worth-the-read domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260tailor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260Em dezembro de 2021, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) publicou duas Normas Brasileiras de Contabilidade (NBCs) direcionadas \u00e0s Micro e Pequenas Empresas, a saber:<\/p>\n
Anteriormente, duas normas principais norteavam a contabilidade dessas empresas:<\/p>\n
A NBC TG 1000 (R1) necessitava de simplifica\u00e7\u00e3o de linguagem, no que diz respeito aos procedimentos cont\u00e1beis. Por outro lado, a ITG 1000 era considerada muito simples. Dessa forma, o CFC, juntamente com especialistas na \u00e1rea, desenvolveu as duas novas normas.<\/p>\n
Tanto a NBC TG 1001 quanto a NBC TG 1002 possuem vig\u00eancias nos exerc\u00edcios sociais iniciados a partir de 1\u00ba de janeiro de 2023. Entretanto, tamb\u00e9m \u00e9<\/span> autorizada a sua utiliza\u00e7\u00e3o antecipada do exerc\u00edcio iniciado a partir de 1\u00ba de janeiro de 2022.<\/span><\/p>\n A partir da entrada em vigor dessas duas normas, a NBC TG 1000 passa a ser obrigat\u00f3ria apenas para as m\u00e9dias empresas. J\u00e1 a ITG 1000 ser\u00e1<\/span> revogada.<\/span><\/p>\n Conhe\u00e7a alguns dos assuntos de cada uma das normas (NBC TG 1001<\/strong> e NBC TG 1002)<\/strong>:<\/p>\n As notas explicativas devem estar alinhadas com a estrutura conceitual no que tange \u00e0 relev\u00e2ncia e \u00e0 ess\u00eancia sobre a forma, e s\u00f3 devem conter informa\u00e7\u00f5es relevantes, ou seja, capazes de fazer diferen\u00e7a nas decis\u00f5es dos usu\u00e1rios.<\/strong><\/td>\n Os ativos e passivos financeiros devem ser mensurados pelo m\u00e9todo do custo amortizado<\/strong>, exceto as \u201caplica\u00e7\u00f5es em t\u00edtulos ou valores mobili\u00e1rios de entidade aberta com mercado ativo\u201d que podem <\/strong>ser atualizadas pelo valor de mercado <\/strong>com contrapartida no resultado.<\/td>\n Os ativos e passivos financeiros devem ser mensurados pelo m\u00e9todo do custo amortizado<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n (b) O valor da receita pode ser mensurado de forma confi\u00e1vel;<\/p>\n (c) \u00c9 prov\u00e1vel que os recebimentos com a transa\u00e7\u00e3o fluir\u00e3o para a entidade;<\/p>\n (d) Os custos incorridos ou a incorrer com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 transa\u00e7\u00e3o podem ser mensurados de forma confi\u00e1vel.<\/td>\n Em um pa\u00eds como o Brasil, em que as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) representam o motor da economia e s\u00e3o grandes geradoras de empregos, \u00e9 imprescind\u00edvel que os profissionais da contabilidade conhe\u00e7am essas normas e estejam preparados para utiliz\u00e1-las, com a finalidade de ajudar as MPEs a se tornarem mais fortes e sustent\u00e1veis ao longo do tempo.<\/p>\n A equipe do Grupo BLB<\/strong><\/a> \u00e9 especialista nas aplica\u00e7\u00f5es das normas brasileiras e internacionais de contabilidade, com experi\u00eancias pr\u00e1ticas em diversos clientes, oferecendo todo suporte necess\u00e1rio para adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s normas cont\u00e1beis e inclusive nas \u00e1reas de auditoria independente<\/strong><\/a>, <\/strong>consultorias tribut\u00e1ria<\/strong><\/a> e trabalhista<\/strong><\/a>.<\/p>\n Quer saber mais sobre IFRS, finan\u00e7as, tributos e assuntos correlacionados? Conhe\u00e7a o BLB Blog<\/strong><\/a> e veja muitos outros artigos; ou, se preferir, baixe os nossos materiais gratuitos<\/strong><\/a>!<\/p>\n\n\n
\n Assunto:<\/strong><\/td>\n NBC TG 1001
\n<\/strong>Contabilidade para as Pequenas Empresas:<\/strong><\/td>\nNBC TG 1002
\n<\/strong>Contabilidade das Microentidades:<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/thead>\n\n\n Escopo de receita para enquadramento:<\/strong><\/td>\n Receita bruta acima de 4,8 milh\u00f5es de reais por ano, at\u00e9 78 milh\u00f5es de reais anuais.<\/td>\n Receita bruta de at\u00e9 4,8 milh\u00f5es de reais por ano.<\/td>\n<\/tr>\n \n Notas <\/strong>explicativas:<\/strong><\/td>\n S\u00e3o ainda mais simplificadas. <\/p>\n N\u00e3o h\u00e1 notas explicativas obrigat\u00f3rias<\/strong>, bastando que seja feita uma declara\u00e7\u00e3o de conformidade com a norma utilizada.