worth-the-read domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260tailor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260Aqui no blog j\u00e1 discorremos sobre o tratamento da opera\u00e7\u00e3o de arrendamento sob a \u00f3tica cont\u00e1bil<\/strong><\/a> e, inclusive, sobre os aspectos de planejamento tribut\u00e1rio da respectiva opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n Em virtude de alguns coment\u00e1rios que recebemos sobre os assuntos, neste artigo vamos abordar um exemplo pr\u00e1tico da aplica\u00e7\u00e3o da IFRS 16 na contabilidade do arrendat\u00e1rio, ou seja, como ficam o balan\u00e7o patrimonial e a demonstra\u00e7\u00e3o do resultado de uma empresa com aplica\u00e7\u00e3o da norma IFRS 16.<\/p>\n\n\n\n Recapitulando, anteriormente vimos que a IFRS 16 afetou substancialmente a contabiliza\u00e7\u00e3o dos arrendat\u00e1rios, pois as opera\u00e7\u00f5es de arrendamento operacionais (na norma IAS 17) eram registradas <\/span>diretamente no resultado da empresa ao longo do contrato e, consequentemente, o arrendat\u00e1rio n\u00e3o demonstrava em suas demonstra\u00e7\u00f5es financeiras o \u201cdireito de uso do ativo\u201d tampouco sua<\/span> contrapartida, ou seja, o \u201cpassivo de arrendamento\u201d.<\/span><\/p>\n\n\n\n Assim, vamos ao exemplo pr\u00e1tico:<\/p>\n\n\n\n A \u201cEmpresa XYZ\u201d descobriu que possuiu um contrato de loca\u00e7\u00e3o de ativos (m\u00e1quinas) e, portanto, com a ado\u00e7\u00e3o no novo padr\u00e3o da norma de arrendamento (IFRS 16), o respectivo contrato precisa ser contabilizado nas demonstra\u00e7\u00f5es financeiras da empresa para o per\u00edodo iniciado em 1\u00ba de janeiro de 2019.<\/p>\n\n\n\n Os dados do contrato s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n Imagine que voc\u00ea est\u00e1 efetuando o fechamento cont\u00e1bil da \u201cEmpresa XYZ\u201d do exerc\u00edcio social de 31 de dezembro de 2019 e, consequentemente, como voc\u00ea apresentaria a opera\u00e7\u00e3o acima nas demonstra\u00e7\u00f5es financeiras da empresa?<\/p>\n\n\n\n Vamos \u00e0 resposta:<\/p>\n\n\n\n Indo direto ao ponto, conforme ocorrem os pagamentos da loca\u00e7\u00e3o (5 pagamentos de $100.000), os mesmos s\u00e3o reconhecidos diretamente no resultado da empresa da seguinte forma:<\/p>\n\n\n\n Ou seja, a opera\u00e7\u00e3o de loca\u00e7\u00e3o \u00e9 oculta no balan\u00e7o patrimonial (ativo ou passivo) da Empresa XYZ.<\/p>\n\n\n\n Vale ressaltar que essa contabiliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o mais \u00e9 aceita para as empresas que utilizam as IFRS completas.<\/p>\n\n\n\n Para as empresas que utilizam as IFRS PME (NBC TG 1000), a contabiliza\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o acima \u00e9 aceita, dado que n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o na norma cont\u00e1bil para as PMEs (tanto do CPC quanto para o IASB) no momento da ado\u00e7\u00e3o da IFRS 16 (CPC 06 R2).<\/p>\n\n\n\n Mas como \u00e9 feita a contabiliza\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o de loca\u00e7\u00e3o (descrita acima) para as empresas que adotam a IFRS 16 (CPC 06 \u2013 R2)?<\/p>\n\n\n\n Seguimos com a resposta:<\/p>\n\n\n\n Em primeiro lugar, a empresa deve reconhecer o ativo de direito de uso, bem como o passivo de arrendamento.<\/p>\n\n\n\n O passivo de arrendamento<\/strong> deve ser mensurado pelo valor presente dos pagamentos do arrendamento<\/strong>, a uma taxa de desconto \u201cimpl\u00edcita\u201d no arrendamento. Caso a taxa de desconto n\u00e3o seja determinada imediatamente, a empresa deve utilizar a \u201ctaxa incremental\u201d sobre o empr\u00e9stimo do arrendat\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Considerando que a taxa incremental da opera\u00e7\u00e3o \u00e9 de 3% ao ano, segue o valor presente do passivo:<\/p>\n\n\n\n Nota<\/strong>: o fator de desconto no primeiro ano \u00e9 calculado como: 1\/((1+3%) a pot\u00eancia de 1 ano etc.