worth-the-read domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260tailor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260Para as empresas de grande porte\u00a0e sociedades an\u00f4nimas, a utiliza\u00e7\u00e3o dos padr\u00f5es da contabilidade internacional \u00e9 uma discuss\u00e3o antiga, cuja obrigatoriedade fica clara na\u00a0Lei 11.638<\/strong><\/a>, de 2007.<\/p>\n Depois disso, em 2009, a\u00a0Resolu\u00e7\u00e3o 1.255 do Conselho Federal de Contabilidade\u00a0<\/strong><\/a>estendeu a obrigatoriedade \u00e0s\u00a0pequenas e m\u00e9dias empresas<\/strong><\/a>. Um dos intuitos do \u00f3rg\u00e3o foi o de estabelecer processos e linguagem cont\u00e1bil \u00fanicos. <\/strong>Por meio desses padr\u00f5es, a transpar\u00eancia e a confiabilidade das demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis s\u00e3o maximizadas.<\/p>\n Saiba agora o que s\u00e3o as normas internacionais, quais s\u00e3o seus objetivos, como surgiram e quais benef\u00edcios trazem \u00e0s empresas.<\/p>\n As International Financial Reporting Standard (IFRS) \u2014 Normas Internacionais de Relat\u00f3rios Financeiros \u2014 s\u00e3o pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB), o Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade.<\/p>\n Esse conjunto de regras serve para que as demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis de\u00a0empresas e \u00f3rg\u00e3os governamentais de diversos pa\u00edses utilizem a mesma linguagem cont\u00e1bil<\/strong>. Al\u00e9m disso, elas fazem com que essas demonstra\u00e7\u00f5es sejam mais transparentes e confi\u00e1veis. E relatam fielmente os fatos cont\u00e1beis para os interessados das organiza\u00e7\u00f5es, onde quer que estejam.<\/p>\n Esse padr\u00e3o de contabiliza\u00e7\u00e3o facilita, tamb\u00e9m, a compreens\u00e3o das demonstra\u00e7\u00f5es para agentes interessados no aspecto de globaliza\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios. Isso porque anteriormente diferentes pa\u00edses contavam com procedimentos distintos para a contabilidade de suas empresas. Em alguns casos, a realidade tribut\u00e1ria do pa\u00eds poderia dificultar em muito para o entendimento das demonstra\u00e7\u00f5es, caso do Brasil.<\/p>\n Antes do IASB, existiu a International Accounting Standards Committee\u00a0(IASC) \u2014 Comiss\u00e3o de Normas Internacionais de Contabilidade \u2014, que emitia os pronunciamentos\u00a0IAS.<\/p>\n A comiss\u00e3o foi criada\u00a0em 1973, da reuni\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os cont\u00e1beis de cerca de dez pa\u00edses em prol da padroniza\u00e7\u00e3o de procedimentos cont\u00e1beis. Entre os anos de 1983 e 2001, foram inclu\u00eddos mais pa\u00edses, todos membros da Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Contadores.<\/p>\n Ap\u00f3s isso, ainda em 2001, criou-se o IASB, que assumiu os projetos da IASC e os trabalhos das novas resolu\u00e7\u00f5es. Por isso, antigas decis\u00f5es IAS ainda s\u00e3o v\u00e1lidas, desde que n\u00e3o tenham sido substitu\u00eddas por novas normas IFRS, o que j\u00e1 ocorre e seguir\u00e1 ocorrendo.<\/p>\n Conforme documento publicado pelo pr\u00f3prio IASB logo ap\u00f3s a sua cria\u00e7\u00e3o, o intuito \u00e9 aperfei\u00e7oar os relat\u00f3rios financeiros e dar consist\u00eancia a eles, em detrimento dos tratamentos alternativos admitidos pelas IAS.<\/p>\n Na pr\u00e1tica, os padr\u00f5es de contabilidade internacional definem a\u00e7\u00f5es a serem seguidas para reconhecimento, mensura\u00e7\u00e3o, apresenta\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, financeiras, patrimoniais e especiais das demonstra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n Como resultado, interessados, Fisco e demais \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos ganham em diversos quesitos. Como reconhecimento de fatos, comparabilidade de per\u00edodos, entendimento de muta\u00e7\u00f5es e resultados e percep\u00e7\u00e3o de transpar\u00eancia corporativa. Al\u00e9m disso, otimiza o disclosure \u2014 a divulga\u00e7\u00e3o p\u00fablica dos demonstrativos para aprecia\u00e7\u00e3o dos p\u00fablicos que colocamos acima.