humano é mais bem empregado quando os indivíduos dedicam a maior parte do tempo e do talento às atividades que resultam em inovação.
Basicamente, o capital humano se desenvolve de duas maneiras: quando a corporação utiliza mais o que as pessoas sabem e quando um número maior de pessoas sabe coisas que são mais úteis para o negócio.
Assim, para usar mais os que elas sabem, as instituições devem criar oportunidades de tornar público o conhecimento privado. E, para liberar o que já existe dentro do empreendimento, é necessário investir em sólidos programas de treinamento e desenvolvimento de pessoas.
No atual cenário econômico-financeiro, as companhias não podem se dar ao luxo de utilizar esse capital de forma tão ineficiente.
É extremamente importante conhecer novas formas de oferecer treinamentos aos seus colaboradores. Confira 5 tipos que estão sendo largamente utilizados no mundo corporativo.
Promover o desenvolvimento de técnicas e habilidades é uma forma altamente relevante para preparar os trabalhadores de acordo com os interesses da corporação.
Esse tipo de treinamento tem como objetivo desenvolver as competências que os profissionais já apresentam, buscando contextualizar o seu potencial. Desse modo, eles terão condições de contribuir para o aumento da produtividade e de produzir melhores resultados. Além disso, permite que consigam resolver diversas situações com certa autonomia, para elevarem a sua autoconfiança.
Esse tipo de treinamento é direcionado para todos os que ocupam cargos de gestão, pois são peças fundamentais para o sucesso da empresa e para a motivação dos liderados.
Gerenciar um departamento ou mesmo a corporação como um todo é uma tarefa muito difícil e complexa, que envolve recursos materiais, humano e subjetivo. Por isso, o treinamento de liderança tem um foco um pouco diferente.
Eles precisam desenvolver habilidades diferentes em relação à gestão de pessoas — para que saibam conduzir seus times de forma coordenada, dirigindo-os para alcançar as metas estabelecidas — e, principalmente, à tomada de decisões.
O comportamento e as palavras do líder impactam decisivamente na produtividade, contribuindo de forma efetiva para elevar os níveis de padrão de desempenho.
O objetivo principal desse tipo de treinamento é desenvolver da melhor maneira possível o nível de comunicação e linguagem de todo o time. Dessa forma, as atividades poderão ser realizadas com mais rapidez e naturalidade, considerando que o nível de entendimento entre os colaboradores e os líderes passa a ser muito mais claro e objetivo.
É imprescindível utilizar uma boa comunicação em reuniões e apresentações para que as metas, estratégias e projetos sejam compreendidos e possam ser executados com eficiência. O resultado é a melhoria dos processos, da produtividade e, sobretudo, da qualidade no relacionamento humano, integrando ainda mais os funcionários.
Serve para promover a aproximação das pessoas no ambiente de trabalho. Nele, há um tipo de aprendizado multilateral, no qual todos aprendem e ensinam simultaneamente, trocando experiências em grupo. As formas de investir nesse tipo de treinamento são as seguintes:
É um tipo de treinamento mais completo, que tem como finalidade o desenvolvimento pessoal e profissional dos empregados. Por meio do coaching, o indivíduo consegue desenvolver habilidades que vão além de questões relacionadas à profissão.
Por exemplo, melhor gestão do tempo, controle de estresse e satisfação pessoal. Muitos funcionários, inclusive, voltam ou começam a praticar esportes, gerindo suas rotinas de forma mais organizada.
Existem diversos outros tipos treinamentos que podem ter uma relevância maior ou menor. A empresa deve identificar qual é a forma mais eficaz de manter o seu time sempre disposto a melhorar e crescer por meio dessas iniciativas voltadas à educação profissional.
Confira mais opções de treinamento que sua instituição pode utilizar para desenvolver seus colaboradores:
O programa de treinamento e desenvolvimento de pessoas adotado pela companhia deve oferecer acesso a um aprendizado permanente aos colaboradores e com estruturas focadas para todos os departamentos.
Assim, a sua aplicação prática na gestão do negócio obterá os melhores resultados. Confira algumas dicas de como planejar as ações.
