worth-the-read domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260tailor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260Em artigo anterior<\/strong><\/a>, publicado neste blog, foram apresentados os aspectos b\u00e1sicos do CPC 25, correlacionado com a Norma Internacional de Contabilidade IAS 37. A compreens\u00e3o do presente artigo exige o reconhecimento daqueles aspectos, sendo assim recomenda-se a leitura do texto mencionado.<\/p>\n O CPC 25 apresenta alguns conceitos t\u00e9cnicos um pouco mais complexos \u2013 embora n\u00e3o muito explorados usualmente na maioria dos artigos cont\u00e1beis. Entretanto, considerando a import\u00e2ncia do tema quanto \u00e0 adequa\u00e7\u00e3o as normas cont\u00e1beis internacionais, passaremos a discorrer acerca das principais d\u00favidas sobre eles.<\/p>\n O CPC 25 esclarece que uma provis\u00e3o deve ser reconhecida quando os seguintes requisitos sejam atingidos conjuntamente:<\/p>\n Assim, se essas condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o forem satisfeitas cumulativamente, nenhuma provis\u00e3o dever\u00e1 ser reconhecida no passivo.<\/p>\n Um ponto de destaque, \u00e9 que a doutrina cont\u00e1bil costuma separar as obriga\u00e7\u00f5es em tr\u00eas categorias:<\/p>\n Quando a obriga\u00e7\u00e3o for prov\u00e1vel<\/strong>, como j\u00e1 explicado, estaremos tratando de uma provis\u00e3o \u2013 o que exige um reconhecimento no passivo e uma divulga\u00e7\u00e3o em notas explicativas.<\/p>\n Quando a obriga\u00e7\u00e3o for poss\u00edvel<\/strong>, trata-se de um passivo contingente, que n\u00e3o deve ser reconhecido (no passivo), mas apenas evidenciado em notas explicativas.<\/p>\n Por fim, quando a probabilidade de perda \u00e9 remota<\/strong>, a entidade n\u00e3o reconhece e n\u00e3o evidencia tal fato em nota explicativa.<\/p>\n Quer saber mais sobre esse assunto?<\/span><\/p>\n Ent\u00e3o confira o conte\u00fado do curso EAD Provis\u00f5es, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes \u2013 CPC 25 | IAS 37<\/a><\/strong> da BLB Escola de Neg\u00f3cios e fa\u00e7a j\u00e1 sua matr\u00edcula!<\/span><\/p><\/blockquote>\n Entretanto, em alguns casos, a d\u00favida n\u00e3o paira sobre a probabilidade de ocorr\u00eancia de uma obriga\u00e7\u00e3o, mas sim quanto \u00e0 exist\u00eancia ou n\u00e3o de uma obriga\u00e7\u00e3o presente.<\/p>\n Ora, em alguns casos raros n\u00e3o \u00e9 claro se existe ou n\u00e3o uma obriga\u00e7\u00e3o presente. Nesses casos, presume-se que um evento passado d\u00e1 origem a uma obriga\u00e7\u00e3o presente se, levando em considera\u00e7\u00e3o toda a evid\u00eancia dispon\u00edvel, \u00e9 mais prov\u00e1vel que sim do que n\u00e3o que existe uma obriga\u00e7\u00e3o presente na data do balan\u00e7o.<\/p>\n Em um processo judicial, por exemplo, pode-se discutir tanto se certos eventos ocorreram quanto se esses eventos resultaram em uma obriga\u00e7\u00e3o presente. Nesse caso, a entidade deve determinar se a obriga\u00e7\u00e3o presente existe na data do balan\u00e7o ao considerar toda a evid\u00eancia dispon\u00edvel incluindo, por exemplo, a opini\u00e3o de peritos.<\/p>\n Outro ponto que gera d\u00favidas na rotina cont\u00e1bil \u00e9 quanto \u00e0 obriga\u00e7\u00e3o cuja probabilidade de ocorr\u00eancia seja de 100%. Nesse caso, seria poss\u00edvel reconhecer uma provis\u00e3o ou deveria ser reconhecido um passivo comum (conta a pagar, por exemplo)?<\/p>\n Para responder a esse questionamento, \u00e9 preciso que seja relembrado que a provis\u00e3o \u00e9 definida como um passivo de prazo ou de valor incerto<\/strong>. Desse modo, apenas o fato de haver a probabilidade de 100% de ocorr\u00eancia de perda n\u00e3o impede que seja reconhecida uma provis\u00e3o, j\u00e1 que a incerteza que constitui uma provis\u00e3o paira sobre o prazo ou o valor do desembolso futuro necess\u00e1rio para a sua liquida\u00e7\u00e3o. A probabilidade \u00e9 t\u00e3o somente para distin\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 obriga\u00e7\u00e3o prov\u00e1vel (requisito para provis\u00e3o) e obriga\u00e7\u00e3o poss\u00edvel (passivo contingente).