<\/td>\n<\/tr>\n \n Instrumentos financeiros:<\/strong><\/td>\n A norma n\u00e3o traz a obriga\u00e7\u00e3o da figura do uso do valor justo para instrumentos financeiros. <\/p>\n A norma n\u00e3o traz a obriga\u00e7\u00e3o da figura do uso do valor justo para instrumentos financeiros. <\/p>\n \n Valor presente dos ativos e passivos <\/strong>(valores a receber e a pagar, com prazo igual ou inferior a um ano):<\/td>\n N\u00e3o h\u00e1 necessidade de desconto a valor presente.<\/td>\n N\u00e3o h\u00e1 necessidade de desconto a valor presente.<\/td>\n<\/tr>\n \n Valor presente dos ativos e passivos <\/strong>(valores a receber e a pagar, superiores a um ano):<\/td>\n A entidade dever\u00e1<\/strong> contabilizar o ativo ou o passivo com base no valor \u00e0 vista, descontando-o a valor presente.<\/td>\n A microentidade dever\u00e1 <\/strong>contabilizar o ativo ou o passivo com base no valor \u00e0 vista, descontando-o a valor presente, se esse montante for relevante (material)<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n \n Propriedade para investimento:<\/strong><\/td>\n As propriedades para investimentos foram inclu\u00eddas na rubrica do Ativo Imobilizado e, consequentemente, registradas ao valor de custo.<\/td>\n As propriedades para investimentos foram inclu\u00eddas na rubrica do Ativo Imobilizado e, consequentemente, registradas ao valor de custo.<\/td>\n<\/tr>\n \n M\u00e9todo de deprecia\u00e7\u00e3o e <\/strong>\u00e0 vida \u00fatil do ativo imobilizado:<\/strong><\/td>\n A deprecia\u00e7\u00e3o ser\u00e1 feita em linha reta, ao longo da sua vida \u00fatil que bem represente o consumo do imobilizado, permitindo-se outra alternativa apenas quando totalmente justific\u00e1vel.Como expediente<\/strong> pr\u00e1tico, por poder afetar a rela\u00e7\u00e3o custo\/benef\u00edcio, e se n\u00e3o distorcer materialmente a representa\u00e7\u00e3o adequada das demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis, a entidade poder\u00e1<\/strong> utilizar os crit\u00e9rios estabelecidos pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil <\/strong>para a contabiliza\u00e7\u00e3o da deprecia\u00e7\u00e3o.<\/td>\n O custo do ativo imobilizado dever\u00e1 <\/u><\/strong>ser depreciado pelo m\u00e9todo da linha reta, considerando o prazo de vida \u00fatil estabelecido pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil.<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n \n Impairment <\/strong>(redu\u00e7\u00e3o do valor recuper\u00e1vel dos ativos):<\/strong><\/td>\n O Impairment s\u00f3 se far\u00e1 diante de evento ou ind\u00edcio de \u201cnot\u00f3ria probabilidade de perda<\/strong>\u201d.<\/td>\n O Impairment s\u00f3 se far\u00e1 diante de evento ou ind\u00edcio de \u201cnot\u00f3ria probabilidade de perda<\/strong>\u201d.<\/td>\n<\/tr>\n \n Arrendamentos <\/strong>(\u201cArrendamentos, Alugu\u00e9is e Outros Acordos ou Contratos Similares\u201d):<\/td>\n Via de regra, o arrendat\u00e1rio deve contabilizar as contrapresta\u00e7\u00f5es do arrendamento<\/strong> como despesa no resultado.<\/strong><\/td>\n Via de regra, o arrendat\u00e1rio deve contabilizar as contrapresta\u00e7\u00f5es do arrendamento<\/strong> como despesa no resultado.<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n \n Tributos <\/strong>sobre o lucro:<\/strong><\/td>\n A entidade deve reconhecer o IRPJ e a CSLL devidos sobre o lucro do exerc\u00edcio no passivo em contrapartida de despesa no resultado, evidenciada antes do lucro l\u00edquido<\/strong>.<\/td>\n A despesa com tributos sobre o lucro dever\u00e1 ser evidenciada na DRE antes do resultado l\u00edquido do exerc\u00edcio.Entretanto, a microentidade poder\u00e1, alternativamente, evidenci\u00e1-la como dedu\u00e7\u00e3o da receita bruta, juntamente com os demais tributos apurados no \u00e2mbito do Simples Nacional<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n \n Reconhecimento <\/strong>das receitas:<\/strong><\/td>\n A Entidade deve reconhecer a receita quando forem satisfeitas todas as seguintes condi\u00e7\u00f5es:(a) A Entidade tenha transferido para o comprador os riscos e benef\u00edcios mais significativos inerentes \u00e0 propriedade dos produtos (ou benef\u00edcios dos servi\u00e7os) <\/p>\n Similar ao texto exposto na NBC TG 1001.Contudo, conforme a norma, o mais comum \u00e9 a microentidade<\/strong> atender aos requisitos da se\u00e7\u00e3o de receitas contabilizando a receita conforme a emiss\u00e3o da nota fiscal<\/strong>.Quando essa pr\u00e1tica produzir demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis que representem adequadamente a posi\u00e7\u00e3o patrimonial e o desempenho da microentidade, poder\u00e1 ser utilizada.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n