A primeira etapa corresponde ao diagnóstico preliminar das necessidades organizacionais. Com ele, gestores e outros profissionais de RH buscam identificar os pontos que devem ser trabalhados, respondendo a algumas questões essenciais:
Para que o projeto seja bem-sucedido e tenha o retorno de investimento (ROI) desejado, é fundamental elaborar um bom planejamento. Essa etapa pode ser compreendida como o esboço do plano de capacitação, para que as necessidades diagnosticadas sejam atendidas, estabelecendo previamente:
A execução do plano constitui a terceira etapa do processo de treinamento e desenvolvimento de pessoas. Quanto mais minucioso for o planejamento, mais a corporação estará preparada para a prática de instrução e aprendizagem. Nessa fase, devem ser realizadas as seguintes ações:
A etapa final é a avaliação dos resultados obtidos. Um dos grandes problemas relacionados a qualquer programa de treinamento refere-se à avaliação de sua eficiência, que deve considerar dois pontos principais:
Para tanto, os gestores devem utilizar mais de uma estratégia, garantindo uma visão mais ampla dos efeitos. Podem utilizar, por exemplo, as seguintes ações:
Se o treinamento envolve aquisição de conhecimento técnico, por exemplo, aplicar avaliações de conteúdo pode ser muito relevante. Por meio das respostas, é possível definir se o conteúdo foi bem absorvido pelos profissionais.
A opinião dos colaboradores sobre as capacitações é essencial para receber sugestões e críticas que possam promover melhorias. Se perceber que os funcionários hesitam muito em falar, ofereça questionários anônimos.
Observe se houve melhorias dos problemas que desencadearam a necessidade das capacitações e se apareceram novas dificuldades. Além disso, busque observar as posturas da equipe.
Para definir quais competências precisam ser desenvolvidas em um processo de treinamento, utilize ferramentas de análise de trabalhadores, como:
Os treinamentos podem ser realizados de diversas formas. Basta analisar com cuidado quais são as necessidades de sua organização.
O desenvolvimento pessoal de cada trabalhador também pode ser implementado de várias maneiras, mas é preciso deixar claro para os funcionários a diferença entre treinamento e desenvolvimento. Assim, não haverá dúvidas sobre o que a empresa está oferecendo.
Para aplicar o desenvolvimento, siga os seguintes passos:
Como você pode perceber, um bom programa de treinamento e desenvolvimento de pessoas é capaz de causar impactos bastante positivos nos resultados das organizações, e é justamente por isso que vem sendo cada vez mais valorizado.
Agora que você adquiriu um bom conhecimento sobre treinamento, aprofunde-se no assunto com nosso eBook gratuito “Como e por que oferecer treinamentos na sua empresa?”.
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Que tal conhecer um case de sucesso envolvendo um aluno de nossos cursos EaD, especificamente os de Instrumentos Financeiros e Ativos Biológicos? Neste exemplo, mostraremos como eles contribuíram diretamente para o sucesso profissional do aluno.
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Que tal conhecer um case de sucesso envolvendo um aluno de nosso curso EAD, especificamente o de Ativos Biológicos? Neste exemplo, mostraremos como ele contribuiu diretamente para o sucesso profissional do aluno.
Veja como foi a experiência dele, como ele encontrou o curso e sua experiência com a plataforma, bem como as necessidades e carências que foram supridas pelas áreas escolhidas.
Então, acompanhe-nos neste breve artigo contendo o relato desse aluno e veja como nós também podemos ajudar você a encontrar a melhor e mais completa formação para agregar valor à sua carreira.
O entrevistado do nosso case é o aluno Renato Alberto de Paula do Carmo, que é coordenador de Controladoria da Usina Cerradão. Ele é bacharel em Ciências Contábeis, formado em 2006, e desde 2009 atua nesse mesmo cargo, sendo o responsável pelas demonstrações financeiras da usina.
O curso de Ativos Biológicos prepara o aluno para entender os principais conceitos, definições e formas de mensuração e contabilização desses elementos de acordo com as normas de contabilidade brasileiras e internacionais. Esse curso totaliza um montante de 32 horas.
As aulas e demais materiais são disponibilizados em uma plataforma na modalidade EAD e podem ser acessados a qualquer hora e em qualquer lugar dentro de um período de 90 dias.
Dessa forma, o aluno pode realizar todo o seu estudo nos horários que lhe forem mais convenientes, sem a necessidade de dirigir-se à unidade para assistir aos vídeos. Isso proporciona mais flexibilidade nos horários, tendo em vista que se trata de um profissional de grande importância na empresa em que atua e cujo tempo é algo bem restrito.
O objetivo do entrevistado ao realizar o curso foi, especialmente, aprimorar os seus conhecimentos na sua área de atuação, aqueles que são utilizados no dia a dia de trabalho, assim como para atender às constantes mudanças que a legislação que regulamenta essas questões sofre ao longo dos anos.
O curso atendeu todas as expectativas do Renato Alberto, e o que mereceu destaque foi a facilidade de acesso e manuseio da plataforma de EAD em que são disponibilizados os materiais dessa modalidade, além da metodologia de ensino.
O aluno ficou muito satisfeito com a forma intuitiva e simples que a plataforma de EAD proporciona, sendo uma facilitadora do processo de estudos e aprendizagem.
