Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the worth-the-read domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260

Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the tailor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php:6260) in /var/www/html/blog/wp-includes/rest-api/class-wp-rest-server.php on line 1930

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php:6260) in /var/www/html/blog/wp-includes/rest-api/class-wp-rest-server.php on line 1930

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php:6260) in /var/www/html/blog/wp-includes/rest-api/class-wp-rest-server.php on line 1930

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php:6260) in /var/www/html/blog/wp-includes/rest-api/class-wp-rest-server.php on line 1930

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php:6260) in /var/www/html/blog/wp-includes/rest-api/class-wp-rest-server.php on line 1930

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php:6260) in /var/www/html/blog/wp-includes/rest-api/class-wp-rest-server.php on line 1930

Notice: Trying to access array offset on value of type bool in /var/www/html/blog/wp-content/plugins/wp-word-count/public/class-wpwc-public.php on line 123

Notice: Trying to access array offset on value of type bool in /var/www/html/blog/wp-content/plugins/wp-word-count/public/class-wpwc-public.php on line 123

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php:6260) in /var/www/html/blog/wp-includes/rest-api/class-wp-rest-server.php on line 1930

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php:6260) in /var/www/html/blog/wp-includes/rest-api/class-wp-rest-server.php on line 1930
{"id":13651,"date":"2018-08-29T09:36:12","date_gmt":"2018-08-29T12:36:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blbbrasil.com.br\/blog\/?p=13651"},"modified":"2024-10-25T15:59:20","modified_gmt":"2024-10-25T18:59:20","slug":"cpc-47-ifrs-15-reconhecer-receita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dev.blbescoladenegocios.com.br\/blog\/cpc-47-ifrs-15-reconhecer-receita\/","title":{"rendered":"CPC 47 e IFRS 15: como e quando uma entidade poder\u00e1 reconhecer uma receita?"},"content":{"rendered":"

O CPC 47, correlacionado \u00e0 norma Internacional de Contabilidade \u2013 IFRS 15, estabelece um conjunto de medidas e tratamentos a serem aplicados no reconhecimento de receita decorrente de contratos com clientes.<\/p>\n

Em artigo anterior, foram delineados os aspectos b\u00e1sicos do contrato e do reconhecimento de receita, elementos imprescind\u00edveis para a compreens\u00e3o de um tema inovador trazido pelo pronunciamento: a obriga\u00e7\u00e3o de desempenho<\/strong>.<\/p>\n

De acordo com o pronunciamento, a entidade deve reconhecer a receita quando (ou na propor\u00e7\u00e3o que) satisfazer \u00e0 obriga\u00e7\u00e3o de desempenho<\/strong> ao transferir o bem ou o servi\u00e7o prometido ao cliente. Portanto, com a nova norma, a contabiliza\u00e7\u00e3o da receita passa a ser inteiramente dependente do conceito de obriga\u00e7\u00e3o de desempenho.<\/p>\n

O que \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o de desempenho?<\/strong><\/h2>\n

Uma obriga\u00e7\u00e3o desempenho \u00e9 uma promessa<\/strong> execut\u00f3ria em um contrato com um cliente para transfer\u00eancia de um bem ou servi\u00e7o.<\/p>\n

No in\u00edcio do contrato, a entidade deve avaliar os bens ou servi\u00e7os prometidos<\/strong> em contrato<\/strong> com o cliente, sendo necess\u00e1rio identificar como obriga\u00e7\u00e3o de desempenho cada promessa<\/strong> de transferir ao cliente:<\/p>\n

1) bem ou servi\u00e7o (ou grupo de bens ou servi\u00e7os) que seja distinto<\/strong>; ou<\/strong>
2) s\u00e9rie de bens ou servi\u00e7os distintos<\/strong> que sejam substancialmente os mesmos e que tenham o mesmo padr\u00e3o de transfer\u00eancia para o cliente.<\/p>\n

Desse modo, \u00e9 preciso que os bens e servi\u00e7os \u2013 desde que distintos<\/strong> \u2013 sejam tratados separadamente. Logo, se a entidade, ao estabelecer que um contrato, vende mais de um bem ou servi\u00e7o distinto<\/strong>, esta deve contabilizar cada bem ou servi\u00e7o como uma obriga\u00e7\u00e3o de desempenho isoladamente.<\/p>\n