<\/p>\n Por fim, outro ponto que merece destaque \u00e9 qual o momento em que uma nova lei<\/strong> implicar\u00e1 no reconhecimento de uma provis\u00e3o. O CPC 25<\/strong><\/a> estabelece que na hip\u00f3tese de uma nova lei, a obriga\u00e7\u00e3o surgir\u00e1 somente quando for praticamente certo<\/strong> que a legisla\u00e7\u00e3o ser\u00e1 promulgada conforme a minuta divulgada<\/strong>.<\/p>\n No artigo anterior sobre os conceitos b\u00e1sicos do CPC 25<\/strong><\/a>, restou evidenciado que o termo \u201cevento passado que cria uma obriga\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 recortado como elementar para constitui\u00e7\u00e3o de uma provis\u00e3o \u2013 trazendo diversas especificidades e detalhes.<\/p>\n De fato, a compreens\u00e3o do assunto \u00e9 requisito b\u00e1sico para que a entidade possa aderir \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o da norma cont\u00e1bil, da\u00ed a import\u00e2ncia do tema.<\/p>\n O CPC 25 estabelece que para um evento ser um evento que cria obriga\u00e7\u00e3o<\/strong>, \u00e9 necess\u00e1rio que a entidade n\u00e3o tenha qualquer alternativa realista sen\u00e3o liquidar a obriga\u00e7\u00e3o criada pelo evento<\/strong>. Esse \u00e9 o caso somente:<\/p>\n Ora, \u00e9 sabido que as demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis tratam da posi\u00e7\u00e3o financeira da entidade no fim do seu per\u00edodo de divulga\u00e7\u00e3o e n\u00e3o da sua poss\u00edvel posi\u00e7\u00e3o no futuro. Dessa forma, nenhuma provis\u00e3o<\/strong> \u00e9 reconhecida para despesas que necessitam ser incorridas para operar no futuro<\/strong>. Os \u00fanicos passivos reconhecidos no balan\u00e7o da entidade s\u00e3o os que j\u00e1 existem na data do balan\u00e7o.<\/p>\n Um problema recorrente \u00e9 a confus\u00e3o entre uma \u201cobriga\u00e7\u00e3o presente de uma provis\u00e3o\u201d e uma \u201cobriga\u00e7\u00e3o futura\u201d. A diferen\u00e7a \u00e9 que na obriga\u00e7\u00e3o presente de provis\u00e3o, a obriga\u00e7\u00e3o j\u00e1 existe na data do balan\u00e7o, por\u00e9m sua liquida\u00e7\u00e3o ocorrer\u00e1 no futuro. Diversa forma, a obriga\u00e7\u00e3o futura sequer existe na data do balan\u00e7o.<\/p>\n Nessa toada, ser\u00e3o reconhecidas como provis\u00f5es apenas as obriga\u00e7\u00f5es que surgem de eventos passados que existam independentemente de a\u00e7\u00f5es futuras da entidade (isto \u00e9, a conduta futura dos seus neg\u00f3cios).<\/p>\n Por exemplo, devido a press\u00f5es comerciais ou exig\u00eancias legais<\/strong>, a entidade pode pretender ou precisar efetuar gastos para operar de forma particular no futuro (por exemplo, montando filtros de fuma\u00e7a em certo tipo de f\u00e1brica). Dado que a entidade pode evitar os gastos futuros pelas suas pr\u00f3prias a\u00e7\u00f5es, por exemplo, alterando o seu modo de operar, ela n\u00e3o tem nenhuma obriga\u00e7\u00e3o presente relativamente a esse gasto futuro e nenhuma provis\u00e3o \u00e9 reconhecida<\/strong>.<\/p>\n Agora, supondo que a entidade deva incorrer em custos futuros para descontinuar um posto de petr\u00f3leo ou uma central de energia el\u00e9trica devido a uma exig\u00eancia legal<\/strong> ou contratual, nesse caso, a entidade dever\u00e1 reconhecer uma provis\u00e3o com o valor estimado do custo futuro<\/strong>, j\u00e1 que existe uma obriga\u00e7\u00e3o presente de custos futuros de remo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n O valor reconhecido como provis\u00e3o deve ser a melhor estimativa do desembolso exigido para liquidar a obriga\u00e7\u00e3o presente na data do balan\u00e7o.<\/p>\n A melhor estimativa do desembolso exigido para liquidar a obriga\u00e7\u00e3o presente \u00e9 o valor que a entidade racionalmente pagaria para liquidar a obriga\u00e7\u00e3o na data do balan\u00e7o ou para transferi-la para terceiros nesse momento<\/strong>.