worth-the-read domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260tailor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260Para muitos contadores e auditores, uma das \u00e1reas mais pol\u00eamicas e incertas da IFRS (International Financial Reporting Standards<\/em>) \u00e9 a que se refere aos testes de recuperabilidade, basicamente, pelo fato de ser fundamentada em estimativas, julgamentos, avalia\u00e7\u00f5es e previs\u00f5es de cen\u00e1rios poss\u00edveis de um dado neg\u00f3cio ou ativo.<\/p>\n No fim das contas, muitos desses profissionais talvez se sintam mais como se estivessem tentando ler o futuro do que efetivamente atestando algo, j\u00e1 que estamos falando de possibilidades de cen\u00e1rios que podem vir a acontecer.<\/p>\n Inclusive, n\u00e3o \u00e9 raro auditores se depararem com testes de recuperabilidade<\/strong><\/a> e encontrarem grandes dificuldades nesse processo em raz\u00e3o de, em um primeiro momento, parecem satisfat\u00f3rios e adequados, sem indicar qualquer tra\u00e7o de discrep\u00e2ncia ou de preju\u00edzo. Por\u00e9m, muitas vezes, isso tudo n\u00e3o passa de uma doce ilus\u00e3o, pois os dados mostram resultados completamente diferentes ao serem estudados e analisados mais profundamente, revelando problemas, como: premissas irreais, taxas de desconto equivocadas, inclus\u00e3o incorreta de itens nas proje\u00e7\u00f5es do fluxo de caixa e assim por diante.<\/p>\n Levando em considera\u00e7\u00e3o essa intricada realidade, a discuss\u00e3o sobre esse tema se torna imprescind\u00edvel. Mas, para isso, \u00e9 preciso trazer \u00e0 tona as quest\u00f5es relacionadas \u00e0s proje\u00e7\u00f5es de <\/strong>fluxo de caixa<\/strong><\/a>, cuja import\u00e2ncia e complexidade se equiparam quando o assunto gira em torno dos testes de recuperabilidade.<\/p>\n Resumidamente, as proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa para os testes de recuperabilidade s\u00e3o cruciais por dois motivos:<\/p>\n A norma IAS 36, em seu artigo 33, traz as seguintes regras b\u00e1sicas a serem seguidas ao se estabelecer as proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa para o teste de recuperabilidade:<\/p>\n Seguindo tais regras b\u00e1sicas estipuladas pela IAS 36, a tend\u00eancia \u00e9 que essa norma contribua para a prepara\u00e7\u00e3o das proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa, tornando-a mais palp\u00e1vel e intelig\u00edvel. Assim, para simplificar tudo isso, vamos resumir abaixo as principais considera\u00e7\u00f5es e armadilhas em rela\u00e7\u00e3o a essas proje\u00e7\u00f5es.<\/p>\n Para come\u00e7ar, o ponto principal a ser considerado na prepara\u00e7\u00e3o das proje\u00e7\u00f5es do fluxo de caixa \u00e9 o bom senso<\/strong>. E, sim, por mais que isso pare\u00e7a um tanto abstrato ou subjetivo, pois n\u00e3o h\u00e1 um par\u00e2metro ou um term\u00f4metro que indique e me\u00e7a a razoabilidade das proje\u00e7\u00f5es, o mais importante aqui \u00e9 ter os p\u00e9s no ch\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao que est\u00e1 sendo avaliado e julgado, ou seja, \u00e9 preciso ser pr\u00e1tico e realista.<\/p>\n Vamos a um exemplo: imagine que voc\u00ea criou uma startup bem sucedida e desenvolveu um dispositivo computacional com uma tecnologia e recursos revolucion\u00e1rios, de modo que as suas vendas aumentaram a uma taxa de 200% a cada ano durante os \u00faltimos 3 anos. Agora, voc\u00ea est\u00e1 fazendo testes de recuperabilidade da sua UGC e decide incorporar nos seus fluxos de caixa a mesma taxa de crescimento de 200% para os pr\u00f3ximos 5 anos, afinal, se voc\u00ea j\u00e1 atingiu esse \u00edndice nos anos anteriores, por que seria diferente no futuro?<\/p>\n Mas n\u00e3o \u00e9 bem por a\u00ed. Se voc\u00ea estivesse ciente, por exemplo, de que ao final do quinto ano estivesse planejando vender 10 bilh\u00f5es desses super computadores baseado na sua taxa de crescimento, enquanto que a popula\u00e7\u00e3o total do nosso planeta \u00e9 consideravelmente inferior a esse n\u00famero, chegando a quase 8 bilh\u00f5es, muito provavelmente voc\u00ea perceberia que essa conta n\u00e3o fecha, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Definitivamente, est\u00e1 faltando um pouco de bom senso nesse caso ilustrado.