\u00c9 preciso notar que o elemento de distin\u00e7\u00e3o entre bens e servi\u00e7os passa a ser de suma relev\u00e2ncia, na medida em que assume o aspecto caracterizador de uma obriga\u00e7\u00e3o de desempenho.<\/p>\n

Com intuito de facilitar a aplica\u00e7\u00e3o da norma, o pronunciamento estabelece dois requisitos que se cumpridos (simultaneamente) definem que um bem ou servi\u00e7o prometido ao cliente possa ser considerado distinto:<\/p>\n

1\u00ba Crit\u00e9rio:<\/strong> o cliente pode se beneficiar do bem ou servi\u00e7o por conta pr\u00f3pria ou juntamente com outros recursos que estejam prontamente dispon\u00edveis para ele (ou seja, o bem ou o servi\u00e7o \u00e9 capaz de ser distinto); e
2\u00ba Crit\u00e9rio:<\/strong> a promessa da entidade de transferir o bem ou o servi\u00e7o ao cliente \u00e9 separadamente identific\u00e1vel de outras promessas contidas no contrato (ou seja, compromisso para transferir o bem ou o servi\u00e7o \u00e9 distinto dentro do contexto do contrato).<\/p>\n

Nesse contexto, cada bem ou servi\u00e7o distinto dentro de um contrato ser\u00e1 tratado separadamente, inclusive quanto ao reconhecimento de receita (a receita ser\u00e1 reconhecida separadamente para cada obriga\u00e7\u00e3o de desempenho) e apropria\u00e7\u00e3o do passivo (decorrente da receita antecipada, se for o caso).<\/p>\n

Por outro lado, se o bem ou o servi\u00e7o prometido n\u00e3o for distinto, a entidade deve combinar esse bem ou servi\u00e7o com outros bens ou servi\u00e7os prometidos at\u00e9 que identifique o grupo de bens ou servi\u00e7os que seja distinto. Em alguns casos, isso pode resultar em que a entidade deva contabilizar todos os bens ou servi\u00e7os prometidos no contrato como uma \u00fanica obriga\u00e7\u00e3o de desempenho<\/strong>.<\/p>\n

\"Guia<\/a><\/p>\n

Mas, afinal, como a receita pode ser reconhecida?<\/strong><\/h2>\n

No in\u00edcio do contrato com o cliente, em rela\u00e7\u00e3o a cada bem ou servi\u00e7o a ser entregue, a entidade deve determinar<\/strong> se sua obriga\u00e7\u00e3o \u00e9 satisfeita ao longo do tempo <\/strong>ou em momento espec\u00edfico no tempo<\/strong>.<\/p>\n

No primeiro caso, \u00e9 necess\u00e1rio avaliar se a obriga\u00e7\u00e3o de transferir o bem ou servi\u00e7o \u00e9 satisfeita ao longo do tempo, hip\u00f3tese em que a receita tamb\u00e9m \u00e9 reconhecida ao longo do tempo, de forma proporcional<\/strong>. Nessa linha, a norma estabelece que, para cada<\/strong> obriga\u00e7\u00e3o de desempenho (individualmente considerada), ser\u00e1 preciso mensurar o progresso do seu cumprimento \u2013 reconhecendo-se a receita de forma proporcional.<\/p>\n

Por outro lado, caso n\u00e3o se trate de obriga\u00e7\u00e3o transferida ao longo do tempo, a contabiliza\u00e7\u00e3o da receita dever\u00e1 ser feita em momento espec\u00edfico no tempo \u2013 a receita integral deve ser reconhecida apenas em certa data, aquela em que h\u00e1 a transfer\u00eancia do bem ou servi\u00e7o<\/strong>.<\/p>\n

Por exemplo, uma empresa de telefonia m\u00f3vel firma um contrato com determinado cliente por um valor fixo de R$ 10.000 mensais. O pacote ofertado ao cliente abrange os seguintes itens: 30 aparelhos celulares e 200 horas mensais de liga\u00e7\u00f5es locais. Conforme estabelece a norma, \u00e9 poss\u00edvel identificarmos duas obriga\u00e7\u00f5es de desempenho distintas, a venda de um celular e uso de telefonia propriamente dita. Sendo assim, a empresa de telefonia ter\u00e1 que reconhecer a receita de cada obriga\u00e7\u00e3o de desempenho de forma individualizada, inclusive definindo um pre\u00e7o de transa\u00e7\u00e3o para cada um dos dois itens ofertados (ainda que vendidos conjuntamente, o CPC 47 estabelece crit\u00e9rios para defini\u00e7\u00e3o do valor individual de cada item), aplicando-se m\u00e9todos individuais de reconhecimento de receita. <\/em><\/p>\n