<\/p>\n\n\n\n O valor do ativo<\/strong> \u00e9 igual ao valor inicial do passivo de arrendamento, adicionando os custos diretos iniciais incorridos pelo arrendat\u00e1rio mais as estimativas de custos de remo\u00e7\u00e3o do ativo etc. Para fins did\u00e1ticos, estamos considerando que n\u00e3o temos nenhum custo adicional a ser acrescentado no ativo. Consequentemente, conclu\u00edmos que o custo inicial do ativo \u00e9 o mesmo valor do passivo de arrendamento ($457.971).<\/p>\n\n\n\n Dessa forma, o lan\u00e7amento cont\u00e1bil inicial do ativo e do passivo \u00e9:<\/p>\n\n\n\n Dado que o ativo e o passivo possuem \u201cvidas pr\u00f3prias\u201d, consequentemente, a empresa precisa atentar-se para duas coisas:<\/p>\n\n\n\n 1\u00aa: Deprecia\u00e7\u00e3o do ativo de direito de uso<\/strong>: para fins did\u00e1ticos, digamos que a deprecia\u00e7\u00e3o \u00e9 linear ao longo dos 5 anos de loca\u00e7\u00e3o e, portanto o registro cont\u00e1bil da deprecia\u00e7\u00e3o anual \u00e9 $91.594 ($457.971 \/ 5 = $91.594):<\/p>\n\n\n\n 2\u00aa: Amortiza\u00e7\u00e3o e juros do passivo de arrendamento<\/strong>: cada pagamento (anual) de $100.000 \u00e9 dividido entre o pagamento do valor principal e dos juros do arrendamento.<\/p>\n\n\n\n Fizemos a respectiva divis\u00e3o (pagamento do principal e dos juros) e vejamos o resultado na tabela a seguir:<\/p>\n\n\n\n Consequentemente, em linhas gerais a empresa deve registrar periodicamente:<\/p>\n\n\n\n Como voc\u00ea pode perceber, n\u00e3o h\u00e1 impacto no resultado final da empresa, ou seja, as despesas de loca\u00e7\u00e3o ($500 mil) foram \u201cpermutadas\u201d pelas despesas de \u201cdeprecia\u00e7\u00e3o e \u201cjuros financeiro\u201d sobre arrendamento ($458 mil e $42 mil, respectivamente). Contudo, e o mais importante, no decorrer do tempo houve uma varia\u00e7\u00e3o no resultado da empresa.<\/p>\n\n\n\n Procuramos demonstrar neste artigo, de forma did\u00e1tica, um exemplo pr\u00e1tico da contabiliza\u00e7\u00e3o de um contrato de arrendamento.<\/p>\n\n\n\n No dia a dia das empresas existe uma maior complexidade na contabiliza\u00e7\u00e3o dos contratos, pois:<\/p>\n\n\n\n Importante observar que a norma IFRS 16 n\u00e3o se restringe aos arrendamentos mercantis, pois ela inclui todos os tipos de contratos que (dentro de certas condi\u00e7\u00f5es) transferem o direito de uso de um ativo, o que pode incluir, como exemplos: loca\u00e7\u00f5es e alugu\u00e9is de m\u00e1quinas, equipamentos, ve\u00edculos, im\u00f3veis; direitos de franquias; direito de uso de propriedade rural etc. Ou seja, a norma \u00e9 bem abrangente e pode ser enquadrada em diversas empresas e segmentos.<\/p>\n\n\n\n O Grupo BLB Brasil<\/strong><\/a> possui uma equipe especializada na an\u00e1lise de contratos para classifica\u00e7\u00e3o de arrendamentos, segundo as novas regras da IFRS 16, e capacitada para orientar seus clientes na aplica\u00e7\u00e3o das regras de transi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n O tema deste artigo est\u00e1 relacionado com o conte\u00fado do curso \u201cIFRS 16 – CPC 06 (R2): Opera\u00e7\u00f5es de Arrendamento Mercantil<\/a><\/strong>\u201d, elaborado pela BLB Brasil Escola de Neg\u00f3cios, na modalidade A Dist\u00e2ncia (EAD).<\/em><\/p>\n\n\n\n Esperamos que o material tenha sido \u00fatil para voc\u00ea!<\/p>\n\n\n\n1. Contabiliza\u00e7\u00e3o do contrato utilizando a norma de arrendamento IAS 17:<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
<\/figure><\/div>\n\n\n\n2. Contabiliza\u00e7\u00e3o do contrato utilizando a norma de arrendamento IFRS 16:<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
2.1 Reconhecimento inicial do ativo e do passivo<\/strong><\/h3>\n\n\n\n
<\/figure>\n\n\n\n
<\/figure><\/div>\n\n\n\n
<\/a><\/p>\n\n\n\n2.2 Mensura\u00e7\u00e3o subsequente do ativo e do passivo<\/strong><\/h3>\n\n\n\n
<\/figure><\/div>\n\n\n\n
<\/figure>\n\n\n\n
<\/figure><\/div>\n\n\n\n3. Por fim, vejamos como fica o impacto na demonstra\u00e7\u00e3o do resultado da \u201cEmpresa XYZ\u201d, utilizando da norma IAS 17 versus norma IFRS 16:<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
<\/figure><\/div>\n\n\n\nConclus\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n