para propriedade para investimento<\/strong>.<\/li>\n<\/ol>\nA \u201csitua\u00e7\u00e3o 2\u201d exige que a entidade transfira a propriedade de propriedade para investimento para estoque quando, e apenas quando, houver uma altera\u00e7\u00e3o no uso, evidenciada pelo come\u00e7o de desenvolvimento com ao objetivo de venda.<\/p>\n
Portanto, quando a entidade decidir alienar a propriedade para investimento sem desenvolvimento, ela continua a tratar a propriedade como propriedade para investimento at\u00e9 que seja desreconhecida (eliminada do balan\u00e7o patrimonial) e deixe de reclassific\u00e1-la como estoque.<\/p>\n
De forma semelhante, se a entidade come\u00e7ar a desenvolver de novo a propriedade para investimento existente para futuro uso continuado como propriedade para investimento, a propriedade permanece propriedade para investimento, n\u00e3o sendo reclassificada como propriedade ocupada pelo propriet\u00e1rio durante o novo desenvolvimento.<\/p>\n
J\u00e1 na \u201csitua\u00e7\u00e3o 3\u201d, se o im\u00f3vel ocupado pelo propriet\u00e1rio (imobilizado) se tornar propriedade para investimento que seja escriturada pelo valor justo<\/strong>, a entidade dever\u00e1 aplicar o CPC 27 (imobilizado) para propriedade pr\u00f3pria e o CPC 06 (arrendamento) para propriedade mantida por arrendat\u00e1rio como ativo de direito de uso at\u00e9 a data da altera\u00e7\u00e3o do uso.<\/p>\n