Um ponto que merece destaque \u00e9 que muitas entidades, equivocadamente, t\u00eam adotado o cronograma de pagamento de um contrato como crit\u00e9rio de reconhecimento de receita.<\/p>\n

Essa medida nem sempre \u00e9 a correta do ponto de vista cont\u00e1bil, tendo em vista que embora o cronograma de pagamento no contrato especifique a \u00e9poca e o valor da contrapresta\u00e7\u00e3o a ser pago pelo cliente, o cronograma de pagamento pode n\u00e3o necessariamente fornecer<\/strong> evid\u00eancia do direito da entidade ao pagamento pelo desempenho conclu\u00eddo at\u00e9 a data presente. Por exemplo: o contrato pode especificar que a contrapresta\u00e7\u00e3o recebida do cliente \u00e9 restitu\u00edvel por outras raz\u00f5es, que n\u00e3o a omiss\u00e3o da entidade em executar o desempenho, conforme prometido no contrato.<\/em><\/p>\n

Por esse motivo, \u00e9 preciso que seja analisado cada contrato e cada obriga\u00e7\u00e3o de desempenho, sendo que cada obriga\u00e7\u00e3o exige, individualmente, um m\u00e9todo para mensurar o reconhecimento da receita com base no seu cumprimento.<\/p>\n

Os m\u00e9todos de mensura\u00e7\u00e3o do progresso de cumprimento da obriga\u00e7\u00e3o se dividem em: m\u00e9todo de produto e m\u00e9todo de insumo<\/strong>.\u00a0 \u00c9 importante dispor que cada m\u00e9todo apresenta um conjunto de requisitos e crit\u00e9rios delineados no CPC 47.<\/p>\n

Definido o m\u00e9todo de reconhecimento da receita, resta necess\u00e1ria a defini\u00e7\u00e3o do quantum a ser reconhecido, em outras palavras, o pre\u00e7o da transa\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n

O que \u00e9 o pre\u00e7o da transa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/h2>\n

O pre\u00e7o da transa\u00e7\u00e3o \u00e9 o valor da contrapresta\u00e7\u00e3o a que a entidade espera ter direito em troca da transfer\u00eancia dos bens ou servi\u00e7os prometidos ao cliente, excluindo quantias cobradas em nome de terceiros (por exemplo, alguns impostos sobre vendas). A contrapresta\u00e7\u00e3o prometida em contrato com o cliente pode incluir valores fixos, valores vari\u00e1veis ou ambos.<\/p>\n

A defini\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o de transa\u00e7\u00e3o \u00e9 um elemento com nuances e detalhes espec\u00edficos, portanto, imposs\u00edvel de serem detalhados no presente artigo. N\u00e3o obstante, o pre\u00e7o de transa\u00e7\u00e3o \u00e9 definido por cinco elementos b\u00e1sicos:
1) Valor da Contrapresta\u00e7\u00e3o Vari\u00e1vel;
2) Contrapresta\u00e7\u00e3o n\u00e3o monet\u00e1ria, mensurada pelo
valor justo<\/strong><\/a>;
3) Contrapresta\u00e7\u00e3o a pagar um cliente, representando uma redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o de transa\u00e7\u00e3o;
4) Exist\u00eancia de componentes de financiamento significativos;
5) Restri\u00e7\u00e3o de estimativas de contrapresta\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel.<\/p>\n

Definido o pre\u00e7o de transa\u00e7\u00e3o pode ser necess\u00e1ria ainda a aloca\u00e7\u00e3o desse pre\u00e7o entre as obriga\u00e7\u00f5es de desempenho no mesmo contrato.<\/p>\n

Como poder\u00e1 ser realizada a aloca\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o de transa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/h2>\n