<\/p>\n Em termos, a contabilidade internacional trata de princ\u00edpios cont\u00e1beis. At\u00e9 o momento, a IASB j\u00e1 emitiu 16 regras de contabiliza\u00e7\u00e3o que fazem parte das IRFS.<\/p>\n Para o Brasil, elas s\u00e3o traduzidas, adaptadas e aplicadas pelo Conselho de Pronunciamentos Cont\u00e1beis (CPC).<\/strong> O \u00f3rg\u00e3o foi criado para aperfei\u00e7oamento e aplica\u00e7\u00e3o de normas e processos cont\u00e1beis por meio da uni\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es como o\u00a0Conselho Federal de Contabilidade<\/strong><\/a>\u00a0(CFC) e a Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios (CVM).<\/p>\n Vamos abordar agora, de forma sum\u00e1ria, as IFRS publicadas.<\/p>\n O primeiro desses pronunciamentos da IASB foi feito em 2010. Foi traduzido e adaptado ao Brasil pelo\u00a0CPC 37<\/strong><\/a>, e tratou da ado\u00e7\u00e3o dos padr\u00f5es de contabilidade internacional pelas organiza\u00e7\u00f5es brasileiras.<\/p>\n At\u00e9 esse momento, as normas existentes eram as de nomenclatura IAS, numeradas de 1 a 41. Caso n\u00e3o haja IFRS posterior que substitua uma IAS, esta \u00e9 v\u00e1lida. Ent\u00e3o, a partir da IFRS 1, as grandes empresas e sociedades an\u00f4nimas teriam de adotar as IASs na contabiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n Essa norma refere-se ao pagamento baseado em a\u00e7\u00f5es. Em suma, exige que os resultados e as informa\u00e7\u00f5es financeiras nas demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis das empresas mostrem os efeitos dessas transa\u00e7\u00f5es. Inclusive com seus gastos relacionados e situa\u00e7\u00f5es de cess\u00e3o de op\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00f5es aos funcion\u00e1rios.<\/p>\n Aqui, a adequa\u00e7\u00e3o foi feita pelo\u00a0CPC 10<\/strong><\/a>\u00a0no ano de 2010.<\/p>\n Essa IFRS trata da combina\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios \u2014 quando uma empresa adquire e passa a controlar uma organiza\u00e7\u00e3o ou mais de uma.<\/p>\n Conforme ela, pronunciada pela\u00a0CPC 15<\/strong><\/a>, as demonstra\u00e7\u00f5es devem reconhecer os ativos e passivos da adquirida a valor justo e pela data de aquisi\u00e7\u00e3o. O mesmo deve ser feito com o\u00a0goodwill \u2014 tipo de ativo intang\u00edvel que representa a diferen\u00e7a entre o valor de aquisi\u00e7\u00e3o e o patrim\u00f4nio da adquirida \u2014 surgido\u00a0na transa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n O\u00a0CPC 11<\/strong><\/a>, em 2011, pronunciou \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es brasileiras a IFRS 4. Ela especifica que as emitentes de contratos de seguros devem aperfei\u00e7oar continuamente a contabiliza\u00e7\u00e3o relativa aos contratos emitidos. Al\u00e9m de divulgar demonstra\u00e7\u00f5es que identifiquem e tornem compreensivos os valores provenientes de contratos.<\/p>\n Essas divulga\u00e7\u00f5es devem mostrar os valores, as datas e as incertezas dos fluxos de caixa projetados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s emiss\u00f5es das seguradoras.<\/p>\n Essa norma e o\u00a0CPC 31<\/strong><\/a>\u00a0estabelecem a contabiliza\u00e7\u00e3o de ativos n\u00e3o circulantes mantidos para venda e a divulga\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es interrompidas.<\/p>\n A IFRS 6 faz exig\u00eancias em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 contabiliza\u00e7\u00e3o de valores da explora\u00e7\u00e3o e da avalia\u00e7\u00e3o de recursos minerais.<\/p>\n Aqui, a IASB trata da evidencia\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es nos instrumentos financeiros. De acordo com a IFRS 7 e o\u00a0CPC 40<\/strong><\/a>, os instrumentos precisam permitir que os usu\u00e1rios deles avaliem:<\/p>\n O princ\u00edpio b\u00e1sico dessa norma afirma que as informa\u00e7\u00f5es divulgadas devem permitir que os usu\u00e1rios das demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis consigam avaliar os efeitos financeiros das atividades desenvolvidas. E tamb\u00e9m\u00a0o ambiente econ\u00f4mico no qual a empresa est\u00e1 envolvida.