Ao adquirir um conhecimento, todas as pessoas têm o desejo de aplicá-lo. Afinal, de nada adiantaria você gastar tempo e dinheiro com um curso sem que os ensinamentos contidos nele possam melhorar a execução diária do seu trabalho.
Renato é responsável por toda a parte de controladoria da empresa e assina todas as demonstrações financeiras de cada safra em conjunto com os diretores e auditores da companhia. Portanto, ele deve estar sempre atento às novidades que a legislação traz a cada ano.
Dessa forma, o curso EAD possibilitou que ele conhecesse melhor essas normas, se atualizasse e otimizasse o seu trabalho, tornando-se mais efetivo e eficaz ao aumentar sua performance como um todo.
A atuação de um profissional dependerá, exclusivamente, da sua capacidade, força de vontade e conhecimentos. Assim como o Renato Alberto, acreditamos que um colaborador de alta performance seja criado desde a sua formação acadêmica, entretanto, os cursos de capacitação proporcionam um desempenho ainda maior para um profissional.
Ele já vinha executando um trabalho a um nível altíssimo de excelência, afinal, desde 2009 exerce essas funções em uma mesma empresa. Entretanto, competência nunca é de mais, e, nesse caso em específico, os cursos puderam contribuir para que o seu trabalho fosse ainda mais reconhecido.
Segundo o aluno, os diferenciais foram a grade, os assuntos abordados e a plataforma online, que elogiou bastante, considerando a facilidade e praticidade de acesso e possibilitando que ele pudesse estudar nos horários em que quisesse.
O curso tem videoaulas elaboradas por professor altamente qualificado e, principalmente, acostumado a transmitir conhecimentos a distância. Além disso, o aluno pode contar com um questionário de fixação, para garantir que os conteúdos realmente tenham sido absorvidos, e realizar uma avaliação final, que compreende todos os assuntos abordados.
Os cursos EAD também oferecem um fórum aberto, em que todos os outros colegas compartilham dúvidas e esclarecimentos a respeito do que está sendo estudado. Ou seja, é como se fosse uma boa conversa de sala de aula em um ambiente online.
O aluno matriculado também tem direito ao plantão tira-dúvidas. Basicamente, ele pode enviar e-mails com questionamentos relacionados ao curso durante os 90 dias de validade do seu acesso, contados a partir da confirmação de aquisição.
Outro diferencial que a BLB Brasil Escola de Negócios proporciona é a credibilidade perante grandes e importantes instituições, por ser credenciada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), o que garante a qualidade dos cursos em todo o país.
Por fim, a BLB Brasil Escola de Negócios é tão comprometida com o sucesso dos seus alunos, que, caso o curso adquirido não atenda às expectativas, o cliente tem a possibilidade de receber a devolução do dinheiro investido ou uma nova oportunidade, desde que se obedeçam as políticas internas para tais ações.
Como você pode perceber, o de Ativos Biológicos proporcionou uma alavancagem na carreira do Renato, colocando-o um degrau acima em sua área de atuação. Você pode obter os mesmos benefícios que ele, estudando a qualquer hora e de qualquer lugar.
Para isso, temos uma série de cursos e treinamentos que contribuirão efetivamente para o seu crescimento profissional. Gostaria de conhecê-los? Então, entre em contato conosco! Temos uma equipe especializada e pronta para atender você!
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Se você entende a importância que a educação tem no desenvolvimento profissional de alguém, então precisa também considerar as melhores formas para otimizar seu aprendizado. Estamos nos referindo a métodos, ou seja, uma definição de regras para estudar. Você tem o seu? Caso a resposta seja negativa, saiba que isso pode estar impedindo o seu sucesso.
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Se você entende a importância que a educação tem no desenvolvimento profissional de alguém, então precisa também considerar as melhores formas para otimizar seu aprendizado. Estamos nos referindo a métodos, ou seja, uma definição de regras para estudar. Você tem o seu? Caso a resposta seja negativa, saiba que isso pode estar impedindo o seu sucesso.
O ideal é que a pessoa adote uma metodologia de estudo para aprender e tenha a maior familiaridade possível com ela, para que, em função disso, seus resultados sejam satisfatórios.
É nesse sentido que apresentamos aqui a metodologia de ensino open source Experience Learning, da escola de criatividade Perestroika, que adotamos na BLB Escola de Negócios. Quer ir mais a fundo no tema, além de conferir algumas dicas que podem transformar a sua carreira? Então, vamos lá!
É bom diferenciar o que é modalidade daquilo que é metodologia, pois trabalharemos com os dois conceitos neste texto. Modalidade tem a ver com a forma como a educação é ofertada, enquanto a metodologia são os métodos e regras que guiam o aluno.