<\/p>\n Isso significa que \u00e9 importante ter em mente que os fluxos de caixa devem ser plaus\u00edveis e fundamentados<\/strong> quando se almeja preparar as proje\u00e7\u00f5es. E, para facilitar essa tarefa, vale a pena se atentar a essas dicas:<\/p>\n A norma da IAS 36.39 define tr\u00eas elementos b\u00e1sicos que devem ser inclu\u00eddos nas proje\u00e7\u00f5es do fluxo de caixa, que s\u00e3o:<\/p>\n Contudo, \u00e9 muito comum que algumas d\u00favidas e dificuldades surjam durante a tomada de decis\u00e3o sobre se determinados itens devem ser inclu\u00eddos ou exclu\u00eddos das proje\u00e7\u00f5es dos fluxos de caixa. A seguir, vamos abordar brevemente essa quest\u00e3o.<\/p>\n Embora seja necess\u00e1rio incluir os custos de manuten\u00e7\u00e3o e de conserva\u00e7\u00e3o nas proje\u00e7\u00f5es do fluxo de caixa, \u00e9 fundamental ter em mente que esses fluxos apenas incluem itens para ativos ou UGCs em sua condi\u00e7\u00e3o atual<\/strong>. Isso significa que nem a sa\u00edda a ser incorrida, a fim de melhorar ou aprimorar o desempenho do ativo, nem qualquer entrada resultante de ativos aprimorados deve ser inclu\u00edda nas proje\u00e7\u00f5es.<\/p>\n Se, por um lado, N\u00c3O se deve reconhecer nenhuma melhoria em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 despesa do capital, por outro, deve-se reconhecer as despesas de reposi\u00e7\u00e3o e de manuten\u00e7\u00e3o para se conservar a capacidade do ativo. Contudo, n\u00e3o podemos ignorar que, em alguns momentos, \u00e9 um tanto quanto complicado e desafiador distinguir as despesas de manuten\u00e7\u00e3o das despesas de melhorias, sendo necess\u00e1rio lan\u00e7ar m\u00e3o de algum tipo de julgamento e do bom senso na hora de fazer essa diferencia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n Dessa maneira, \u00e9 preciso estar atento \u00e0 exist\u00eancia de duas exce\u00e7\u00f5es que nos permitem reconhecer o aumento da despesa de capital nas proje\u00e7\u00f5es do fluxo de caixa, sendo elas:<\/p>\n Estar sujeito a fluxos de caixa em moedas estrangeiras, relacionados a um ativo ou a uma UGC que est\u00e1 sendo analisada, geralmente engloba uma s\u00e9rie de complica\u00e7\u00f5es. Contudo, principalmente por conta da globaliza\u00e7\u00e3o e de pa\u00edses com impostos e custos mais atrativos, essa situa\u00e7\u00e3o costuma ser bem mais comum do que parece.<\/p>\n Para ilustrar essa quest\u00e3o de forma mais clara, imagine que uma empresa brasileira produz seus itens tendo o real como sua moeda funcional, de modo que a maioria das sa\u00eddas de caixa tamb\u00e9m ser\u00e3o nessa mesma moeda. Por\u00e9m, essa empresa vende todos os seus produtos apenas para dois clientes, cujas moedas correntes s\u00e3o o d\u00f3lar e o euro.<\/p>\n Levando em considera\u00e7\u00e3o o caso acima, surge a seguinte d\u00favida: como se deve incluir as entradas de caixa previstas em d\u00f3lar e em euro nas proje\u00e7\u00f5es do fluxo de caixa incorridas em real? Para responder a essa pergunta, \u00e9 importante, primeiro, listar algumas etapas cruciais, prescritas na IAS 36.54:<\/p>\n Outra situa\u00e7\u00e3o frequente \u00e9 quando uma companhia faz vendas ou compras intragrupo<\/strong> e precisa incluir fluxos de caixa dessas transa\u00e7\u00f5es nas proje\u00e7\u00f5es. Nesses casos, \u00e9 fundamental sempre incluir tais transa\u00e7\u00f5es a valores estimados de mercado<\/strong> com alguns ajustes para descontos ou outros itens, uma vez que isso reflete as \u201ccondi\u00e7\u00f5es normais de mercado\u201d.<\/p>\n Em geral, N\u00c3O se deve incluir os fluxos de caixa futuros<\/strong> relacionados \u00e0 liquida\u00e7\u00e3o de contas a receber, de contas a pagar e de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios nas proje\u00e7\u00f5es. O motivo pelo qual nada disso deve ser feito \u00e9 para que se possa evitar a ocorr\u00eancia da contagem dupla<\/strong>.