<\/p>\n Para o Brasil, ela foi traduzida e \u00e9 aplicada pelo\u00a0CPC 22<\/strong><\/a>.<\/p>\n Consolidado em 2014 pela IASB, o CPC 48, define regras para contabiliza\u00e7\u00e3o, classifica\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o de instrumentos financeiros.<\/p>\n Neste artigo<\/strong><\/a> voc\u00ea pode ler sobre aspectos diversos da IFRS 9. Dentre eles, os benef\u00edcios que apresenta e a adequa\u00e7\u00e3o e transi\u00e7\u00e3o da IAS 39 para o novo pronunciamento.<\/p>\n De acordo com o\u00a0CPC 36<\/strong><\/a>, a IFRS 10 estabelece diretrizes a serem seguidas para elabora\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o de demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis de organiza\u00e7\u00f5es que s\u00e3o controladoras de outros neg\u00f3cios.<\/p>\n Esse\u00a0pronunciamento<\/strong><\/a>\u00a0exige que empresas integrantes de neg\u00f3cios em conjunto \u2014 que tenham interesses compartilhados pelo controle em conjunto de neg\u00f3cios \u2014 determinem a natureza do envolvimento por meio de obriga\u00e7\u00f5es e direitos, os contabilizando conforme as opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n Aqui, a IASB e o\u00a0CPC 45<\/strong><\/a>\u00a0estabelecem princ\u00edpios acerca do disclosure na contabilidade \u2014 a divulga\u00e7\u00e3o de demonstra\u00e7\u00f5es para aprecia\u00e7\u00e3o dos interessados. O objetivo \u00e9 que esses usu\u00e1rios possam avaliar o desempenho da organiza\u00e7\u00e3o, suas finan\u00e7as, riscos associados e sua gest\u00e3o. E tamb\u00e9m o efeito de suas participa\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o aos seus interesses e aos neg\u00f3cios.<\/p>\n O objetivo da IFRS 13 \u00e9 a defini\u00e7\u00e3o do que \u00e9 valor justo<\/strong><\/a>, a estrutura de mensura\u00e7\u00e3o desse valor e como divulgar a mensura\u00e7\u00e3o de valor justo. O Comit\u00ea de Pronunciamentos traduziu e aplicou a\u00a0norma\u00a0pelo\u00a0CPC 46<\/strong><\/a>.<\/p>\n Essa regra gera diverg\u00eancia de opini\u00f5es desde sua emiss\u00e3o, em 2014. De acordo com ela, as empresas que atuam em mercados com tarifas e pre\u00e7os regulados n\u00e3o precisariam converter seus ativos e passivos de acordo com as IFRS no momento que aderissem aos pronunciamentos da IASB. No entanto, aquelas empresas que j\u00e1 haviam aderido\u00a0\u00e0s normas da contabilidade internacional n\u00e3o poderiam agir assim \u2014 ap\u00f3s j\u00e1 ter revertido ambos em suas demonstra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n De acordo com o texto da IFRS 14, sua validade iniciaria no primeiro dia de 2016, mas tamb\u00e9m havia a possibilidade de aplica\u00e7\u00e3o imediata ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n A\u00a0IFRS 15<\/a><\/strong>, que\u00a0entrar\u00e1 em vigor no primeiro dia de 2018, estabelecer\u00e1 princ\u00edpios para contabiliza\u00e7\u00e3o de receitas de contratos com clientes em rela\u00e7\u00e3o a valores, \u00e9pocas e fluxo de caixa.<\/p>\n A \u00faltima IFRS foi publicada pela IASB no dia 13 de janeiro de\u00a02016. A\u00a0obrigatoriedade de ado\u00e7\u00e3o ser\u00e1 a partir de 2019, para substituir a IAS 17, e ainda n\u00e3o possui CPC relacionado.<\/p>\nO que s\u00e3o as normas da\u00a0contabilidade internacional?<\/strong><\/h2>\n
Como surgiram as normas?<\/strong><\/h2>\n
Quais s\u00e3o os objetivos das IFRS?<\/strong><\/h2>\n
Quais s\u00e3o as IFRS?<\/strong><\/h2>\n
IFRS 1<\/strong><\/h3>\n
IFRS 2<\/strong><\/h3>\n
IFRS 3<\/strong><\/h3>\n
IFRS 4<\/strong><\/h3>\n
IFRS 5<\/strong><\/h3>\n
\n
IFRS 6<\/strong><\/h3>\n
IFRS 7<\/strong><\/h3>\n
\n
IFRS 8<\/strong><\/h3>\n
IFRS 9<\/strong><\/h3>\n
IFRS 10<\/strong><\/h3>\n
IFRS 11<\/strong><\/h3>\n
IFRS 12<\/strong><\/h3>\n
IFRS 13<\/strong><\/h3>\n
IFRS 14<\/strong><\/h3>\n
IFRS 15<\/strong><\/h3>\n
IFRS 16<\/strong><\/h3>\n