worth-the-read domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260tailor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260As novas regras da Contabilidade exigem mais dos profissionais, porque elas requerem interpreta\u00e7\u00e3o. Algumas das diretrizes foram introduzidas mais recentemente pela IFRS<\/a><\/strong> (International Financial Reporting Standard<\/em>)\u00a0de n\u00ba\u00a09.<\/p>\n Essa norma substituiu diretrizes anteriores das\u00a0Normas Internacionais de Contabilidade, que estavam vigentes at\u00e9 julho de 2014, mas tamb\u00e9m trouxe emendas \u00e0 especifica\u00e7\u00e3o de n\u00famero 7. Essas modifica\u00e7\u00f5es afetaram especialmente as pequenas e m\u00e9dias empresas (PMEs), ainda\u00a0que tamb\u00e9m impactem as empresas de grande porte.<\/p>\n Al\u00e9m disso, apesar de ser v\u00e1lida j\u00e1 h\u00e1 algum tempo, muitos contadores<\/a><\/strong> ainda t\u00eam d\u00favidas sobre esse regulamento. Voc\u00ea se identifica com essa dificuldade? Tem d\u00favidas sobre como adotar as melhores pr\u00e1ticas e princ\u00edpios para se encaixar a essa obrigatoriedade?<\/p>\n Para responder aos seus questionamentos e mostrar tudo o que voc\u00ea precisa saber sobre esse assunto, criamos este post, que abordar\u00e1 n\u00e3o s\u00f3 a regra geral, mas tamb\u00e9m a de n\u00famero 9 e suas atualiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n Ent\u00e3o, vamos come\u00e7ar a entender sobre as Normas Internacionais de Contabilidade?<\/p>\n S\u00e3o regras internacionais<\/a><\/strong> da Contabilidade emitidas pelo\u00a0International Accounting Board\u00a0<\/em>(IASB). Essa institui\u00e7\u00e3o tem como objetivo desenvolver normas cont\u00e1beis uniformes<\/strong> para elaborar e apresentar as demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis.<\/p>\n O objetivo do IASB \u00e9 normatizar as regras de Contabilidade em todo o mundo, permitindo a converg\u00eancia<\/strong> e auxiliando na interpreta\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0dos dados. Tudo isso contribuindo para\u00a0a melhoria da qualidade das informa\u00e7\u00f5es\u00a0que influenciam a tomada de decis\u00e3o.<\/p>\n Essas diretrizes espec\u00edficas pronunciadas pelo IASB n\u00e3o t\u00eam como base regras espec\u00edficas, sendo baseadas em princ\u00edpios.<\/p>\n A grande vantagem \u00e9 o uso de uma \u00fanica linguagem cont\u00e1bil em todo o mundo. Isso \u00e9 resultado da maturidade das rela\u00e7\u00f5es comerciais e\u00a0sociais.<\/p>\n O Brasil tamb\u00e9m participa desse processo. Por isso, em 2005, foi criado o Comit\u00ea de Pronunciamentos Cont\u00e1beis (CPC), que faz declara\u00e7\u00f5es de acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade.<\/p>\n A diferen\u00e7a \u00e9 que, antes, a Contabilidade brasileira estava voltada exclusivamente para o cen\u00e1rio do pa\u00eds. Desde 2007, especialmente, o foco principal \u00e9 o contexto mundial.<\/strong><\/p>\n Essas mudan\u00e7as foram implementadas pela Lei n. 11.638\/07<\/a><\/strong>, que especificou mudan\u00e7as para a escritura\u00e7\u00e3o e elabora\u00e7\u00e3o de demonstra\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n Isso traz mais transpar\u00eancia <\/strong>\u00e0s demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis das empresas. Al\u00e9m de haver mais reconhecimento e valoriza\u00e7\u00e3o do profissional de Contabilidade, que passou a atuar de forma mais estrat\u00e9gica<\/a><\/strong>.<\/p>\n Outro ponto importante foi a separa\u00e7\u00e3o entre a contabilidade fiscal e a societ\u00e1ria.