Adotando uma metodologia de ensino que tenha a ver com o seu perfil, você potencializa o aprendizado e faz disso um recurso fundamental para o seu desenvolvimento profissional.
Quanto às modalidades de ensino, já existem alternativas que podem contemplar perfeitamente as características de quem quer ou precisa estudar de casa.
Um exemplo é o ensino a distância (EAD), que aparece como solução não apenas para quem não tem tempo disponível para uma educação presencial, mas também para quem prefere estudar de maneira mais concentrada dentro de casa.
Independentemente da modalidade de ensino adotada, é importante estar pronto para render o máximo possível. É nessa lógica que entra a metodologia Experience Learning.
Experience Learning é um conceito que tem base na experiência vivida pelo aluno ao longo do aprendizado. Ela funciona bem quando é resultado da compreensão de valores fundamentais para a educação, como:
Isso significa que cabe ao aluno aprender a conhecer, a fazer, a conviver e a ser, em um sistema no qual a instituição de ensino deve criar um processo lúdico, em que as ideias são tiradas do papel e o aluno é estimulado a concretizá-las, dando vida à sua iniciativa ou, usando um termo moderno, ao seu espírito empreendedor.
Dessa forma, o espaço da instituição é onde as pessoas se encontram para, dotadas de pensamento inovador, darem vida a ideias e projetos, formando uma comunidade. A proposta é transformar por meio da experiência, sendo a instituição de ensino a responsável por criar o ambiente propício para a transformação.
É essa a metodologia desenvolvida e compartilhada pela Perestroika, que tem formado alunos de uma maneira completamente inovadora e eficiente.
No modelo proposto, e com o qual trabalhamos, a inovação surge como uma oportunidade para que os indivíduos tenham seus anseios respondidos, uma vez que é cada vez mais comum ver estudantes que já não se identificam com o modelo de ensino tradicional. Nesse sentido, temas como liderança, projetos e gestão ganham protagonismo, podendo ser mais bem trabalhados em função da realidade atual.
Pense no aprendizado como uma opção, não necessariamente como uma imposição. Essa metodologia, além de se basear na experiência, também busca oferecer mais diversão e leveza para o aprendizado, misturando educação e entretenimento.
A Experience Learning é constituída de 23 pontos, reunidos em quatro módulos: conteúdo, forma, emocional e estrutural.
Um dos benefícios é o protagonismo que a metodologia dá ao aluno. Por meio dela, acontece o chamado empoderamento criativo, ou seja, a criatividade é vista como uma habilidade que pode ser desenvolvida, e, nesse sentido, existe todo um relacionamento e interação social para aperfeiçoá-la.
Todas as ações, por mais que pareçam aleatórias, são amarradas de modo que o aprendizado respeite a metodologia. Assim, por exemplo, uma aula ser interrompida abruptamente por uma escola de samba tem um forte motivo: é o que, na Experience Learning, chamam de “treco”, uma experiência culminante, um grande acontecimento que serve justamente para reforçar a assimilação do conteúdo principal da aula.
Se você já pensou algum dia que a educação poderia ser menos formal ou que é possível aprender mesmo tomando uma cervejinha e trocando algumas ideias, então você já começou a entender a lógica por trás do método Experience Learning.
Parece loucura? Pois saiba que a Experience Learning é uma metodologia muito bem organizada e que leva à aula uma experiência comprometida com o aprendizado. Ela pode lidar tanto com o conteúdo, quanto com a forma, o emocional e o estrutural.
Como funciona? A metodologia do conteúdo, por exemplo, é desenvolvida com foco em seis aspectos:
É em função desse compromisso que as ações são desenvolvidas e levadas para a sala de aula. Valorizando aspectos como o conhecimento empírico e a experiência nos processos, assim como o uso de técnicas para que as aulas e módulos sigam uma narrativa única, o método garante o devido cuidado com o conteúdo e a sua profundidade.
Os outros grupos também são organizados em função de pontos que exigem do educador o cuidado especial não apenas para viabilizar o aprendizado, mas também para potencializá-lo. Para tanto, é preciso pensar na forma, e é nesse sentido que ações que facilitam a retenção são apresentadas.
É bom lembrar que existem diferentes modalidades de ensino EAD, que acontece quando professor e aluno não se encontram no mesmo local geográfico no momento da aula.
O EAD, na realidade, se adaptou às novas tecnologias, chegando hoje a ser utilizado por grandes universidades e organizações.
A educação feita por meio eletrônico é o que chamamos de elearning, um termo que significa electronic learning, que, traduzido para o português, quer dizer “aprendizado eletrônico”.
