worth-the-read domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260tailor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260Empresas de diferentes segmentos e tamanhos, com uma cultura empresarial bem definida, notadamente d\u00e3o grande valor ao comportamento dos funcion\u00e1rios. Sejam eles\u00a0de qualquer n\u00edvel hier\u00e1rquico, que tratem o trabalho como se fosse seu pr\u00f3prio neg\u00f3cio, que possuam um sentimento de dono.<\/p>\n
Cada empresa possui uma rede de interconex\u00f5es muito caracter\u00edstica. A qual\u00a0liga pontos f\u00edsicos de sua estrutura, como sua localiza\u00e7\u00e3o e sua tecnologia de produ\u00e7\u00e3o, at\u00e9 pontos intang\u00edveis, como a vis\u00e3o e a miss\u00e3o<\/a> que a empresa se prop\u00f5e, a imagem que seus funcion\u00e1rios e clientes fazem dela, suas rela\u00e7\u00f5es com stakeholders entre outros. Essa rede \u00e9 o que chamamos de cultura empresarial.<\/p>\n Para Roberto Setubal, atual presidente do Banco Ita\u00fa, a cultura empresarial \u00e9 algo important\u00edssimo e para a qual n\u00e3o se d\u00e1 o devido valor no Brasil. Essa cultura empresarial \u00e9 traduzida com sucesso pela tr\u00edade Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira. Desempenhada por meio da cultura corporativa<\/a> desenvolvida desde os tempos do Banco Garantia. Um dos elementos mais importantes e que teve o maior impacto no sucesso de empresas como AB InBev, Burger King, Heinz, \u00e9 a cultura de ownership.<\/em><\/p>\n Ownership \u00e9 uma palavra em ingl\u00eas que significa estado ou ato de ter posse sobre alguma coisa. \u00c9 sin\u00f4nimo de propriedade, posse ou dom\u00ednio. Segundo Telles: \u201cA gente quer que todo mundo se sinta dono, nos mais diferentes n\u00edveis. Dono por ser o dono daquela m\u00e1quina. Dono daquela \u00e1rea financeira. Daquele projeto. E dono da empresa tamb\u00e9m, atrav\u00e9s da sociedade. Nossa caracter\u00edstica mais importante \u00e9 uma busca incessante pelas pessoas que funcionam bem nesse ambiente. Nossa cultura \u00e9 de alta performance e de alta demanda. Porque dono \u00e9 dono!\u201d<\/p>\n Prezando esse sentimento, as organiza\u00e7\u00f5es tentam maximizar a dedica\u00e7\u00e3o dos colaboradores, alinhando os interesses e facilitando a coordena\u00e7\u00e3o das atividades. Todavia, o que parece evidente nos manuais de gest\u00e3o de pessoas, na pr\u00e1tica \u00e9 um imenso desafio. Um dos principais motivos dessa dificuldade parte de quem \u00e9 respons\u00e1vel pela difus\u00e3o dessa cultura. O que \u00e9 lugar-comum no discurso de diretores e gerentes, muitas vezes \u00e9 inexistente ou de pouca aplicabilidade nas suas atitudes e decis\u00f5es cotidianas.<\/p>\n De forma involunt\u00e1ria ou deliberada, muitos gestores tomam decis\u00f5es com um \u201cc\u00e9rebro pr\u00e9-hist\u00f3rico\u201d. As decis\u00f5es s\u00e3o baseadas priorizando interesses individuais ou de seus pares. Com os quais t\u00eam maior intimidade, semelhan\u00e7a, familiaridade e certo conforto de relacionamento. Segundo Claudio Fern\u00e1ndez-Ar\u00e1oz, membro do conselho da Egon Zehnder, empresa de recrutamento de altos executivos, palestrante na escola de neg\u00f3cios de Harvard e pesquisador. Minando assim qualquer esfor\u00e7o de implanta\u00e7\u00e3o do sentimento de dono.<\/p>\n Nesses casos, n\u00e3o h\u00e1 cultura empresarial bem elaborada ou Consultoria de Gest\u00e3o <\/a>que resolva. O exemplo e a pr\u00e1tica dos administradores da empresa falam mais alto e tendem a ser reproduzidos por todos os n\u00edveis hier\u00e1rquicos.<\/p>\n Se o empres\u00e1rio de qualquer organiza\u00e7\u00e3o quiser disseminar o saud\u00e1vel sentimento de dono, precisa antes convencer a si mesmo e vigiar suas atitudes permanentemente. J\u00e1 que devem ser coerentes com os objetivos tra\u00e7ados pela empresa. Caso escolha manter sua agenda pr\u00f3pria em primeiro lugar, pode esquecer o belo discurso, pois ele n\u00e3o ser\u00e1 posto em pr\u00e1tica. Sua utiliza\u00e7\u00e3o acabar\u00e1 parecendo falsa e ir\u00e1 desgast\u00e1-lo.<\/p>\n Para o verdadeiro executivo ou gestor da empresa, fica o desafio de valorizar os colaboradores que incorporam o ownership<\/a>. Atuando no interesse da corpora\u00e7\u00e3o e difundindo esse comportamento. A neglig\u00eancia com a cultura empresarial em detrimento as escolhas pessoais, como a pr\u00e1tica das agendas pr\u00f3prias, significa abrir m\u00e3o de crescimento\u00a0e\u00a0retorno. Eventualmente, do futuro do neg\u00f3cio.<\/p>\nO que \u00e9 o sentimento de dono?<\/h2>\n
O sentimento e os gestores<\/h3>\n