worth-the-read domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260tailor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260No artigo anterior, em que tratamos sobre instrumentos financeiros derivativos, focamos no entendimento das op\u00e7\u00f5es<\/strong><\/a>, instrumento muito utilizado para fins de hedge<\/em><\/strong> (prote\u00e7\u00e3o) contra a volatilidade dos mercados e ainda utilizado apenas para fins especulativos (tentar ganhar com oscila\u00e7\u00e3o) desse instrumento financeiro derivativo.<\/p>\n Neste novo artigo, o objetivo \u00e9 continuar discorrendo sobre o funcionamento e a contabiliza\u00e7\u00e3o dos instrumentos financeiros derivativos, em espec\u00edfico as NDFs,<\/strong> sigla essa em ingl\u00eas para Non Deliverable Forward<\/em><\/strong>, ou Contrato a Termo de Moeda sem Entrega F\u00edsica.<\/p>\n Sabemos que com a globaliza\u00e7\u00e3o, o relacionamento comercial entre empresas de diversos segmentos e em muitos pa\u00edses pelo mundo cresce a cada dia. Esse tipo de relacionamento fortalece a exist\u00eancia de transa\u00e7\u00f5es comerciais entre essas na\u00e7\u00f5es, tais como importa\u00e7\u00f5es, exporta\u00e7\u00f5es e, por muitas vezes, capta\u00e7\u00e3o de recursos financeiros (empr\u00e9stimos) em moeda estrangeira.<\/p>\n Sabemos tamb\u00e9m que o cen\u00e1rio econ\u00f4mico mundial possui diferen\u00e7a significativa no sentido de haver n\u00edveis de riscos de um pa\u00eds em rela\u00e7\u00e3o a outros, sendo que o conceito econ\u00f4mico-financeiro de risco-pa\u00eds traduz a possibilidade de mudan\u00e7as no ambiente de neg\u00f3cios, o que consequentemente impacta nos ativos das empresas, lucros etc.<\/p>\n Mas a ideia \u00e9 traduzir a complexidade e expor as oportunidades nesse mercado global, em que tudo isso produz impacto relevante sobre o fluxo cambial, ou seja, h\u00e1 a valoriza\u00e7\u00e3o ou desvaloriza\u00e7\u00e3o de uma moeda em rela\u00e7\u00e3o a outra.<\/p>\n Bom, agora j\u00e1 sabemos o porqu\u00ea da exist\u00eancia das NDFs, certo? Acompanhe o exemplo.<\/p>\n As empresas que importam bens ou mercadorias est\u00e3o expostas \u00e0s varia\u00e7\u00f5es das moedas estrangeiras, assim como as empresas que exportam bens ou mercadorias ficam expostas \u00e0 varia\u00e7\u00e3o dessas moedas e, ainda caso captem empr\u00e9stimos em moeda estrangeira, tamb\u00e9m ficam expostas \u00e0 volatilidade dessas moedas. Depois de conhecermos essas exposi\u00e7\u00f5es, imaginem agora qual seria o n\u00edvel de inseguran\u00e7a em que os empres\u00e1rios se encontram muitas vezes de forma cotidiana ao estabelecerem transa\u00e7\u00f5es comerciais ligadas a moedas estrangeiras. Realmente desafiador, n\u00e3o acha?<\/p>\n Portanto, para que seja poss\u00edvel a minimiza\u00e7\u00e3o desses n\u00edveis de inseguran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a essas exposi\u00e7\u00f5es e para que esses empres\u00e1rios tenham boas noites de sono e consigam garantir o pagamento de suas obriga\u00e7\u00f5es com fornecedores, institui\u00e7\u00f5es financeiras, funcion\u00e1rios etc., em um montante previs\u00edvel, em muitas organiza\u00e7\u00f5es s\u00e3o utilizados instrumentos financeiros derivativos<\/strong><\/a>, em muitos casos as NDFs.<\/p>\n Antes de detalharmos o funcionamento das NDFs, precisamos apresentar algumas caracter\u00edsticas encontradas nesse derivativo e suas formas de contra\u00e7\u00e3o:<\/p>\n Agora que j\u00e1 vimos por que existem as NDFs e suas principais caracter\u00edsticas podemos concluir que nas transa\u00e7\u00f5es comerciais das empresas esses instrumentos financeiros s\u00e3o utilizados como instrumento de hedge<\/em> (prote\u00e7\u00e3o)<\/strong>, pois o contratante de uma NDF garante uma taxa de c\u00e2mbio futura para a moeda base do contrato.