<\/p>\n Nesse cen\u00e1rio, o contador passou a ajudar na tomada de decis\u00f5es relativas a\u00a0compras, investimentos, negocia\u00e7\u00f5es, vendas, entre outras. No caso das PMEs, o contador tornou-se ainda mais importante, sendo pe\u00e7a-chave para a rotina di\u00e1ria das empresas.<\/p>\n As Normas Internacionais de Contabilidade, como j\u00e1 afirmamos, n\u00e3o s\u00e3o\u00a0restritas a empresas de grande porte. As PMEs tamb\u00e9m devem adotar essas regras e \u00e9 importante especificar essa quest\u00e3o porque esse tipo de empresa comp\u00f5e\u00a0a maior parte da economia brasileira.<\/p>\n Segundo dados do Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)<\/a><\/strong>, existem aproximadamente 9 milh\u00f5es de micro e pequenas empresas no pa\u00eds. Elas respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB).\u00a0A produ\u00e7\u00e3o dessas empresas chegou a R$ 599 bilh\u00f5es.<\/p>\n Mas o que s\u00e3o pequenas e m\u00e9dias empresas? <\/strong>S\u00e3o aquelas que possuem faturamento anual menor que R$ 300 milh\u00f5es e um ativo total inferior a R$240 milh\u00f5es.<\/p>\n As primeiras mudan\u00e7as para PMEs foram implantadas pela Lei n. 11.638\/07. Mas tamb\u00e9m foi divulgada a Resolu\u00e7\u00e3o n. 1.152\/09<\/a><\/strong>, do Conselho Federal de Contabilidade (CFC<\/a><\/strong>).<\/p>\n Esses dados confirmam que \u00e9 necess\u00e1rio criar subs\u00eddios para a converg\u00eancia das PMEs<\/strong>. Por isso, foi criado o CPC PME, que assinala as regras a serem\u00a0seguidas por essas organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n A finalidade do CPC PME foi simplificar a ado\u00e7\u00e3o das normas internacionais pelas PMEs.<\/p>\n Uma das principais diferen\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s Normas Internacionais de Contabilidade para PMEs foi a obrigatoriedade de elabora\u00e7\u00e3o da Demonstra\u00e7\u00e3o das Muta\u00e7\u00f5es do Patrim\u00f4nio L\u00edquido e da Demonstra\u00e7\u00e3o do Fluxo de Caixa, sendo que ambos os documentos devem ser acompanhados de notas explicativas.<\/p>\n No entanto, voc\u00ea n\u00e3o deve encarar as novas regras como simples obriga\u00e7\u00f5es. Elas tamb\u00e9m trazem diversos benef\u00edcios \u00e0s PMEs. Veja alguns deles:<\/p>\n O primeiro benef\u00edcio que pode ser citado para as PMEs \u00e9 o econ\u00f4mico. A partir do momento em que a empresa adota as Normas Internacionais de Contabilidade, ela pode obter investimentos nacionais e at\u00e9 mesmo estrangeiros muito mais facilmente.<\/p>\n Al\u00e9m disso, a\u00a0avalia\u00e7\u00e3o dos bens \u00e9 realizada de forma transparente e verdadeira, porque est\u00e1 baseada em\u00a0um \u00fanico entendimento.<\/p>\n A ado\u00e7\u00e3o de regras internacionais facilita a tomada de decis\u00e3o. Isso porque os dados utilizados s\u00e3o concretos e indicam o real\u00a0status<\/em>\u00a0financeiro da empresa, garantindo que as escolhas feitas s\u00e3o as\u00a0mais acertadas.<\/p>\n As regras internacionais s\u00e3o criadas para trazerem mais transpar\u00eancia ao processo. O\u00a0que faz com que investidores e credores confiem mais nos documentos que seguem essas diretrizes.<\/p>\n Essa confian\u00e7a \u00e9 origin\u00e1ria da qualidade da informa\u00e7\u00e3o fornecida, da totalidade de dados disponibilizada e tamb\u00e9m da comparabilidade, j\u00e1 que empresas de um mesmo segmento econ\u00f4mico praticam as mesmas normas cont\u00e1beis.<\/p>\n Um dos pontos de questionamento dos contadores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 legalidade das Normas Internacionais de Contabilidade nas PMEs \u00e9 com rela\u00e7\u00e3o aos reais benef\u00edcios para esse tipo de empresa, considerando que tamb\u00e9m devem ocorrer perdas.