Trata-se de uma modalidade de ensino que acontece a distância, mas que tem base nos recursos tecnológicos disponibilizados pela internet. Uma variação desse método é o curso híbrido, no qual existe uma mescla entre o modelo presencial e as atividades realizadas a distância.
Enquanto o modelo presencial é desenvolvido no ambiente escolar e permite atividades como o estudo em grupo, valorizando as relações não somente com o professor, mas também com a turma toda; no EAD, é o aluno quem monta os seus próprios horários e determina como será o ritmo de estudo, tendo a tecnologia como ferramenta para construir seu conhecimento.
Outra modalidade é o curso in company, um recurso que pode ir direto ao ponto, resolvendo problemas específicos nas empresas. Nesse modelo, a ideia é levar especialistas até o ambiente corporativo para ensinar a equipe de acordo com a demanda do cliente, ou seja, é a empresa contratante que determina o que precisa ser ensinado e a maneira como isso será feito.
Na lógica corporativa, essa modalidade costuma ser mais efetiva em relação a outros modelos, em que o aluno muitas vezes recorre à educação para lidar com determinadas demandas pontuais e acaba perdendo tempo e não recebendo a devida orientação em relação ao que realmente pode ser efetivo em seu trabalho.
No modelo in company, a empresa tem como oferecer à sua equipe a educação como um benefício, dando aos profissionais condições para evoluir na carreira, e, para a gestão, a possibilidade de reter talentos.
É a solução ideal quando existe a necessidade por parte da empresa de intervir no coletivo da organização.
É a modalidade na qual não somente o desempenho do aluno é valorizado, mas também a sua frequência. Assim, para que ele possa concluir o curso, é exigido um percentual mínimo de participação nas atividades didáticas e presença obrigatória nas avaliações.
O ensino presencial é o formato mais tradicional existente. Nele, todo o conteúdo é apresentado em aulas nas quais tanto os professores quanto os alunos se encontram fisicamente no mesmo local ao mesmo tempo.
Além disso, esse tipo de ensino exige um ambiente físico para o encontro recorrente, horários fixados de aula de acordo com o turno das atividades, contabilização de frequência e contato direto entre professor e aluno.
De modo geral, podemos entender a evolução profissional como uma conjunção de fatores, entre eles, a capacidade de absorver conhecimento por meio da educação. Nesse sentido, encontrar as ferramentas certas para aprender melhor é fundamental para que você possa garantir o crescimento na carreira e encontrar boas vagas no mercado de trabalho.
O objetivo do texto foi dar condições para você avaliar as características disponíveis de cursos e escolas como primeiro passo rumo ao sucesso. Agora é com você!
Entendeu a metodologia de ensino da Perestroika? Gostou de saber sobre a Experience Learning? Então aprenda mais: conheça agora o nosso guia de sucesso para capacitação na área contábil!
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A profissão de contador passou por grandes mudanças nos últimos anos no Brasil, e essa transformação é vista de forma positiva. Os contadores precisam reciclar seus conhecimentos com frequência, pois só assim conseguem manter uma boa colocação no mercado perante a concorrência.
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A profissão de contador passou por grandes mudanças nos últimos anos no Brasil, e essa transformação é vista de forma positiva. Os contadores precisam reciclar seus conhecimentos com frequência, pois só assim conseguem manter uma boa colocação no mercado perante a concorrência.
Atualização é fundamental para o profissional que pretende alcançar uma posição de responsabilidade no meio corporativo, que a cada dia é mais disputado e requer conhecimentos específicos sobre a contabilidade brasileira. Os profissionais que buscam ir além do que é ensinado nos cursos universitários mostram seu interesse pela profissão e conseguem alcançar novas oportunidades na carreira.
Neste post, você vai saber quais são os seis melhores sites para contadores acompanharem, além de conhecer um pouco mais sobre a visão do mercado da contabilidade apresentada nesses portais. Acompanhe o texto!
Acompanhar as novidades da área contábil por meio de veículos de comunicação especializados é importante para o bom andamento do trabalho no dia a dia e para trocar informações com gestores durante o expediente — o networking também é uma ferramenta poderosa para o profissional que deseja alcançar objetivos concretos na carreira.
Sendo assim, listamos, a seguir, alguns dos principais meios de comunicação no ramo empresarial, contábil e tributário.
O site do CFC reúne as principais notícias do universo contábil. A instituição é uma autarquia especial corporativa, que comunica os contadores sobre palestras, eventos e conta com uma agência de notícias com informativos sobre as principais atualizações do setor de contabilidade.
O CFC tem uma visão de mercado atual e disponibiliza em seu site informações úteis, que ajudam o contador em uma atualização rápida. Além disso, ele é importante pelas palestras disponibilizadas virtualmente, que ajudam na formação de um contador, e por abordarem temas com informações relevantes. É um site confiável e de autoridade na área contábil.