<\/p>\n Em muitos casos ser\u00e1 imposs\u00edvel ou proibitivamente dispendioso liquidar ou transferir a obriga\u00e7\u00e3o na data do balan\u00e7o. Apesar disso, a estimativa do valor que a entidade racionalmente pagaria para liquidar ou transferir a obriga\u00e7\u00e3o produz a melhor estimativa do desembolso exigido para liquidar a obriga\u00e7\u00e3o presente na data do balan\u00e7o.<\/p>\n Para fins de elucida\u00e7\u00e3o a respeito da mensura\u00e7\u00e3o, um caso pr\u00e1tico:<\/p>\n Uma loja vende celulares pelo pre\u00e7o de R$ 2.000,00. Em julho de 2018, a loja vendeu trinta celulares, sendo metade \u00e0 vista e o restante no cart\u00e3o de cr\u00e9dito, cujo recebimento ser\u00e1 em agosto. A loja, embora n\u00e3o tenha uma obriga\u00e7\u00e3o legal, tem a pol\u00edtica de oferecer garantia de um ano<\/strong> sobre os aparelhos vendidos. Al\u00e9m disso, estima-se que cada celular que apresentar defeitos maiores ter\u00e1 custo de repara\u00e7\u00e3o de R$ 1.600,00, enquanto o que apresentar defeitos menores ter\u00e1 custo de R$ 600,00, cada. Por fim, a t\u00edtulo de adiantamento, a entidade recebeu ainda a quantia referente a 15 celulares, totalizando um recebimento adicional de R$ 30.000. <\/em><\/p>\n A loja possui o seguinte hist\u00f3rico: 20% dos celulares t\u00eam defeitos maiores, 40% t\u00eam defeitos menores e 40% n\u00e3o apresentam defeitos. <\/em><\/p>\n Inicialmente \u00e9 preciso compreender que o valor recebido a t\u00edtulo de adiantamento n\u00e3o implicar\u00e1 em reconhecimento de provis\u00e3o, j\u00e1 que nesse caso n\u00e3o houve reconhecimento de receita. <\/em><\/p>\n Desse modo, na data do balan\u00e7o (31\/07\/2018), a entidade dever\u00e1 realizar as seguintes mensura\u00e7\u00f5es:<\/em><\/p>\n Sendo assim, a entidade dever\u00e1 reconhecer: Importante destacar que embora n\u00e3o tenha uma obriga\u00e7\u00e3o formalizada, a pol\u00edtica de oferecer garantia gera uma expectativa em terceiros suficiente para que seja gerada uma obriga\u00e7\u00e3o n\u00e3o formalizada. Ademais, o fato de partes das vendas serem recebidas apenas em per\u00edodos posteriores, a provis\u00e3o ser\u00e1 reconhecida no m\u00eas da venda \u2013 em respeito ao regime de compet\u00eancia. Por\u00e9m, como j\u00e1 explicado, os 15 celulares a t\u00edtulo de adiantamento apenas implicar\u00e3o no reconhecimento da despesa de provis\u00e3o no per\u00edodo em que houver o reconhecimento da receita. <\/em><\/p>\n A entidade n\u00e3o deve reconhecer no passivo um passivo contingente<\/strong>.<\/p>\n O passivo contingente \u00e9 divulgado (em notas explicativas)<\/strong>, a menos que seja remota<\/strong> a possibilidade de uma sa\u00edda de recursos que incorporam benef\u00edcios econ\u00f4micos.<\/p>\n Na hip\u00f3tese que a entidade seja conjunta e solidariamente respons\u00e1vel por obriga\u00e7\u00e3o, a parte da obriga\u00e7\u00e3o que se espera que as outras partes liquidem \u00e9 tratada como passivo contingente.<\/p>\n Os passivos contingentes podem desenvolver-se de maneira n\u00e3o inicialmente esperada. Por isso s\u00e3o periodicamente avaliados para determinar se uma sa\u00edda de recursos que incorporam benef\u00edcios econ\u00f4micos tenha se tornada prov\u00e1vel.<\/p>\n Se for prov\u00e1vel que uma sa\u00edda de benef\u00edcios econ\u00f4micos futuros ser\u00e1 exigida para um item previamente tratado como passivo contingente, a provis\u00e3o deve ser reconhecida nas demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis do per\u00edodo no qual ocorre a mudan\u00e7a na estimativa da probabilidade (exceto em circunst\u00e2ncias extremamente raras em que nenhuma estimativa suficientemente confi\u00e1vel possa ser feita).