<\/p>\n Muito se fala em melhoria da qualidade da informa\u00e7\u00e3o. Mas h\u00e1 a exig\u00eancia de um custo para a regulariza\u00e7\u00e3o da implanta\u00e7\u00e3o das normas, o que pode se tornar um entrave para os pequenos e m\u00e9dios neg\u00f3cios.<\/p>\n O primeiro ponto a se levar em conta nessa quest\u00e3o \u00e9 a capacita\u00e7\u00e3o dos contadores<\/strong>. Esses profissionais precisar\u00e3o se adequar ao refinamento das informa\u00e7\u00f5es ao gerar os demonstrativos e os dados cont\u00e1beis.<\/p>\n Por isso, qualquer profissional que j\u00e1 esteja atuando no ramo ou que esteja em forma\u00e7\u00e3o, precisa se especializar, estudando sobre as altera\u00e7\u00f5es de sistemas, formas de escritura\u00e7\u00e3o e planos de conta.<\/p>\n Ao mesmo tempo, ser\u00e1 exigida uma revis\u00e3o nos processos internos <\/strong>dos departamentos de contabilidade das empresas ou dos pr\u00f3prios escrit\u00f3rios de contabilidade.<\/p>\n Essas quest\u00f5es impactam diretamente as finan\u00e7as<\/a><\/strong> das empresas, ocasionando um custo mais alto.<\/p>\n Na pr\u00e1tica, muitas PMEs ainda relutam em adotar essas novas regras porque elas n\u00e3o consideram a diferen\u00e7a de faturamento entre as empresas que se enquadram como sendo de pequeno e m\u00e9dio portes.<\/p>\n Por exemplo: uma padaria de bairro que tem um faturamento baixo, tem as mesmas obriga\u00e7\u00f5es que uma empresa que fatura R$ 230 milh\u00f5es. A diferen\u00e7a de estrutura e preparo dos profissionais e, inclusive, dos empreendedores \u00e9 relevante nesse\u00a0exemplo, demonstrando um dos problemas causados pelas novas diretrizes cont\u00e1beis.<\/p>\n O que ocorreu \u00e9 que muitas PMEs acabaram contratando sistemas de gest\u00e3o (como os ERPs) para se ajustarem ao novo padr\u00e3o exigido.<\/p>\n Outro problema apresentado foi a reavalia\u00e7\u00e3o da vida \u00fatil dos ativos imobilizados<\/strong>. Isso requereu uma avalia\u00e7\u00e3o e um laudo t\u00e9cnicos\u00a0que considerassem os novos valores dos ativos.<\/p>\n Para que a recomenda\u00e7\u00e3o seja seguida (e os benef\u00edcios listados anteriormente atingidos), o ideal \u00e9 que a pequena e a m\u00e9dia empresa trabalhem de forma a integrar os setores administrativo e cont\u00e1bil<\/strong>.<\/p>\n O resultado \u00e9 uma gest\u00e3o<\/a><\/strong> mais estrat\u00e9gica e que confirma o papel do contador como central na empresa. Apesar disso, a grande maioria das PMEs n\u00e3o precisa divulgar as demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis, j\u00e1 que os dados s\u00e3o utilizados apenas internamente.<\/p>\n Por fim, a\u00a0Receita Federal do Brasil (RFB) reconhece\u00a0as novas diretrizes internacionais. No entanto, exige que as PMEs e tamb\u00e9m as demais empresas\u00a0realizem ajustes para n\u00e3o haver impactos nos c\u00e1lculos dos seguintes impostos:<\/p>\n Dessa forma, fica evidente que existe uma obrigatoriedade legal para que PMEs adotem o novo padr\u00e3o cont\u00e1bil, pois n\u00e3o existe outro padr\u00e3o a ser considerado no Brasil. Com isso, o resultado \u00e9 uma uma melhor aceita\u00e7\u00e3o do mercado, especialmente no caso de empresas que est\u00e3o buscando financiamentos de longo prazo.<\/p>\n Como j\u00e1 foi poss\u00edvel perceber, a interpreta\u00e7\u00e3o cont\u00e1bil n\u00e3o possui apenas uma vertente. E\u00a0isso n\u00e3o ocorreu somente no Brasil.