<\/p>\n Contudo, se for por uma quest\u00e3o de praticidade, pode-se incluir a liquida\u00e7\u00e3o desses balan\u00e7os nos fluxos de caixa, mas, para que isso funcione, \u00e9 preciso ser consistente e incluir a quantidade de contas a receber, de contas a pagar e de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios no valor cont\u00e1bil da UGC que est\u00e1 sendo analisada. Sendo assim, se existir algum passivo que precisa ser considerado ao se determinar o valor recuper\u00e1vel da UGC, ent\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio incluir as sa\u00eddas de caixa relacionadas a esse passivo nas proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa.<\/p>\n Por exemplo, imagine que o seu foco \u00e9 realizar um teste de recuperabilidade de uma usina hidrel\u00e9trica. Para isso, \u00e9 preciso incluir as sa\u00eddas de caixa do passivo de desativa\u00e7\u00e3o na conta, j\u00e1 que esse passivo est\u00e1 vinculado \u00e0 usina.<\/p>\n At\u00e9 a\u00ed tudo bem, certo? Mas e como fica a amortiza\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimos? Bom, geralmente n\u00e3o se inclui a amortiza\u00e7\u00e3o se o passivo de empr\u00e9stimo foi exclu\u00eddo da UGC analisada. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m \u00e9 preciso ignorar os pagamentos de juros, porque o custo do seu capital \u00e9 feito com dedu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n Quando se est\u00e1 analisando um ativo com uma vida \u00fatil indeterminada ou superior ao per\u00edodo previsto \u00e9 preciso incluir o valor terminal<\/strong> nas proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa. Ali\u00e1s, \u00e9 comum que o valor terminal represente mais do que 50%, \u00e0s vezes at\u00e9 mesmo 80%, do valor presente total das proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa, por isso, \u00e9 extremamente importante obt\u00ea-lo da maneira mais correta poss\u00edvel.<\/p>\n Em muitos casos, o valor terminal \u00e9 apenas a receita l\u00edquida que se espera obter da venda de um ativo ao final da sua vida \u00fatil, especialmente quando esse per\u00edodo bate com o final das previs\u00f5es do fluxo de caixa. Mas, em outros casos, o valor terminal \u00e9 a estimativa do que se obteria para os fluxos de caixa ap\u00f3s o per\u00edodo previsto.<\/p>\n Para ilustrar isso de forma mais clara, vamos imaginar a seguinte situa\u00e7\u00e3o: voc\u00ea administra um neg\u00f3cio e n\u00e3o sabe ao certo quando terminar\u00e1 de gerar os fluxos de caixa, mas consegue fazer previs\u00f5es confi\u00e1veis para os pr\u00f3ximos 5 anos. Agora, s\u00f3 resta saber como abranger o per\u00edodo para al\u00e9m dos 5 anos e por quanto voc\u00ea venderia esse neg\u00f3cio ap\u00f3s esses 5 anos.<\/p>\n Ao se refletir sobre essas quest\u00f5es, \u00e9 importante trazer \u00e0 tona os dois m\u00e9todos mais comuns para se calcular esse valor de venda:<\/p>\n Levando em conta esses dois m\u00e9todos, pode haver grandes diferen\u00e7as no valor terminal quando calculado de um jeito ou de outo. E a raz\u00e3o para que isso aconte\u00e7a \u00e9 simples: como voc\u00ea est\u00e1 desistindo do risco do neg\u00f3cio ao vend\u00ea-lo, o seu valor terminal pode ser mais baixo quando se aplica o m\u00faltiplo de sa\u00edda.<\/p>\n Sendo assim, \u00e9 fundamental usar um m\u00e9todo consistente com a estimativa da administra\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao destino da empresa no momento em que se realiza o teste de recuperabilidade.<\/p>\n A taxa de desconto usada ao direcionar as proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa para o seu valor presente deve:<\/p>\n De forma pr\u00e1tica, os seguintes recursos podem ser utilizados:<\/p>\n Diante do que foi exposto acima, \u00e9 preciso estar atento para incorporar todos os riscos necess\u00e1rios que n\u00e3o foram inclu\u00eddos nos fluxos de caixa e vice-versa. N\u00e3o se pode incorporar o mesmo risco \u00e0s taxas de desconto e tamb\u00e9m aos fluxos de caixa, caso contr\u00e1rio ocorrer\u00e1 a contagem dupla. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante usar a taxa antes dos impostos, embora algumas vezes elas sejam definidas ap\u00f3s a incid\u00eancia desses tributos.