worth-the-read domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260tailor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/html/blog/wp-includes/functions.php on line 6260Erro no banco de dados do WordPress: [Unknown column 'inclusive_language_score' in 'field list']UPDATE `wp_yoast_indexable` SET `object_id` = '25208', `object_type` = 'post', `object_sub_type` = 'post', `permalink` = 'https://dev.blbescoladenegocios.com.br/blog/contribuinte-substituido-icms-st-2/', `primary_focus_keyword_score` = '78', `readability_score` = '30', `inclusive_language_score` = '0', `seo_title_score` = '0', `meta_description_score` = '0', `is_cornerstone` = '0', `is_robots_noindex` = NULL, `is_robots_nofollow` = '0', `is_robots_noimageindex` = NULL, `is_robots_noarchive` = NULL, `is_robots_nosnippet` = NULL, `open_graph_image` = 'https://dev.blbescoladenegocios.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/blbauditores_post_10-12_Blog-1024x661.png', `open_graph_image_id` = '25209', `open_graph_image_source` = 'featured-image', `open_graph_image_meta` = '{\"width\":1024,\"height\":661,\"path\":\"2025\\/12\\/blbauditores_post_10-12_Blog-1024x661.png\",\"url\":\"https:\\/\\/dev.blbescoladenegocios.com.br\\/blog\\/wp-content\\/uploads\\/2025\\/12\\/blbauditores_post_10-12_Blog-1024x661.png\",\"size\":\"large\",\"id\":25209,\"alt\":\"Contribuinte substituído: o novo cenário do ICMS-ST no PIS\\/Cofins\",\"pixels\":676864,\"type\":\"image\\/png\"}', `twitter_image` = 'https://i0.wp.com/dev.blbescoladenegocios.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/blbauditores_post_10-12_Blog.png?fit=1606%2C1036&ssl=1', `twitter_image_id` = '25209', `twitter_image_source` = 'featured-image', `primary_focus_keyword` = 'contribuinte substituído', `canonical` = NULL, `title` = NULL, `description` = 'Pontos cruciais que podem mudar a apuração de PIS e Cofins em operações sujeitas ao ICMS-ST, além da figura do contribuinte substituído.', `breadcrumb_title` = 'Contribuinte substituído: o novo cenário do ICMS-ST no PIS/Cofins', `open_graph_title` = NULL, `open_graph_description` = NULL, `twitter_title` = NULL, `twitter_description` = NULL, `estimated_reading_time_minutes` = '8', `author_id` = '7', `post_parent` = '0', `number_of_pages` = NULL, `post_status` = 'publish', `is_protected` = '0', `is_public` = NULL, `has_public_posts` = NULL, `blog_id` = '1', `schema_page_type` = NULL, `schema_article_type` = NULL, `object_last_modified` = '2025-12-09 17:58:24', `object_published_at` = '2025-12-09 17:58:23', `version` = '2', `permalink_hash` = '79:8ec510b45e7fe0a900e422ae8fc9f505', `updated_at` = '2026-09-11 10:38:26' WHERE `id` = '4252'
Erro no banco de dados do WordPress: [Unknown column 'inclusive_language_score' in 'field list']UPDATE `wp_yoast_indexable` SET `object_id` = '505', `object_type` = 'post', `object_sub_type` = 'page', `permalink` = 'https://dev.blbescoladenegocios.com.br/blog/', `primary_focus_keyword_score` = '11', `readability_score` = '60', `inclusive_language_score` = '0', `seo_title_score` = '0', `meta_description_score` = '0', `is_cornerstone` = '0', `is_robots_noindex` = NULL, `is_robots_nofollow` = '0', `is_robots_noimageindex` = NULL, `is_robots_noarchive` = NULL, `is_robots_nosnippet` = NULL, `open_graph_image` = NULL, `open_graph_image_id` = NULL, `open_graph_image_source` = NULL, `open_graph_image_meta` = NULL, `twitter_image` = NULL, `twitter_image_id` = NULL, `twitter_image_source` = NULL, `primary_focus_keyword` = 'BLB Blog', `canonical` = NULL, `title` = 'BLB Blog - Artigos e notícias sobre contabilidade, tributos e negócios', `description` = 'Acompanhe análises, exemplos e recentes mudanças tributárias, contábeis e do mundo dos negócios no BLB Blog.', `breadcrumb_title` = 'BLB Blog', `open_graph_title` = NULL, `open_graph_description` = NULL, `twitter_title` = NULL, `twitter_description` = NULL, `estimated_reading_time_minutes` = '1', `author_id` = '3', `post_parent` = '0', `number_of_pages` = NULL, `post_status` = 'publish', `is_protected` = '0', `is_public` = NULL, `has_public_posts` = NULL, `blog_id` = '1', `schema_page_type` = NULL, `schema_article_type` = NULL, `object_last_modified` = '2025-04-17 01:45:44', `object_published_at` = '2017-09-27 03:46:43', `version` = '2', `permalink_hash` = '44:1e81fa12d7429f52c447e720f7b9e6e8', `updated_at` = '2026-09-11 10:38:26' WHERE `id` = '2'