Esse instituto foi criado em 1971, com o objetivo de unir duas empresas de contadores que, na época, trabalhavam de forma independente, o Instituto dos Contadores Públicos do Brasil (ICPB) e o Instituto Brasileiro de Auditores Independentes (IBAI).
O portal do Ibracon é um meio de informação atual e bem organizado, voltado para profissionais que buscam notícias rápidas e que auxiliam na formação profissional. O site ainda disponibiliza para os associados a Revista Transparência, que é uma exclusividade do instituto.
Criado em 1999, o site Contábeis reúne as principais notícias do setor tributário, econômico e empresarial (que engloba também a contabilidade). Tem uma ferramenta interessante que é o fórum de debates para contadores, no qual os profissionais podem criar networking e conversar sobre os principais assuntos da área — esse espaço virtual é considerado um dos melhores fóruns do setor.
O portal também disponibiliza assuntos importantíssimos sobre o universo contábil, o que o torna uma ótima fonte de notícias para consultas rápidas e diárias.
No ar há mais de uma década, o Portal da Classe Contábil é conhecido como uma das melhores fontes de informação sobre o universo da contabilidade no Brasil.
Os moderadores da página cedem espaço para publicação de artigos que abordam assuntos relacionados à área e oferecem a chance para contadores se candidatarem e terem a oportunidade de trabalhar como consultores no próprio portal.
Os cursos e artigos que o Portal da Classe Contábil disponibiliza ajudam na atualização profissional, trazendo clareza nas informações e eliminando dúvidas recorrentes relacionadas ao dia a dia de trabalho e ao ambiente corporativo.
O Conselho Regional de Contabilidade foi criado com o intuito de regulamentar a profissão de contador. Com sede em Brasília e presente em todos os estados da federação, como o CRC SP para contadores do estado de São Paulo, fiscaliza e desenvolve atividades para a valorização da profissão contábil.
O CRC do seu estado promove o cronograma de atividades e educação continuada para a classe contábil em parcerias com instituições de ensino, proporcionando descontos em universidades que oferecem cursos de contabilidade (graduação e pós-graduação, por exemplo).
Portanto, é uma ótima opção de consulta para você se manter atualizado diariamente nos assuntos pertinentes ao ramo contábil e fazer networking, já que o CRC faz convenções regionais e estaduais para promover o encontro de profissionais da área.
O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) é uma entidade autônoma que disponibiliza notícias para o profissional acompanhar a evolução das normas internacionais de contabilidade.
O site funciona como uma forma de união de diversas entidades, com o objetivo de suprir as necessidades de convergência internacional das normas contábeis, centralizar a emissão das normas da contabilidade no Brasil e representar o processo democrático na produção de informações do setor contábil.
Assim sendo, é uma fonte de informações sobre os pronunciamentos técnicos, orientações e interpretações das normas internacionais do setor.
A profissão de contador tem como natureza o desafio. Afinal, trabalhar com a parte financeira e pessoal de uma empresa é sempre uma tarefa de alta responsabilidade e que exige um alto nível de conhecimento e clareza na análise de dados.
Estar atualizado com as legislações e novidades do setor contábil é essencial para o bom desempenho da atividade e traz benefícios para a carreira, afinal, conhecimento é sempre bem-vindo e faz uma grande diferença na troca de informações com os colegas de profissão.
Sendo assim, ter boas alternativas de comunicação, como as opções que listamos neste post, são fundamentais para o profissional. Ao acompanhar fontes de notícias sobre o setor em que trabalha, você terá melhores dados/informações para levar em reuniões com gestores, conversar com os colegas de profissão e também para avaliar o próprio desempenho como profissional.
Os portais que sugerimos aqui são apenas seis das muitas opções de sites para contadores que existem na Internet atualmente. Pesquise por boas referências, peça a opinião de outros profissionais e mantenha-se sempre focado em oportunidades de desenvolvimento de carreira.
Esperamos que você tenha gostado das dicas e que essas sugestões possam ser realmente úteis para o seu trabalho. Se você gostou do texto, o que acha de compartilhá-lo em suas redes sociais? Até o próximo post!
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As habilidades de contabilidade não só podem ajudar profissionais de outras áreas como, muitas vezes, são requeridas para o bom desempenho de suas funções. Isso porque certos desafios exigem a combinação de conhecimentos.
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As habilidades de contabilidade não só podem ajudar profissionais de outras áreas como, muitas vezes, são requeridas para o bom desempenho de suas funções. Isso porque certos desafios exigem a combinação de conhecimentos.