<\/p>\n Por fim, vale lembrar que alguns fluxos de caixa podem exigir o uso de diferentes taxas de desconto, como ocorre quando se tem fluxos de caixa em uma moeda estrangeira ou quando os fluxos de caixa possuem riscos distintos. Isso significa que seria mais apropriado usar, por exemplo, o CMPC para ativos de baixo risco, como edif\u00edcios, mas, caso estejam sendo analisados ativos mais arriscados, como marcas ou startups, talvez seja necess\u00e1rio ajustar a taxa de desconto para um risco mais alto.<\/p>\n \u00c0s vezes, ao auditar testes de recuperabilidade em algumas empresas, \u00e9 comum se deparar com uma \u00fanica proje\u00e7\u00e3o de fluxo de caixa. Embora isso possa aparentar uma poss\u00edvel falta de zelo ou aten\u00e7\u00e3o, a realidade \u00e9 que, nessa \u00e1rea, nem tudo consiste apenas em quest\u00f5es cont\u00e1beis, pois como auditor \u00e9 fundamental estar ciente e entender a psicologia humana.<\/p>\n Isso significa que, por vezes, pessoas de neg\u00f3cios tendem a ser excessivamente otimistas e, com isso, a estrat\u00e9gia de administra\u00e7\u00e3o de que lan\u00e7am m\u00e3o inclui perspectivas muito positivas em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho futuro nas proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa. E a menos que a administra\u00e7\u00e3o conte com um excelente profeta que, no passado, provou ser capaz de fazer previs\u00f5es plenamente confi\u00e1veis, essa abordagem \u00e9 considerada um tanto arriscada, n\u00e3o sendo de fato significativa.<\/p>\n Obviamente, ningu\u00e9m espera que a administra\u00e7\u00e3o fa\u00e7a esse papel de profeta ou vidente apto a ler o futuro, mas se, anteriormente, suas previs\u00f5es n\u00e3o tiveram tanta precis\u00e3o, talvez seja hora de incluir mais do que apenas um cen\u00e1rio de proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa. E, para isso, \u00e9 fundamental observar as previs\u00f5es feitas h\u00e1 3 anos e compar\u00e1-las com os resultados atuais para sondar o qu\u00e3o precisas foram.<\/p>\n Uma forma interessante de se preparar uma proje\u00e7\u00e3o de fluxo de caixa \u00e9 contemplando tr\u00eas cen\u00e1rios diferentes: um muito otimista, outro pessimista e um terceiro que considere um panorama de que tudo acontecer\u00e1 conforme o esperado. A partir da\u00ed, \u00e9 preciso ponderar esses fluxos de caixa de acordo com suas probabilidades de se concretizarem e calcular os fluxos de caixa esperados<\/strong>.<\/p>\n Ou, uma alternativa \u2013 que acreditamos n\u00e3o ser a mais indicada ou simples \u2013, \u00e9 se basear na abordagem tradicional, que visa incorporar os riscos e as incertezas \u00e0s taxas de desconto. Mas se ainda restar alguma d\u00favida quanto \u00e0s proje\u00e7\u00f5es do fluxo de caixa nos testes de recuperabilidade, a equipe de consultores especializados do Grupo BLB Brasil estar\u00e1 apta e pronta para te atender. Entre em contato!<\/strong><\/a><\/p>\nPor que as proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa s\u00e3o t\u00e3o importantes?<\/h2>\n
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E quais s\u00e3o as regras por tr\u00e1s das proje\u00e7\u00f5es?<\/h2>\n
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Como definir as proje\u00e7\u00f5es de fluxo de caixa?<\/h2>\n
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O que deve ser inclu\u00eddo ou exclu\u00eddo das proje\u00e7\u00f5es do fluxo de caixa?<\/h2>\n
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1. Manuten\u00e7\u00e3o versus melhorias<\/h3>\n
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2. Fluxos de caixa em moedas estrangeiras<\/h3>\n
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3. Encargos entre empresas<\/h3>\n
4. Contas a receber e contas a pagar<\/h3>\n
5. Valor terminal<\/h3>\n
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6. Taxas de desconto para o teste de recuperabilidade<\/h3>\n
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E quantos cen\u00e1rios s\u00e3o necess\u00e1rios para se fazer as previs\u00f5es de fluxo de caixa?<\/h2>\n