Pontos cruciais que podem mudar a apura\u00e7\u00e3o de PIS e Cofins em opera\u00e7\u00f5es sujeitas ao ICMS-ST, al\u00e9m da figura do contribuinte substitu\u00eddo.<\/em><\/p>\n O ICMS por Substitui\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria (ICMS-ST) \u00e9, sem d\u00favida, um dos maiores desafios de conformidade e gest\u00e3o fiscal para as empresas brasileiras. A complexidade de sua apura\u00e7\u00e3o, somada \u00e0s particularidades das legisla\u00e7\u00f5es estaduais, cria um verdadeiro labirinto tribut\u00e1rio. Desvend\u00e1-lo exige aten\u00e7\u00e3o constante n\u00e3o apenas \u00e0s regras estabelecidas, mas tamb\u00e9m \u00e0s reviravoltas e mudan\u00e7as decorrentes de decis\u00f5es judiciais e novas interpreta\u00e7\u00f5es do Fisco.<\/p>\n Recentemente, a interse\u00e7\u00e3o entre o ICMS-ST e a apura\u00e7\u00e3o do PIS\/Cofins foi objeto de uma s\u00e9rie de decis\u00f5es do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ), seguidas por orienta\u00e7\u00f5es vinculantes da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e tamb\u00e9m por Solu\u00e7\u00f5es de Consulta da Coordena\u00e7\u00e3o-Geral de Tributa\u00e7\u00e3o (Cosit), redesenhando completamente o tabuleiro do jogo. Assim, uma posi\u00e7\u00e3o da Receita Federal do Brasil (RFB) que parecia consolidada foi revertida, criando um cen\u00e1rio de oportunidades significativas \u2014 e tamb\u00e9m de riscos \u2014 que muitos gestores e contadores ainda n\u00e3o perceberam.<\/p>\n Este artigo vai direto ao ponto. Com base nas an\u00e1lises das mais recentes e importantes Solu\u00e7\u00f5es de Consulta da Cosit, apresentamos os pontos cruciais que podem mudar radicalmente a forma como sua empresa lida com a apura\u00e7\u00e3o do PIS e da Cofins em opera\u00e7\u00f5es sujeitas ao ICMS-ST. Vamos esclarecer o que mudou, por que mudou e qual \u00e9 o impacto pr\u00e1tico dessas novas regras para o seu neg\u00f3cio.<\/p>\n A primeira e mais impactante revela\u00e7\u00e3o se refere \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o de um direito longamente disputado. Por anos, a RFB manteve uma posi\u00e7\u00e3o r\u00edgida, expressa na Solu\u00e7\u00e3o de Consulta Cosit n\u00ba 104\/2017, de que o contribuinte substitu\u00eddo \u2014 o varejista ou o distribuidor que vende ao consumidor final \u2014 n\u00e3o poderia excluir o valor do ICMS-ST da sua receita bruta para fins de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins.<\/p>\n A l\u00f3gica da Fazenda Nacional, detalhada no Parecer SEI n\u00ba 4090\/2024\/MF, era formalista: a lei permitia a exclus\u00e3o de tributos n\u00e3o incidentes na opera\u00e7\u00e3o, ou “cobrados, destacadamente, do comprador […] na condi\u00e7\u00e3o de mero deposit\u00e1rio”. Para o Fisco, apenas o contribuinte substituto se encaixava nessa descri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n Contudo, essa interpreta\u00e7\u00e3o foi derrubada por uma decis\u00e3o judicial de peso. Conforme detalhado na SC Cosit n\u00ba 100\/2025<\/strong><\/a>, o Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ), ao julgar o Tema Repetitivo n\u00ba 1.125 (REsp n\u00ba 1.958.265\/SP)<\/strong>, pacificou a quest\u00e3o em sentido contr\u00e1rio. A tese firmada pelo STJ \u00e9 clara e inequ\u00edvoca:<\/p>\n \u201cO ICMS-ST n\u00e3o comp\u00f5e a base de c\u00e1lculo da Contribui\u00e7\u00e3o ao PIS e da Cofins devidas pelo contribuinte substitu\u00eddo no regime de substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria progressiva.