Os exemplos nesse sentido são amplos. Gestores precisam compreender os balanços empresariais, advogados lidam com as liquidações de sentença e analistas de recursos humanos (RH) emitem folhas de pagamento, só para citar alguns casos.
Sendo assim, para entender as vantagens do estudo da contabilidade, continue a leitura deste texto. Ao longo do conteúdo, exploramos os benefícios desse conhecimento com mais detalhes. Não deixe de conferir!
Como já tivemos a oportunidade de esclarecer em nosso guia básico, a contabilidade estuda o conjunto de bens, direitos e obrigações de uma entidade, sob o ponto de vista de sua situação e variação.
Nesse sentido, as habilidades do setor dizem respeito aos métodos utilizados para compreender e realizar essa análise. O que pode abranger a aplicação dos conceitos básicos da matéria até a realização de cálculos matemáticos.
Contudo, vale ressaltar que a aquisição de competências por profissionais de outras áreas não requer o aprofundamento de um perito. Na verdade, o mais comum é a realização de cursos com o foco na parte da matéria que, de fato, terá implicações para a carreira do estudante.
Os conhecimentos de contabilidade dialogam com os de outras áreas, principalmente no momento de superar desafios. A seguir, você encontrará alguns exemplos importantes desse tipo de relação.
Um dos objetivos principais da contabilidade é fornecer informações concretas para que o gestor desempenhe seu papel. Isso inclui demonstrativos sobre a situação atual de uma empresa até projeções sobre as variações em um futuro próximo.
Nesse sentido, as habilidades contábeis auxiliam no planejamento, superação de crises, definição de estratégias, entre outros aspectos. Na verdade, podemos dizer que, de um jeito ou de outro, as questões financeiras sempre serão consideradas nas atividades administrativas.
Os documentos contábeis demonstram o cumprimento de obrigações jurídicas. Exemplos são os pedidos de cadastramento do Simples Nacional, a declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e os relatórios contábeis exigidos para o pedido de recuperação judicial.
Por outro lado, também existem casos em que a legislação faz referência aos conceitos contábeis, como em recuperações judiciais, processos de falência, decretação da insolvência civil, enquadramento tributário etc. Logo, sem o conhecimento da área, é difícil interpretar adequadamente o direito aplicável a cada circunstância.
A gestão de RH lida diariamente com documentos contábeis, relacionados aos colaboradores de uma empresa. Logo, o conhecimento de contabilidade é necessário para realizar as operações do setor.
Em muitos casos, o próprio departamento realiza os cálculos de pagamento, férias e rescisão dos colaboradores. Afinal, nem sempre as pequenas empresas contam com um contador para desempenhar essas tarefas.
Os médicos, dentistas, publicitários, advogados e demais profissionais liberais são forçados a empreender, porque precisam organizar suas atividades de maneira rentável. Do contrário, não haverá sustentação para o negócio, tampouco condições de crescimento.
Não ao acaso, as habilidades de contabilidade podem ser bastante úteis. A falta de controle financeiro é um dos fatores que prejudicam essas atividades, e a contabilidade fornece justamente subsídios para um empreendimento mais saudável.
No cotidiano de outras áreas, podemos identificar exemplos práticos de aplicação das habilidades e conhecimentos contábeis. A seguir, veja alguns casos.
Em conjunto com a criação e entrega de valor ao cliente, a saúde financeira é um dos pilares de um negócio. Com efeito, sempre existe um risco quando o gestor não tem habilidades contábeis.
Isso ocorre porque, sem o conhecimento mínimo para compreender a situação e a variação dos direitos, bens e obrigações, o administrador não estará convicto dos efeitos de suas decisões.
Embora possa confiar em seus analistas, que poderão adotar estratégias sem compreender todas as implicações para o empreendimento, aquele que efetivamente assume a responsabilidade pelas ações é o gestor.
Os documentos contábeis, quase sempre, são produzidos para profissionais de outros setores. Ou seja, os peritos da área não elaboram balanços patrimoniais, demonstrativos de caixa e outros informativos por esporte ou lazer, o objetivo é subsidiar decisões ou comprovar eventos.
Um exemplo é o do advogado que precisa desenvolver uma fundamentação jurídica a partir das informações financeiras de uma companhia, como ocorre em pedidos de gratuidade de justiça, processos de recuperação judicial e requerimentos de decretação de falência.
Outro é o do administrador que precisa tomar decisões, diagnosticar problemas ou buscar soluções, como descobrir por que a empresa não teve o resultado que se esperava, quais são os possíveis cortes de gastos, qual o custo de manter certos ativos etc.