\u00c9 importante relembrar que dentro de um mesmo contrato pode haver v\u00e1rias obriga\u00e7\u00f5es, desse modo, ser\u00e1 preciso alocar o pre\u00e7o de transa\u00e7\u00e3o para cada obriga\u00e7\u00e3o de desempenho. Em outras palavras, o pre\u00e7o de transa\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser distribu\u00eddo (ou alocado) entre os diversos bens ou servi\u00e7os oferecidos no contrato.<\/p>\n

Para que seja poss\u00edvel a aloca\u00e7\u00e3o, caber\u00e1 \u00e0 entidade definir o pre\u00e7o de venda individual de cada bem ou servi\u00e7o oferecido dentro de um mesmo contrato.<\/p>\n

O pre\u00e7o de venda individual \u00e9 o pre\u00e7o pelo qual a entidade venderia o bem ou o servi\u00e7o prometido separadamente ao cliente. A melhor evid\u00eancia do pre\u00e7o de venda individual \u00e9 o pre\u00e7o observ\u00e1vel do bem ou servi\u00e7o quando a entidade vende esse bem ou servi\u00e7o separadamente em circunst\u00e2ncias similares e a clientes similares.<\/p>\n

Por outro lado, se o pre\u00e7o de venda individual n\u00e3o for diretamente observ\u00e1vel<\/strong>, a entidade dever\u00e1 estimar o pre\u00e7o de venda individual<\/strong> por valor que resulte em que a aloca\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o da transa\u00e7\u00e3o atenda a obriga\u00e7\u00e3o de desempenho.<\/p>\n

O uso de estimativas exige a ado\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos relevantes e confi\u00e1veis. Entre os m\u00e9todos adequados para estimativa do valor individual de cada item \u00e9 poss\u00edvel citar:
1) Abordagem de avalia\u00e7\u00e3o de mercado ajustada;
2) Abordagem do custo esperado mais margem;
3) Abordagem residual.<\/p>\n

\u00c9 importante salientar que tais m\u00e9todos s\u00e3o exemplificativos, podendo a entidade adotar outros m\u00e9todos caso venham a refletir uma estimativa mais confi\u00e1vel.<\/p>\n

Compreens\u00e3o sistem\u00e1tica do CPC 47<\/strong><\/h2>\n

Em resumo ao exposto, \u00e9 poss\u00edvel concluir que o CPC 47 divide o reconhecimento da receita em um sistema composto por cinco etapas, <\/strong>conforme o mapa a seguir:<\/p>\n

\"CPC<\/p>\n

No presente artigo, cada uma dessas etapas foi tratada de forma simplificada e resumida \u2013 e mesmo assim, conforme p\u00f4de ser lido, s\u00e3o elementos complexos que dificilmente poder\u00e3o ser aplicados sem a coopera\u00e7\u00e3o e apoio de uma equipe especializada no assunto.<\/p>\n

Algumas etapas, por exemplo, apresentam quase quarenta <\/strong>itens espec\u00edficos descritos na norma, cada um deles com diversas exce\u00e7\u00f5es e especificidades. N\u00e3o \u00e0 toa, o CPC 47 tem sido considerado um dos pronunciamentos mais complexos e relevantes j\u00e1 emitidos desde a convers\u00e3o da norma cont\u00e1bil brasileira ao padr\u00e3o internacional.<\/p>\n

A equipe\u00a0BLB<\/a>\u00a0<\/strong><\/span>tem se especializado na aplica\u00e7\u00e3o do CPC 47, com experi\u00eancias pr\u00e1ticas em diversos clientes, oferecendo todo suporte necess\u00e1rio para adapta\u00e7\u00e3o do sistema de informa\u00e7\u00e3o da empresa nas \u00e1reas tribut\u00e1ria<\/a><\/strong><\/span>, cont\u00e1bil<\/a><\/strong><\/span> e trabalhista<\/a><\/strong><\/span>.<\/p>\n

Gabriel Tavares<\/strong>
Graduado em Direito pelas Faculdades COC, p\u00f3s-graduando em Direito Tribut\u00e1rio pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tribut\u00e1rios (IBET).<\/p>\n

Leia mais sobre as normas CPC 47 e IFRS 15:
CPC 47 e IFRS 15: aspectos introdut\u00f3rios e conceituais<\/a>
<\/strong><\/span>–
O impacto tribut\u00e1rio do CPC 47 e da IFRS 15 nas empresas nacionais<\/a><\/strong><\/p>\n

\u00a0<\/p>\n\n\n

<\/div>