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n Essa decis\u00e3o de car\u00e1ter vinculante obrigou a RFB a alterar sua posi\u00e7\u00e3o. O STJ superou a interpreta\u00e7\u00e3o literal da lei para focar na realidade econ\u00f4mica e no princ\u00edpio da isonomia. A l\u00f3gica \u00e9 a mesma da “Tese do S\u00e9culo<\/strong><\/a>” (Tema 69 do STF): o conceito constitucional de receita bruta n\u00e3o \u00e9 o valor total de uma nota fiscal, mas sim o valor que efetivamente se incorpora ao patrim\u00f4nio da empresa. Isso significa que o ICMS-ST \u00e9 um valor que apenas transita pelo caixa antes de ser repassado ao estado, de modo que nunca pertenceu, de fato, ao contribuinte.<\/p>\n O impacto pr\u00e1tico dessa mudan\u00e7a \u00e9 direto: uma redu\u00e7\u00e3o na carga tribut\u00e1ria sobre a receita do contribuinte substitu\u00eddo. A pr\u00f3pria SC Cosit n\u00ba 100\/2025 conclui que o montante a ser exclu\u00eddo \u00e9 aquele destacado nas notas fiscais de venda ou o valor do imposto presumido, conforme detalhado na nota fiscal de aquisi\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 uma vit\u00f3ria consolidada que permite \u00e0s empresas ajustar seus c\u00e1lculos correntes e planejar a recupera\u00e7\u00e3o de valores pagos a maior.<\/p>\n Se a primeira revela\u00e7\u00e3o foi uma excelente not\u00edcia, a segunda \u00e9 o seu contrapeso judicial, ou seja, a outra face da mesma moeda. Funciona como um contraponto crucial e contraintuitivo: a mesma l\u00f3gica que permite a exclus\u00e3o do ICMS-ST da receita (d\u00e9bito<\/strong>) imp\u00f5e, por imperativo judicial, um tratamento correlato na apura\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos de PIS e Cofins no regime n\u00e3o cumulativo.<\/p>\n A SC Cosit n\u00ba 191\/2025<\/strong><\/a> esclarece essa quest\u00e3o com base em outra decis\u00e3o fundamental do STJ, proferida no Tema Repetitivo n\u00ba 1.231 (REsp n\u00ba 2.072.621\/SC)<\/strong>. O tribunal determinou que os valores de ICMS-ST pagos na aquisi\u00e7\u00e3o de mercadorias para revenda n\u00e3o podem gerar cr\u00e9ditos de PIS e Cofins para o contribuinte substitu\u00eddo. As teses firmadas s\u00e3o as seguintes:<\/p>\n \u201ci. Os tributos recolhidos em substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria n\u00e3o integram o conceito de custo de aquisi\u00e7\u00e3o previsto no art. 13, do Decreto-Lei n. 1.598\/77; e<\/em><\/p>\n ii. Os valores pagos pelo contribuinte substitu\u00eddo a t\u00edtulo de reembolso ao contribuinte substituto pelo recolhimento do ICMS-ST n\u00e3o geram, no regime n\u00e3o cumulativo, cr\u00e9ditos para fins de incid\u00eancia das contribui\u00e7\u00f5es ao PIS e Cofins devidas pelo contribuinte substitu\u00eddo.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n A l\u00f3gica do STJ, detalhada no ac\u00f3rd\u00e3o citado na SC Cosit n\u00ba 191\/2025, \u00e9 manter a neutralidade e o equil\u00edbrio do sistema. Se fosse permitido que o contribuinte exclu\u00edsse o ICMS-ST da sua receita (reduzindo o d\u00e9bito) e, ao mesmo tempo, aproveitasse o cr\u00e9dito sobre o mesmo valor em suas aquisi\u00e7\u00f5es (aumentando o cr\u00e9dito), isso criaria o que o tribunal chamou de um “odioso duplo benef\u00edcio”<\/strong>.<\/p>\n Para tornar isso concreto, imagine um cen\u00e1rio simplificado: uma mercadoria \u00e9 adquirida por um varejista por R$ 100,00, cujo custo inclui R$ 10,00 de ICMS-ST. Ao revend\u00ea-la por R$ 150,00, a nova regra exige que ele exclua os R$ 10,00 do ICMS-ST tanto da sua receita de R$ 150,00 (reduzindo o PIS\/Cofins a pagar) quanto do custo de aquisi\u00e7\u00e3o de R$ 100,00 (reduzindo o cr\u00e9dito a aproveitar).<\/p>\n1. A exclus\u00e3o consolidada (Tema 1125): ICMS-ST n\u00e3o comp\u00f5e a base de c\u00e1lculo do PIS\/Cofins<\/h2>\n
2. O contraponto de equil\u00edbrio (Tema 1231): ICMS-ST n\u00e3o gera cr\u00e9dito de PIS\/Cofins<\/h2>\n