<\/p>\n Para fins elucidativos, um quadro para facilitar a compreens\u00e3o do tema:<\/p>\n Embora n\u00e3o seja um termo usual, principalmente na contabilidade brasileira, torna-se preciso evidenciar o conceito de ativo contingente.<\/p>\n Ativo contingente \u00e9 um ativo poss\u00edvel que resulta de eventos passados e cuja exist\u00eancia ser\u00e1 confirmada apenas pela ocorr\u00eancia ou n\u00e3o de um ou mais eventos futuros incertos n\u00e3o totalmente sob controle da entidade.<\/p>\n A norma cont\u00e1bil evidencia que a entidade n\u00e3o deve reconhecer um ativo contingente como ativo, uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado. N\u00e3o obstante, o ativo contingente \u00e9 divulgado em notas explicativas quando for prov\u00e1vel a entrada de benef\u00edcios econ\u00f4micos.<\/p>\n \u00c9 preciso compreender que os ativos contingentes surgem normalmente de evento n\u00e3o planejado ou de outros n\u00e3o esperados que deem origem \u00e0 possibilidade de entrada de benef\u00edcios econ\u00f4micos para a entidade. Um exemplo \u00e9 uma reivindica\u00e7\u00e3o que a entidade esteja reclamando por meio de processos legais, em que o desfecho seja incerto<\/strong>.<\/p>\n Por outro lado, se for praticamente certo que ocorrer\u00e1 uma entrada de benef\u00edcios econ\u00f4micos, o ativo n\u00e3o \u00e9 mais contingente \u2013 e dever\u00e1 ser reconhecida nas demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis do per\u00edodo em que ocorrer a mudan\u00e7a de estimativa.<\/p>\n Nesse ponto, ressalta-se, que em raz\u00e3o do regime da prud\u00eancia, para que o ativo contingente se qualifique como ativo n\u00e3o bastar\u00e1 que seja prov\u00e1vel \u2013 \u00e9 preciso que seja praticamente certo<\/strong>. E o ativo contingente n\u00e3o basta ser poss\u00edvel (como ocorre no passivo contingente), \u00e9 preciso tamb\u00e9m que seja prov\u00e1vel.<\/p>\n A BLB Brasil tem atuado sistematicamente no apoio \u00e0s empresas que pretendem adotar a aplica\u00e7\u00e3o das normas cont\u00e1beis segundo o padr\u00e3o internacional.<\/p>\n A compreens\u00e3o da norma n\u00e3o \u00e9 o suficiente nessa miss\u00e3o. \u00c9 preciso entender tamb\u00e9m os obst\u00e1culos e dificuldades das empresas nacionais, na maioria das vezes, situadas em um ambiente mais complexo e hostil comparado ao internacional.<\/p>\n Compreendendo tais dificuldades, a BLB Brasil desenvolveu uma equipe multidisciplinar que atua desde o desenvolvimento de projetos, no n\u00edvel de governan\u00e7a e gest\u00e3o<\/strong><\/a>, at\u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o das normas cont\u00e1beis<\/strong><\/a> e seus reflexos tribut\u00e1rios<\/strong><\/a> no n\u00edvel operacional.<\/p>\nQuando uma provis\u00e3o deve ser reconhecida?<\/strong><\/h2>\n
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O que significa \u201cevento passado que cria uma obriga\u00e7\u00e3o\u201d?<\/strong><\/h2>\n
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Qual a diferen\u00e7a entre \u201cobriga\u00e7\u00e3o presente de uma provis\u00e3o\u201d e \u201cobriga\u00e7\u00e3o futura\u201d?<\/strong><\/h2>\n
Qual a melhor estimativa do desembolso para liquidar a obriga\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/h2>\n
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\nC \u2013 Provis\u00f5es de garantia \u2013 R$ 16.800 (passivo)
\nD \u2013 Despesa com Provis\u00f5es \u2013 R$ 16.800 (resultado)<\/em><\/p>\nUm passivo contingente deve ser reconhecido?<\/strong><\/h2>\n
\n\n
\n PROVIS\u00d5ES PARA CONTING\u00caNCIAS<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n \n <\/td>\n Prov\u00e1vel<\/td>\n Poss\u00edvel<\/td>\n Remota<\/td>\n<\/tr>\n \n Balan\u00e7o Patrimonial<\/td>\n Registra<\/td>\n N\u00e3o registra<\/td>\n N\u00e3o registra<\/td>\n<\/tr>\n \n Notas explicativas<\/td>\n Divulga<\/td>\n Divulga<\/td>\n N\u00e3o divulga<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n Ativo contingente<\/strong><\/h2>\n
Como a BLB Brasil pode ajudar?<\/strong><\/h2>\n