<\/p>\n \u00c9 de nosso conhecimento que o nome complicado (Non Deliverable Forward<\/em>)<\/strong> tem como fun\u00e7\u00e3o b\u00e1sica proteger as transa\u00e7\u00f5es das empresas<\/strong> em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os de mercadorias, bens e das moedas.<\/p>\n Passamos agora a exemplificar uma transa\u00e7\u00e3o com a contrata\u00e7\u00e3o de uma NDF de d\u00f3lar<\/strong>:<\/p>\n Utilizando um exemplo hipot\u00e9tico, imaginemos que um empres\u00e1rio brasileiro receba uma proposta quase irrecus\u00e1vel para capta\u00e7\u00e3o de um capital de giro em d\u00f3lar, em que o contrato de empr\u00e9stimo teria a taxa de juros de 3,5% ao ano + varia\u00e7\u00e3o cambial.<\/p>\n Olhando para a taxa de juros seria uma excelente oportunidade para capta\u00e7\u00e3o, no entanto, h\u00e1 um sinal de alerta nessa opera\u00e7\u00e3o, uma vez que os acontecimentos econ\u00f4micos mundiais est\u00e3o indicando que a cota\u00e7\u00e3o da moeda estrangeira (d\u00f3lar) estaria em uma tend\u00eancia de alta. Sabendo disso, o empres\u00e1rio fica diante de um dilema.<\/p>\n Ou seja, uma oportunidade de contratar um empr\u00e9stimo a uma taxa de juros muito atrativa, por\u00e9m, com exposi\u00e7\u00e3o \u00e0s poss\u00edveis varia\u00e7\u00f5es na cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, especialmente em um cen\u00e1rio de alta. O que fazer, ent\u00e3o, para aproveitar a taxa de juros atraente do empr\u00e9stimo?<\/p>\n Nesse caso, o empres\u00e1rio poder\u00e1 contratar um derivativo, a NDF, que acompanhar\u00e1 as varia\u00e7\u00f5es cambiais relativas ao d\u00f3lar, ou seja, se o d\u00f3lar subir, obviamente ele pagar\u00e1 um valor maior referente ao empr\u00e9stimo captado, contudo, a diferen\u00e7a a ser paga em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capta\u00e7\u00e3o realizada hoje, o banco creditar\u00e1 em sua conta corrente.<\/p>\n Dessa forma, o empres\u00e1rio consegue ter previsibilidade em rela\u00e7\u00e3o ao custo financeiro nessa capta\u00e7\u00e3o e n\u00e3o importa se o d\u00f3lar subir ou cair, ou seja, ele saber\u00e1 no momento da contrata\u00e7\u00e3o do empr\u00e9stimo o valor que pagar\u00e1 no futuro.<\/p>\n Perceberam que estamos falando de um mecanismo de hedge<\/em><\/strong> (prote\u00e7\u00e3o) por meio de um instrumento financeiro derivativo, trazendo o conforto da prote\u00e7\u00e3o para captar os recursos necess\u00e1rios para a empresa.<\/p>\n Exemplo ilustrativo desconsiderando os efeitos tribut\u00e1rios:<\/p>\n Suponhamos que ap\u00f3s o empres\u00e1rio ter pactuado a contrata\u00e7\u00e3o do empr\u00e9stimo em d\u00f3lar e das NDFs (derivativos) foram apuradas as seguintes informa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n Tendo esses dados em m\u00e3os, o empres\u00e1rio precisa saber como contabilizar essas opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n Considerando que o empr\u00e9stimo recebido em primeiro de mar\u00e7o foi de R$ 5.400.000, o contador far\u00e1 a contabiliza\u00e7\u00e3o abaixo:<\/p>\n Quanto ao lan\u00e7amento cont\u00e1bil acima, percebam que n\u00e3o se difere dos lan\u00e7amentos cont\u00e1beis realizados nas capta\u00e7\u00f5es de empr\u00e9stimos tradicionais.<\/p>\n Geralmente os derivativos n\u00e3o possuem despesa inicial ou possuem uma despesa m\u00ednima na data das suas contrata\u00e7\u00f5es. No caso espec\u00edfico do derivativo das NDFs, n\u00e3o h\u00e1 custo algum no momento da contrata\u00e7\u00e3o. Portanto, no momento inicial o valor justo ou fair value<\/em><\/strong><\/a> do contrato a termo (derivativo) \u00e9 igual a zero<\/strong>, de maneira que no momento inicial da contrata\u00e7\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 contabiliza\u00e7\u00e3o no ativo ou no passivo nas demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis da empresa.