<\/p>\n No mundo havia os modelos chamados\u00a0code law<\/em>\u00a0e\u00a0common law<\/em>. O Brasil participava do\u00a0code law<\/em>, que tinha uma preocupa\u00e7\u00e3o maior com as quest\u00f5es legais. Por isso, seus principais usu\u00e1rios eram o governo e os credores. Esse tipo de contabilidade tamb\u00e9m pode ser chamada de pr\u00f3-fisco.<\/p>\n J\u00e1 o\u00a0common law<\/em>\u00a0\u00e9 bastante diferente, sendo que seus principais adeptos s\u00e3o pa\u00edses europeus. Nesse caso, a predomin\u00e2ncia \u00e9 da ess\u00eancia sobre a forma, ou seja, cabe mais interpreta\u00e7\u00e3o, sendo que a lei n\u00e3o \u00e9 encarada como algo fechado.<\/p>\n Nesse contexto surgiram\u00a0as Normas Internacionais de Contabilidade, sendo que a primeira foi publicada em 2003. No entanto, o Brasil ainda relutava a aceitar esse modelo, optando por ficar com o padr\u00e3o americano.<\/p>\n Isso ocorria principalmente devido a dois fatores: o modelo americano era\u00a0mais adequado \u00e0 realidade do pa\u00eds e as grandes empresas apresentavam suas demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis de acordo com esse formato.<\/p>\n Com o tempo, ficou evidente que o padr\u00e3o americano era fr\u00e1gil, porque muitas empresas americanas se envolveram em esc\u00e2ndalos. Al\u00e9m disso, a crise da economia dos Estados Unidos levou muitos pa\u00edses a adotar as normas internacionais propostas pelos pa\u00edses europeus.<\/p>\n A ado\u00e7\u00e3o das normas internacionais gerou elogios e cr\u00edticas, porque alguns contadores e especialistas da \u00e1rea consideraram dif\u00edcil a ado\u00e7\u00e3o dessas diretrizes.<\/p>\n Assim, houve essa\u00a0quebra de paradigmas<\/strong>, passando de um padr\u00e3o extremamente legal para outro que exige interpreta\u00e7\u00e3o, o que \u00e9, nas palavras do CFC<\/a><\/strong>, “um caminho sem volta”.<\/p>\n Nesse contexto, o Brasil foi inserido no mercado globalizado e competitivo, tendo escolhido o modelo que diminu\u00eda as barreiras geogr\u00e1ficas e adotava procedimentos iguais em todos os pa\u00edses.<\/p>\n Essa atitude proporciona mais aporte de capital internacional, porque as documenta\u00e7\u00f5es <\/strong>s\u00e3o vistas como mais transparentes <\/strong>e cred\u00edveis<\/strong>.<\/p>\n Outro fator positivo \u00e9 a obten\u00e7\u00e3o de recursos no exterior com a aplica\u00e7\u00e3o de taxas de juros mais baixas<\/strong>, justamente pela confian\u00e7a passada pelas demonstra\u00e7\u00f5es financeiras nesse padr\u00e3o mundial.<\/p>\n Apesar desses pontos positivos, a falta de profissionais qualificados e a resist\u00eancia de alguns segmentos colocam em xeque a exist\u00eancia desse modelo, importante para a padroniza\u00e7\u00e3o das normas cont\u00e1beis em todo o mundo.<\/p>\n Atualmente, as Normas Cont\u00e1beis Internacionais s\u00e3o adotadas por 110 pa\u00edses, sendo que mais de 110 milh\u00f5es de PMEs fazem parte desse modelo.<\/p>\n Essa regra foi publicada em 2014 e trouxe diferentes mudan\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s normas anteriores. Ela trouxe mudan\u00e7as quanto \u00e0\u00a0classifica\u00e7\u00e3o, contabiliza\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o das demonstra\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n Mesmo tendo sido publicada h\u00e1 algum tempo, sua obrigatoriedade ficou marcada para fazer efeito a partir de 1\u00ba de janeiro de 2018. Por isso, cada pa\u00eds definiu se iria fazer a ado\u00e7\u00e3o antecipada ou aguardaria at\u00e9 2018.<\/p>\n Essa lentid\u00e3o na ado\u00e7\u00e3o \u00e9 decorrente do pr\u00f3prio processo de surgimento da norma. Ela come\u00e7ou a ser discutida ainda antes da crise mundial de 2008, mas sofreu diversas altera\u00e7\u00f5es durante seu planejamento devido \u00e0 situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica mundial.