Por fim, podemos citar o caso dos profissionais de recursos humanos. Esses desenvolvem atividades que mesclam conhecimentos de sua área com a de direito e contabilidade, como a gestão de folhas de pagamento, demissões e definição de cargos e salários.
Com um pouco de conhecimento, é possível entender muitos dos cálculos realizados por contadores. Trata-se de compreender como os profissionais chegam aos resultados apresentados a gestores, advogados, analistas de recursos humanos etc.
Isso pode ser essencial em casos práticos, como rescisões trabalhistas, liquidações de sentença, venda de ativos, teste de recuperabilidade e análise de demonstrativos, por exemplo.
Tanto os profissionais liberais como os integrantes da administração de uma empresa estão sujeitos a enfrentar crises, especialmente quando relacionadas a dificuldades financeiras de um negócio.
Nesses casos, as habilidades de contabilidade fornecem as informações necessárias para diagnosticar o problema e encontrar soluções. De fato, o domínio das projeções de patrimônio, caixa e resultado de exercício permite antever os efeitos das decisões nos bens, direitos e obrigações do negócio.
As projeções contábeis também são fundamentais para qualquer planejamento, seja de uma grande empresa, seja de um profissional liberal. Sem elas, os dados concretos sobre o negócio são abandonados e os objetivos, metas e estratégias são fundamentados em estimativas desprovidas de base científica.
Por exemplo, antes de contrair uma dívida, o gestor tem de saber se haverá recursos disponíveis para efetuar os pagamentos em dia, o que é obtido com uma projeção de fluxo de caixa.
Igualmente, para definir uma mudança de estratégia, será necessário projetar os resultados dos exercícios futuros e verificar a solidez do empreendimento. Isso exigirá o entendimento dos demonstrativos sobre o assunto.
Além de suas aplicações no cotidiano, as habilidades de contabilidade podem trazer benefícios para o profissional e para o negócio em que ele está envolvido. Ao aprendê-las, você pode melhorar seu currículo profissional e oferecer um pouco mais para clientes ou empregadores.
As habilidades de contabilidade são essenciais para resolver problemas, como ficou claro ao analisarmos suas aplicações. Logo, em muitos casos, estudar a área é um requisito para estar qualificado.
No entanto, mesmo quando é possível sobreviver sem esse conhecimento ou atuar em empresas que contam com contadores, o profissional pode melhorar as atividades que desempenha.
Isso ocorre porque ele terá uma melhor compreensão do negócio, além de estar habilitado para lidar com documentos contábeis e tomar decisões com essa base científica.
Imagine que uma empresa está em dúvidas sobre qual gerente deve ser promovido a um cargo importante. Provavelmente, se ambos demonstraram sólidos conhecimentos administrativos, a tendência será a busca por diferenciais.
Consequentemente, as habilidades de contabilidade podem pesar a favor de um profissional, e não são poucas as situações em que isso acontece. Na verdade, poderíamos citar inúmeros casos, como a contratação de advogados, aceitação na posição de administrador em consultórios médicos, envio de currículos profissionais etc.
Um terceiro benefício importante ocorre quando as habilidades de contabilidade se somam aos conhecimentos do profissional de outra área e formam uma função mais especializada.
Exemplos são os dos gestores e advogados com o foco na recuperação de empresas. Trata-se de uma função que exige essa combinação de conhecimentos. Não à toa, cursos com esse direcionamento geralmente têm módulos sobre contabilidade.
Adquirir habilidades de contabilidade produz resultados práticos, porque esse conhecimento fornece os subsídios para as atividades de outras áreas.
Para os gestores, isso significa uma compreensão mais adequada do funcionamento do negócio e possibilidade de tomar decisões melhores. O que reflete em uma maior rentabilidade e em melhores condições para o crescimento empresarial.
Igualmente, a gestão de RH também se torna mais eficiente, uma vez que passa a entender os impactos das decisões tomadas na organização como um todo. O analista da área saberá as consequências patrimoniais de contratar e demitir, bem como terá melhores condições de avaliar o custo-benefício de cada colaborador.
Por sua vez, os profissionais liberais podem utilizar esse conhecimento para organizar suas atividades, de modo a produzir melhores resultados e manter a saúde financeira mesmo de pequenos empreendimentos.
Já o advogado, além de utilizar o conhecimento na gestão de seu escritório, também pode se beneficiar em sua atuação jurídica. Afinal, um bom argumento, por vezes, depende da compreensão das informações contábeis que envolvem uma demanda.
Sendo assim, ainda que você não seja um profissional formado na área, existem ótimas razões para investir em habilidades de contabilidade e expandir seu campo de atuação.
Para descobrir como se qualificar, faça o download do nosso guia de sucesso para capacitação na área contábil e comece seus estudos imediatamente!
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