<\/p>\n Assim, as varia\u00e7\u00f5es desses instrumentos financeiros derivativos passam a ser registrados contabilmente somente por ocasi\u00e3o dos fechamentos mensais dessas demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis.<\/p>\n Veja este exemplo:<\/p>\n Observa\u00e7\u00e3o:<\/strong> como o exemplo abaixo demonstrado tem por objetivo facilitar o entendimento da contabiliza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o iremos abordar a contabiliza\u00e7\u00e3o de hedge<\/strong>, tamb\u00e9m conhecida como Hedge accounting<\/em><\/strong>. Dessa maneira, as varia\u00e7\u00f5es com ganho\/perda com derivativos ser\u00e3o contabilizadas considerando as contas patrimoniais e de resultado, n\u00e3o contemplando o patrim\u00f4nio l\u00edquido.\u00a0 Quanto \u00e0 contabiliza\u00e7\u00e3o de hedge<\/em><\/strong>, esse assunto poder\u00e1 ser abordado com profundidade em um pr\u00f3ximo artigo.<\/p>\n Imaginemos que em 31\/05\/2021 o d\u00f3lar esteja cotado a R$ 5,65 e a empresa do nosso exemplo tenha contratado as NDFs \u00e0 taxa de R$ 5,40. No final de mar\u00e7o, a empresa registraria o ganho tempor\u00e1rio<\/strong> no montante de R$ 250.000 (R$ 5,4 \u2013 R$ 5,65 = R$ 0,25 x 1.000.000 = R$ 250.000,00), pois o d\u00f3lar se valorizou frente ao real. Como a empresa possui o contrato (NDF) a R$ 5,40 e a cota\u00e7\u00e3o da moeda nessa data era de R$ 5,65, caso o contrato tivesse a sua finaliza\u00e7\u00e3o nessa data, a empresa receberia esse valor da institui\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n Demonstrativo de c\u00e1lculo:<\/strong><\/p>\n Neste momento \u00e9 necess\u00e1rio que haja a primeira contabiliza\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao derivativo contratado.<\/p>\n O lan\u00e7amento cont\u00e1bil desta etapa deve ser da seguinte forma:<\/p>\n Ap\u00f3s essa contabiliza\u00e7\u00e3o, vale a reflex\u00e3o: contabilizamos a varia\u00e7\u00e3o cambial relativa ao instrumento financeiro derivativo (NDF); uma vez que os recursos captados tamb\u00e9m foram em d\u00f3lar, dever\u00edamos registrar uma varia\u00e7\u00e3o cambial passiva, correto? A resposta \u00e9 sim! Com o aumento da cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, o valor a pagar referente ao empr\u00e9stimo tamb\u00e9m aumentou.<\/p>\n Demonstrativo de c\u00e1lculo:<\/strong><\/p>\n O lan\u00e7amento cont\u00e1bil desta etapa deve ser da seguinte forma:<\/p>\n \u00c9 de se notar que com essas contabiliza\u00e7\u00f5es a empresa possui o direito de receber da institui\u00e7\u00e3o financeira no final de mar\u00e7o o valor de R$ 250.000 e, ao mesmo tempo, possui a obriga\u00e7\u00e3o de pagar ao banco os mesmos R$ 250.000, pois o d\u00f3lar se valorizou frente ao real.<\/p>\n A recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 que essas contabiliza\u00e7\u00f5es sejam realizadas no m\u00ednimo a cada fechamento cont\u00e1bil mensal, uma vez que as demonstra\u00e7\u00f5es financeiras t\u00eam por objetivo representar adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posi\u00e7\u00e3o patrimonial e financeira das empresas.<\/p>\n N\u00e3o podemos deixar de comentar que no exemplo acima se estabelece uma rela\u00e7\u00e3o de hedge<\/em><\/strong>, pois na demonstra\u00e7\u00e3o de resultado cont\u00e1bil apresenta resultado neutro em rela\u00e7\u00e3o a essas opera\u00e7\u00f5es que permanecem em aberto at\u00e9 o vencimento das opera\u00e7\u00f5es, que no nosso exemplo seria em meados de novembro de 2021.