<\/p>\n Com isso, foram necess\u00e1rios aproximadamente 6 anos para que essa regra estivesse pronta para ser publicada.<\/p>\n A ideia surgiu da necessidade de simplificar os relat\u00f3rios dos instrumentos financeiros<\/a><\/strong>. A partir disso, o IASB iniciou o projeto de substitui\u00e7\u00e3o da IAS 39, vigente at\u00e9 ent\u00e3o. Criando assim uma nova norma que seria elaborada em fases independentes e dedicada \u00e0 contabiliza\u00e7\u00e3o dos demonstrativos financeiros.<\/p>\n Assim, o surgimento das normas internacionais seguiu\u00a03 fases espec\u00edficas:<\/p>\n No total, foram publicadas quatro vers\u00f5es dessa norma. A de 2009\u00a0trata dos ativos financeiros.<\/strong>\u00a0A\u00a0de 2010 aborda os passivos financeiros<\/strong>. A\u00a0de 2013, espec\u00edfica sobre os\u00a0hedge accounting.<\/em> <\/strong>E\u00a0a de julho de 2014, que foi a vers\u00e3o final<\/strong>.<\/p>\n A norma IAS 39 requer que os instrumentos financeiros sejam classificados em ativos ou passivos. Os ativos podem ser:<\/p>\n J\u00e1 os passivos podem ser:<\/p>\n No caso da nova norma, a de n\u00famero 9, esse processo fica muito mais simples, porque existem apenas 3 categorias de instrumentos financeiros<\/a><\/strong>:<\/p>\n A classifica\u00e7\u00e3o deve ser feita em fun\u00e7\u00e3o do modelo de neg\u00f3cio <\/strong>da empresa. De acordo com os tipos de instrumento <\/strong>(de d\u00edvida ou patrimoniais) ou segundo as caracter\u00edsticas dos instrumentos <\/strong>financeiros.<\/p>\n Al\u00e9m disso, existem dois crit\u00e9rios-chave para estipular a classifica\u00e7\u00e3o: os modelos de neg\u00f3cios da empresa para gerir os ativos financeiros e as caracter\u00edsticas contratuais dos fluxos de caixa dos ativos.<\/p>\n Os ativos do modelo de neg\u00f3cios das caracter\u00edsticas contratuais dos fluxos de caixa s\u00e3o classificados como ativos financeiros ao custo amortizado.<\/p>\n J\u00e1 aqueles que s\u00e3o mais abrangentes, porque o modelo de neg\u00f3cios prev\u00ea a venda dos ativos, devem ser considerados como justo valor dos outros resultados abrangentes.<\/p>\n O restante enquadra-se como justo valor por meio do resultado.<\/p>\n No per\u00edodo de crise financeira mundial, verificou-se que o reconhecimento atrasado das perdas era um dos problemas das normas cont\u00e1beis.<\/p>\n Por isso, a regra de n\u00famero 9 estipulou que as perdas aguardadas dos ativos financeiros seriam a base para defini\u00e7\u00e3o das perdas reconhecidas do valor recuper\u00e1vel dos ativos financeiros.<\/p>\n Isso significa que o modelo baseado em perdas hist\u00f3ricas foi substitu\u00eddo pelo modelo que considera as perdas esperadas<\/strong>.<\/p>\n A aplica\u00e7\u00e3o desse novo formato prev\u00ea:<\/p>\nO que s\u00e3o IFRS?<\/strong><\/h2>\n
Brasil<\/strong><\/h3>\n
IFRS para pequena e m\u00e9dia empresa<\/strong><\/h2>\n
Facilita os investimentos<\/strong><\/h3>\n
Apoia a tomada de decis\u00e3o<\/strong><\/h3>\n
Aumenta a confiabilidade das demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis<\/strong><\/h3>\n
A legalidade dos IFRS\u00a0<\/strong>para pequena e m\u00e9dia empresa<\/strong><\/h2>\n
\n
A import\u00e2ncia da defini\u00e7\u00e3o de modelos para IFRS<\/strong><\/h2>\n
A norma IFRS 9<\/strong><\/h2>\n
\n
Principais atualiza\u00e7\u00f5es da norma<\/strong><\/h2>\n
Classifica\u00e7\u00e3o e mensura\u00e7\u00e3o de ativos e passivos<\/strong><\/h3>\n
\n
\n
\n
Perda do recuper\u00e1vel de ativos financeiros<\/strong><\/h3>\n
\n
Contabilidade de\u00a0hedge<\/em><\/strong><\/h3>\n