<\/p>\n No exemplo acima vimos que a valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar frente ao real fez com que a empresa tivesse um saldo a receber de R$ 250.000 da institui\u00e7\u00e3o financeira e simultaneamente fosse constitu\u00edda a obriga\u00e7\u00e3o junto a essa institui\u00e7\u00e3o referente \u00e0 varia\u00e7\u00e3o cambial passiva. Mas se houvesse valoriza\u00e7\u00e3o do real frente ao d\u00f3lar, como isso ficaria na contabilidade?<\/p>\n Vamos l\u00e1:<\/p>\n Imaginemos ent\u00e3o que em 30\/05\/2021 o d\u00f3lar esteja cotado a R$ 5,25, e a empresa do nosso exemplo tenha contratado as NDFs \u00e0 taxa de R$ 5,40. Dessa forma, no final de mar\u00e7o a empresa registraria a perda tempor\u00e1ria<\/strong> no montante de R$ 150.000, pois o d\u00f3lar se desvalorizou frente ao real.<\/p>\n Demonstrativo de c\u00e1lculo:<\/strong><\/p>\n Neste momento \u00e9 necess\u00e1rio que haja a contabiliza\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao derivativo contratado.<\/p>\n O lan\u00e7amento cont\u00e1bil desta etapa deve ser da seguinte forma:<\/p>\n Com ocorrido podemos concluir que no exemplo acima, caso a empresa tivesse como obriga\u00e7\u00e3o realizar a liquida\u00e7\u00e3o dos derivativos no final do m\u00eas de maio, ela deveria fazer o pagamento no valor de R$ 150.000 para a institui\u00e7\u00e3o financeira a qual contratou o derivativo, realizando, portanto, a perda com esse instrumento financeiro derivativo (NDF).<\/p>\n Mas ent\u00e3o a empresa realmente perdeu dinheiro? Resposta: errado!<\/p>\n De imediato, caso n\u00e3o se identifique a rela\u00e7\u00e3o de hedge<\/em><\/strong>, os usu\u00e1rios das demonstra\u00e7\u00f5es financeiras podem ter uma opini\u00e3o distorcida em rela\u00e7\u00e3o ao resultado das opera\u00e7\u00f5es \u201chedgeadas<\/strong>\u201d, uma vez que podem enxergar apenas uma ponta do processo.<\/p>\n Justificando isso, vamos lembrar que quando a empresa captou o empr\u00e9stimo, a cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar estava a R$ 5,40. Dessa forma, caso a liquida\u00e7\u00e3o do empr\u00e9stimo ocorresse tamb\u00e9m ao final de mar\u00e7o, ter\u00edamos uma varia\u00e7\u00e3o cambial ativa no valor de R$ 150.000, uma vez que sua liquida\u00e7\u00e3o se daria a uma cota\u00e7\u00e3o da moeda estrangeira no valor de R$ 5,25.<\/p>\n Devendo-se, portanto, realizar o seguinte lan\u00e7amento cont\u00e1bil:<\/p>\n Talvez agora voc\u00ea queira saber o que aconteceria caso a empresa n\u00e3o tivesse efetuado a contrata\u00e7\u00e3o dos derivativos. Ela pagaria o empr\u00e9stimo \u00e0 cota\u00e7\u00e3o de R$ 5,25 e n\u00e3o de R$ 5,40 e n\u00e3o teria pago nada ao banco, gerando uma economia de R$ 150.000.<\/p>\n Podemos concluir, ent\u00e3o, que nesse exemplo houve o \u201cgerenciamento de risco\u201d<\/strong> frente \u00e0 volatilidade da moeda, o que nem sempre produz o melhor resultado financeiro<\/strong>, entretanto, sobretudo traz previsibilidade <\/strong>para os resultados dos neg\u00f3cios das companhias.<\/p>\n Fica evidente, portanto, a import\u00e2ncia de um correto gerenciamento de risco visto as volatilidades que permeiam os mercados, e as NDFs podem ser uma excelente alternativa para que esse gerenciamento seja realizado de forma efetiva, preservando sempre a previsibilidade dos resultados provenientes das transa\u00e7\u00f5es empresariais.<\/p>\n A equipe de Auditoria Independente<\/strong><\/a> do Grupo BLB Brasil \u00e9 especialista nas an\u00e1lises das opera\u00e7\u00f5es com instrumentos financeiros derivativos, com experi\u00eancia pr\u00e1tica em diversos clientes. Conte conosco<\/strong><\/a>!<\/p>\n
<\/a><\/p>\nComo funcionam as NDFs?<\/strong><\/h2>\n
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<\/a><\/p>\nVamos para a contabiliza\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/h2>\n
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Como contabilizar as NDFs?<\/strong><\/h2>\n
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